terça-feira, 31 de maio de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Terça-feira 31 Maio
O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo
(Romanos 8:16-17).

A HERANÇA

Após a revogação do Édito de Nantes em 1685, os protestantes franceses foram perseguidos e suas reuniões proibidas. Contudo, eles se encontravam clandestinamente à noite nas florestas ou em outros lugares secretos.
Certa jovem que ia para uma dessas reuniões foi parada por um dos soldados do rei. “Para onde você vai tão tarde?”, ele perguntou. A jovem ficou com medo de dizer a verdade e ser a causa da prisão de muitos. Mas também não queria mentir. E com considerável presença de espírito, ela respondeu: “Meu irmão morreu, e minha família irá ler o testamento dele”. O soldado a deixou continuar, mas, na volta, o mesmo homem a parou. “O seu irmão foi generoso com você?” Emocionada, ela declarou: “Sim, ele me deixou tudo!”
O Testamento lido naquela noite dizia que o Filho de Deus tinha vindo ao mundo para dar Sua vida por ela. Aquela jovem já havia crido nessa gloriosa mensagem e se tornara uma filha de Deus, de acordo com a seguinte promessa: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome” (João 1:12). Se somos filhos de Deus, também somos herdeiros de Deus e, portanto, co-herdeiros com Cristo, a quem o Pai “constituiu herdeiro de tudo” (Hebreus 1:2). E nossa herança divina é “uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós” (1 Pedro 1:4).

II PEDRO 3


1 AMADOS, escrevo-vos agora esta segunda carta, em ambas as quais desperto com exortação o vosso ânimo sincero;
2 Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apòstolos do Senhor e Salvador.
3 Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências,
4 E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
5 Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste.
6 Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio,
7 Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios.
8 Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.
9 O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
10 Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
11 Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,
12 Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
13 Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.
14 Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz.
15 E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada;
16 Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.
17 Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
18 Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Segunda-feira 30 Maio
Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á
(Marcos 8:35).

UMA ESTRANHA OPINIÃO

Uma mulher jovem, desejosa de viver a vida, me descreve sua concepção de existência: “É claro que Deus existe, mas não é um desmancha-prazer como algumas pessoas pensam”. Ela acha que Deus não pode estar contra os que vivem a vida, desfrutando dos prazeres deste mundo. Gosta de ler literatura cristã, contanto que a linguagem seja cativante e envolvente. Além disso, para ela, Jesus Cristo é um dos personagens mais fascinantes da história universal.
 No entanto, a opinião dessa mulher não é aprovada por Jesus Cristo. Se vivesse quando Ele esteve aqui, ela seria parte da multidão de pessoas que o seguiam, impressionadas por Suas palavras, Seus atos, Seus milagres.
E,certa vez, quando uma multidão O rodeava, o Senhor Jesus falou algo que ofendeu quase todos: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo… Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida (ou seja, fazer o que bem quiser, ser seu próprio senhor, seguir o próprio coração), perdê-la-á” (Lucas 9:23-24).
Seguir ao Senhor Jesus somente na aparência não conduz à vida eterna. Não se pode viver como cristão e, ao mesmo tempo, como alguém que pertence a este mundo inimigo de Cristo. Apenas uma verdadeira conversão nos torna aptos para entrar no céu e nos dá forças para honrá-Lo nesta vida.

II PEDRO 2


1 E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
2 E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
3 E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
4 Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;
5 E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;
6 E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;
7 E livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis
8 (Porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, por isso via e ouvia sobre as suas obras injustas);
9 Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;
10 Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;
11 Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor.
12 Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção,
13 Recebendo o galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites quotidianos; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco;
14 Tendo os olhos cheios de adultério, e não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exercitado na avareza, filhos de maldição;
15 Os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça;
16 Mas teve a repreensão da sua transgressão; o mudo jumento, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta.
17 Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva.
18 Porque, falando coisas mui arrogantes de vaidades, engodam com as concupiscências da carne, e com dissoluções, aqueles que se estavam afastando dos que andam em erro,
19 Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo.
20 Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.
21 Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado;
22 Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.

domingo, 29 de maio de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Domingo 29 Maio
Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros
(João 13:34-35).

AMOR MÚTUO

Um interessante estudo revelou que apenas 15% do sucesso no trabalho depende do conhecimento profissional e das capacidades técnicas. Ou seja, 85% do sucesso de uma pessoa é determinado pela atitude dela e de sua habilidade em se relacionar com os demais. Há uma lição espiritual aqui para todos nós. A frutificação cristã depende não somente do que cremos, mas também como vivemos na prática aquilo em que cremos.
No cenáculo o Senhor Jesus instruiu Seus discípulos pelo menos cinco vezes sobre amar uns aos outros. Ele lhes disse que essa seria a marca deles. O amor cristão não é um sentimento que vem e vai. É um ato da vontade. A instrução para nos amarmos mutuamente é dada mais de dezesseis vezes no Novo Testamento. O Senhor Jesus afirmou que a Lei e os Profetas se resumiam em dois mandamentos: amar a Deus com todo coração, alma, forças e entendimento, e amar o próximo como a nós mesmos. Romanos 13:8 nos ensina: “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei”. O amor genuíno deveria ser a principal motivação de nosso cotidiano.
Amarmos uns aos outros foi algo que o próprio Deus nos ensinou (1 Tessalonicenses 4:9). Seu amor para conosco ficou demonstrado pelo fato dEle ter enviado Seu Filho unigênito enquanto ainda éramos Seus inimigos (Romanos 5:8). Deus é amor, e por Ele ter derramado Seu amor no coração dos que crêem pelo Espírito Santo (Romanos 5:5), também temos de amar uns aos outros. De fato, o amor é a evidência de que o Espírito de Deus está agindo em e através de nós. Que essa seja a nossa marca hoje!

Por Que a Profecia é Significativa Hoje?

Como a profecia afeta minha vida diária?

As profecias encontradas na Bíblia nos foram dadas para nos ajudar em nossa vida espiritual enquanto aguardamos diariamente a vinda de Cristo (2 Timóteo 3.16,17). O Dr. Charles Dyer observa:
Deus deu a profecia para mudar nossos corações, não para encher nossas mentes de conhecimento. Deus não predisse eventos futuros só para satisfazer nossa curiosidade sobre o futuro. Toda vez que anuncia eventos que ainda são futuros, Ele inclui com Suas previsões aplicações práticas para a vida. As palavras de Deus sobre o futuro contêm conselhos específicos para o “aqui, e o agora.”[1]
A profecia é importante. Entre os benefícios de estudá-la estão: louvor a Deus (Romanos 11.36), encorajamento (1 Tessalonicenses 4.18; 5.9), estabilidade (2 Tessalonicenses 2.1-3,15), e santidade (2 Pedro 3.11,12,14,17).[2]

Como posso manter o equilíbrio quando estudo a profecia bíblica?

Observamos que uma interpretação gramatical, histórica e contextual consistente é necessária para entender a Bíblia corretamente.[3] E enquanto interpreta a Escritura, você deve aplicá-la em oração à sua vida. Não devemos ver a profecia com cinismo ou confusão. Ela vai acontecer e Deus usa a verdade profética para muitos propósitos. Nossa responsabilidade é entendê-la corretamente e estar prontos para deixar que Ele a use em nossas vidas. Devemos ter consciência dos benefícios e das limitações dos estudos proféticos.
Enquanto interpreta a Escritura, você deve aplicá-la em oração à sua vida.
Atualmente há um evidente e generalizado cinismo sobre a profecia bíblica. É comum ouvir pessoas dizerem de várias maneiras que não acham que a profecia bíblica seja importante. Isso geralmente leva a negligenciar quase 25 porcento da Palavra de Deus que afeta a maneira de ver a Bíblia como um todo.
Um motivo pelo qual muitos desprezam a profecia é em reação aos que marcam datas. Estes “fanáticos em profecia” prejudicam o nome de Cristo porque levam outras pessoas a evitar ao máximo os marcadores de datas. Isto produz constantes advertências contra o estudo da profecia bíblica – quando a reação correta deveria ser advertir contra a marcação de datas.
Outra razão para uma interpretação desequilibrada da profecia é vista na tendência de alguns profissionais de nível acadêmico de não levarem passagens proféticas da Bíblia tão a sério quanto seus colegas leigos. O Dr. Paul Boyer nos ajuda a entender isso quando observa:
Até ao Iluminismo, a profecia bíblica era levada a sério em todo o mundo cristão, em todos os níveis sociais e educacionais, por causa das indicações que dava sobre o plano divino de Deus. Mas à medida em que o ceticismo e o racionalismo conquistaram espaço no século dezoito, as posições acadêmicas e populares destes textos foram divergindo gradualmente. No nível popular, principalmente na América, os textos apocalípticos continuaram os mesmos: uma fonte vital de doutrina, afirmação, e previsão. Os crentes comuns continuaram a estudar suas páginas e esperar ansiosamente os eventos previstos ali.[4]
A Dra. Marjorie Reeves, importante historiadora da profecia do fim da Idade Média faz eco aos pensamentos de Boyer:
Hoje muitas conclusões são baseadas num tipo de predição que está evoluindo sob regras derivadas do método científico... O conceito medieval de profecia pressupunha uma providência divina realizando sua vontade na história... Apesar de se formarem maneiras diferentes de ver o futuro no século dezesseis, elas eram compatíveis com as antigas doutrinas nas mentes de governantes, clérigos, e estudiosos. Só com relutância, no século dezessete, a profecia foi considerada ultrapassada como uma perspectiva em relação ao futuro...
Mas hoje a profecia deixou de ser importante exceto na periferia da civilização moderna... Talvez possamos dizer que somente quando homens inteligentes e estudados deixaram de levar a profecia a sério é que a Idade Média realmente terminou. O que desejo demonstrar é que essa mudança está ligada a uma modificação de toda a nossa atitude em relação à história e à nossa própria participação nela.[5]
Não somos pessimistas quanto ao futuro, mas somos realistas.
A maneira de mantermos o equilíbrio no estudo da profecia bíblica é tratar toda a Bíblia de maneira coerente. A profecia bíblica não deveria ser estudada nem mais nem menos que outros assuntos bíblicos.

Qual é a esperança para o futuro?

A esperança para o crente continua sendo a volta do Senhor Jesus Cristo para os Seus no arrebatamento. Tito 2.13 admoesta os crentes a aguardar “a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.” Neste ínterim, devemos ser fiéis a Ele, proclamar o evangelho da salvação a todos que ouvirem, e “fazer o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10). Não somos pessimistas quanto ao futuro, mas somos realistas. Temos certeza de que, sejam quais forem as manchetes de amanhã, nossa esperança e nosso destino estão em Cristo Jesus, o Vencedor Final. (Thomas Ice e Timothy Demi - http://www.chamada.com.br)

Notas

  1. Dyer, World News, p. 270.
  2. Ibid., pp. 271-80.
  3. Para um texto excelente sobre a interpretação da Bíblia, indicamos Roy B. Zuck, A Interpretação Bíblica (São Paulo: Vida Nova, 1994). Para um bom resumo dos estudos proféticos, veja Paul N. Benware, Understanding End Times Prophecy: A Comprehensive Approach (Chicago: Moody Press, 1995).
  4. Paul Boyer, When Time Shall Be No More: Prophecy Belief in Modern American Culture (Cambridge, MA: The Belknap Press of Harvard University Press, 1992), p. 45.
  5. Marjorie Reeves, The Influence of Prophecy in the Later Middle Ages (London: Oxford University Press, 1969), pp. vi-vii, 508.
Extraído do livro A Verdade Sobre O Ano 2000 e as Previsões da Volta de Cristo.

II PEDRO 1


1 SIMÃO Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco alcançaram fé igualmente preciosa pela justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo:
2 Graça e paz vos sejam multiplicadas, pelo conhecimento de Deus, e de Jesus nosso Senhor;
3 Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude;
4 Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.
5 E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência,
6 E à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade,
7 E à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade.
8 Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.
9 Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos pecados.
10 Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis.
11 Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
12 Por isso não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade.
13 E tenho por justo, enquanto estiver neste tabernáculo, despertar-vos com admoestações,
14 Sabendo que brevemente hei de deixar este meu tabernáculo, como também nosso Senhor Jesus Cristo já mo tem revelado.
15 Mas também eu procurarei em toda a ocasião que depois da minha morte tenhais lembrança destas coisas.
16 Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade.
17 Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido.
18 E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo;
19 E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações.
20 Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.
21 Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.

sábado, 28 de maio de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Sábado 28 Maio
A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça de esquina
(Salmo 118:22).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE JUÍZES (Leia Juízes 11:1-22)

O Senhor é “Deus perdoador, clemente e misericordioso” (Neemias 9:17). Ele mais uma vez livrará seu povo, agora pela mão de Jefté. A história desse juiz começa como a de Abimeleque. Mas, em vez de se rebelar e se vingar dos irmãos, Jefté abre mão do que é seu de direito e parte para a terra de Tobe, onde Deus sabia que o povo iria encontrá-lo quando o tempo chegasse.
Jefté foi privado de sua herança, expulso por seus irmãos e exilado em uma terra estranha, da qual voltou como libertador. Essa parte da história é uma figura do Senhor Jesus. Após ter sido rejeitado por Seu povo Israel, que não reconheceu Seus direitos, Cristo agora está ausente, no céu, do qual descerá com poder e como Conquistador (Lucas 19:12-14). Como Jefté respondeu às reclamações e mentiras do rei dos filhos de Amom? Relembrando as antigas verdades e descansando nas bênçãos dos velhos tempos. Que exemplo digno de ser seguido! Devemos conhecer bem os princípios da Palavra que guiaram os crentes nas gerações passadas e os mantiveram firmes (2 Tessalonicenses 2:15).

I PEDRO 5


1 AOS presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:
2 Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;
3 Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.
4 E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.
5 Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.
6 Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;
7 Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.
8 Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;
9 Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.
10 E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá.
11 A ele seja a glória e o poderio para todo o sempre. Amém.
12 Por Silvano, vosso fiel irmão, como cuido, escrevi abreviadamente, exortando e testificando que esta é a verdadeira graça de Deus, na qual estais firmes.
13 A vossa co-eleita em Babilônia vos saúda, e meu filho Marcos.
14 Saudai-vos uns aos outros com ósculo de amor. Paz seja com todos vós que estais em Cristo Jesus. Amém.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Sexta-feira 27 Maio
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome
(João 1:12).

UMA VOZ NA NOITE

Em 1811, o jovem pintor Pedro Cornelius viajou para Roma com um de seus companheiros de ateliê. Na viagem, os jovens pararam na casa de um camponês tirolês. Antes de dormir, o dono da casa reuniu sua família, seus hóspedes e servos; leu uma porção da Palavra de Deus e orou. Os dois hóspedes não se interessaram pela leitura e se mostraram indiferentes. Logo, todos deram “boa noite” e foram dormir.
Os artistas não estavam acostumados a dormir tão cedo e permaneceram na sala falando dos planos para a viagem. Mais tarde, Cornelius saiu para a janela a fim de contemplar o céu estrelado. Então ouviu alguém falar com uma voz muito forte e prestou atenção. O velho camponês falava a sós com Deus, pedindo encarecidamente que Ele cuidasse de seus hóspedes e os salvasse por meio de Jesus Cristo.
Isso comoveu Cornelius de modo profundo. Começou a se perguntar por que o camponês orava tão fervorosamente por ele. Pela primeira vez, um raio da luz do amor de Deus alcançou seu coração. Sua consciência foi despertada e se deu conta do grande vazio de sua vida em comparação com a alegria e o amor experimentados por alguém que conhece a salvação e a paz com Deus. Buscou o Deus do camponês até que O encontrou.
Deus tem caminhos maravilhosamente interessantes para alcançar o coração das pessoas!

I PEDRO 4


1 ORA, pois, já que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos também vós com este pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado;
2 Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus.
3 Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias;
4 E acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós.
5 Os quais hão de dar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos.
6 Porque por isto foi pregado o evangelho também aos mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito;
7 E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração.
8 Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados.
9 Sendo hospitaleiros uns para com os outros, sem murmurações,
10 Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.
11 Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém.
12 Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse;
13 Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis.
14 Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus; quanto a eles, é ele, sim, blasfemado, mas quanto a vós, é glorificado.
15 Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios;
16 Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte.
17 Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?
18 E, se o justo apenas se salva, onde aparecerá o ímpio e o pecador?
19 Portanto também os que padecem segundo a vontade de Deus encomendem-lhe as suas almas, como ao fiel Criador, fazendo o bem.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Quinta-feira 26 Maio
Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão
(Isaías 40:31).

EXPERIÊNCIAS

Um ex-viciado resume da seguinte maneira seu vício em drogas durante um período de quase oito anos.
“Durante esse tempo, destruí muitos relacionamentos e tirei proveito das pessoas que queriam me ajudar. A única coisa que contava para mim era poder me drogar.”
Foi preso e na cadeia conheceu Jesus Cristo. “Em meu desespero lancei no Senhor Jesus todo o meu fracasso e Lhe pedi que entrasse em minha vida. Nesse momento senti claramente Sua presença e experimentei Sua graça e infinito amor. Assim conheci o que significa o perdão: senti como se uma enorme carga de culpa fosse arrancada de minha consciência. No período que estive na prisão tive a plena certeza de que Deus me amava”.
Depois ele foi para um centro cristão de recuperação para viciados e ali aprendeu a conhecer Deus cada vez melhor. Começou uma nova vida, pôde receber o perdão e pôde perdoar. Deu testemunho de que o Senhor Jesus o libertara das drogas, do álcool e da nicotina. Agora sua vida tem sentido e esperança. Deus o ajudou a reconstruir o relacionamento com seus pais.
Depois da terapia, as tempestades da vida não desapareceram. “Sempre há novas lutas internas e tenho de tomar decisões em relação a elas. Mas agradeço ao Senhor Jesus, que é a fonte da vida. Ele me conduz através de cada tormenta”.
“Corramos com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé” (Hebreus 12:1-2).

I PEDRO 3


1 SEMELHANTEMENTE, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra;
2 Considerando a vossa vida casta, em temor.
3 O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos;
4 Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus.
5 Porque assim se adornavam também antigamente as santas mulheres que esperavam em Deus, e estavam sujeitas aos seus próprios maridos;
6 Como Sara obedecia a Abraão, chamando-lhe senhor; da qual vós sois filhas, fazendo o bem, e não temendo nenhum espanto.
7 Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações.
8 E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis.
9 Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção.
10 Porque quem quer amar a vida,e ver os dias bons,refreie a sua língua do mal,e os seus lábios não falem engano.
11 Aparte-se do mal, e faça o bem;Busque a paz, e siga-a.
12 Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos,e os seus ouvidos atentos às suas orações;mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal.
13 E qual é aquele que vos fará mal, se fordes zelosos do bem?
14 Mas também, se padecerdes por amor da justiça, sois bemaventurados. E não temais com medo deles, nem vos turbeis;
15 Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós,
16 Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo.
17 Porque melhor é que padeçais fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal.
18 Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;
19 No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão;
20 Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água;
21 Que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, o batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo;
22 O qual está à destra de Deus, tendo subido ao céu, havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades, e as potências.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus
(1 Pedro 5:6).

INSTINTO ADMIRÁVEL

Um crente chileno nos escreve: “Tenho em minha memória uma antiga experiência que meu avô me contou quando eu era menino.
Ele era um homem do campo. Entre os animais que possuía havia um potro que jamais se deixara domesticar. Este, pois, fugiu para as montanhas, longe da fazenda, conservando as características de um animal selvagem.
Mas certa noite, meu avô ouviu as pisadas de um animal que andava ao redor da casa. Os cachorros latiam muito. Ao levantar, teve uma surpresa: o potro selvagem estava ao alcance de sua mão. Talvez em uma de suas corridas enlouquecidas, alguma farpa tenha entrado em sua pata. Por instinto, procurou a casa de seu dono para obter cuidado e cura.
Para mim, essa experiência real é bela e consoladora, e merece ser comentada. Aquele potro se parece com o homem que vive indiferente a Deus, longe dEle, dando livre curso às suas paixões. Porém chega o dia no qual Deus coloca uma estranha e dolorosa farpa que o obriga, passo a passo, a se humilhar diante dEle, a se arrepender e a crer no Senhor Jesus, o Salvador. Então experimentará como a poderosa e bondosa mão de Deus arranca todo o mal.
Em Seu amor, Deus também pode agir assim com o crente que anda por caminhos que O desonram, para que Seu filho volte a desfrutar da comunhão com o Pai.”

A CREDIBILIDADE DA BÍBLIA Parte Final


sagrado". 98/25, 26
Millar Burrows, da Universidade de Yale (nos Estados Unidos), comenta: "Em muitos casos a arqueologia tem refutado as opiniões de críticos modernos. Ela tem demonstrado em vários casos que essas opiniões repousam sobre pressuposições falsas e esquemas irreais e artificiais de desenvolvimento da história (AS 1938, p. 182). Essa é uma contribuição real, que não deve ser minimizada". 17/291
F. F. Bruce faz a seguinte observação: "Diante do fato de que algumas vezes suspeitou-se que Lucas apresentasse dados inexatos e de que a exatidão desses dados foi confirmada por documentos escritos, é legítimo afirmar que a arqueologia tem confirmado o relato do Novo Testamento".
14/331
Bruce acrescenta que, "em sua maior parte, o serviço que a arqueologia tem prestado ao estudo do Novo Testamento é completar as lacunas no conhecimento do contexto histórico, social e cultural, com o que poderemos ler o Novo Testamento com uma compreensão e uma apreciação maiores. Esse contexto é um contexto do primeiro século. A narrativa do Novo Testamento simplesmente não se encaixa num contexto do segundo
século". 14/331
Merrill Unger faz um resumo: "A arqueologia do Antigo Testamento tem redescoberto nações inteiras, tem ressurgido povos importantes e, de um modo bem surpreendente, tem preenchido vazios históricos, aumentando imensuravelmente o conhecimento do contexto histórico, social e cultural da Bíblia". 98/15
William Albright prossegue: "Á medida que o estudo crítico da Bíblia for cada vez mais influenciado pela abundância de material recém-descoberto, vindo do antigo Oriente Próximo, observaremos um aumento crescente do respeito para com o significado histórico de passagens e detalhes atualmente negligenciados e menosprezados, tanto do Antigo como do Novo Testamentos".5/81
Burrows explica a causa de tanta e excessiva desconfiança: "O exagerado ceticismo de muitos teólogos liberais não é fruto de uma avaliação cuidadosa dos dados disponíveis, mas de uma forte predisposição contra o sobrenatural". 95/176
A essa sua declaração, o arqueólogo da Universidade de Yale acrescenta: "Contudo, em geral o trabalho arqueológico tem inquestionavelmente fortalecido a confiança na credibilidade dos registros bíblicos. Mais de um arqueólogo descobriu que seu respeito para com a Bíblia aumentou devido à experiência de escavações na Palestina". 17/1
"Em geral, essas provas que até agora a arqueologia tem trazido a lume, especialmente ao descobrir mais manuscritos, inclusive mais antigos, dos livros da Bíblia, fortalecem nossa confiança na exatidão com que o texto tem sido transmitido através dos séculos". 17/42
Sir Frederic Kenyon diz: "Portanto, é legítimo afirmar que, em relação àquela parte do Antigo Testamento contra a qual diretamente se voltou a crítica destruidora da segunda metade do século dezenove, as provas arqueológicas têm restabelecido a autoridade do Antigo Testamento e, mais, têm aumentado o seu valor ao torná-lo mais inteligível através de um conhecimento mais completo de seu contexto e ambiente. A arqueologia ainda não se pronunciou definitivamente a respeito, mas os resultados já alcançados confirmam aquilo que a fé sugere, que a Bíblia só tem a ganhar com o aprofundar do conhecimento". 46/279
A arqueologia tem descoberto uma riqueza de provas de modo a comprovar a exatidão do texto massorético. (Veja capítulo 4, 2C, O Período Massorético.)
Bemard Ramm escreve acerca do Selo de Jeremias: "A arqueologia também tem comprovado a substancial exatidão do texto massorético. O Selo de Jeremias, um sinete empregado para imprimir os selos de betume em jarras de vinho, e datado do primeiro ou segundo século A.D., tem o texto de Jeremias 48:11 em relevo e, de um modo geral, esse texto se conforma ao texto massorético. Esse selo '... confirma a exatidão com que se transmitiu o texto entre a época em que se fez o selo e a época em que se prepararam os manuscritos'. Além do mais, o Papiro Roberts, datado do segundo século a.C, e o Papiro Nash, a que Albright atribui uma data anterior a 100 A.C, confirmam o nosso texto massorético". 71/8-10
William Albright afirma que "podemos estar certos de que o texto consonantal da Bíblia Hebraica, embora não infalível, foi preservado com uma exatidão talvez sem paralelo com qualquer outro texto literário do Oriente Próximo ... Não, o facho de luz que agora está sendo lançado pela literatura ugarística sobre a poesia hebraica bíblica de todos os períodos assegura a relativa antigüidade da composição desses textos bem como a surpreendente exatidão da sua transmissão". 6/25
O arqueólogo Albright escreve acerca da exatidão das Escrituras, e é confirmado pela arqueologia:"Os dados do Pentateuco são, em geral, muito mais antigos do que a época em que foram finalmente compilados; novas descobertas continuam a confirmar a precisão histórica ou a antigüidade do texto em um detalhe após o outro... Dessa maneira, é uma atitude exageradamente crítica negar o caráter substancialmente mosaico da tradição do Pentateuco." 22/224
Albright comenta sobre o que os críticos costumavam dizer: "Até recentemente era moda entre os historiadores bíblicos tratar as sagas patriarcais de Gênesis como se fossem criações artificiais de escribas israelitas da época do reino dividido ou narrativas contadas por rapsodistas imaginativos em conversas ao redor da fogueira, durante os séculos que se seguiram à ocupação da terra. Pode-se citar nomes consagrados entre estudiosos, que consideram cada item de Gênesis 11-50 como o reflexo de uma invenção tardia ou, pelo menos, como a retroprojeção para o passado remoto de acontecimentos e condições experimentados durante a monarquia, passado sobre o qual acreditava-se que nada tinha sido do conhecimento dos escritores de períodos posteriores." 3/1, 2
Agora tudo mudou, diz Albright: "Desde 1925 as descobertas arqueológicas têm mudado tudo isso. Com exceção de uns poucos obstinados dentre os estudiosos mais antigos, dificilmente se encontra um só historiador bíblico que não tenha ficado impressionado com o rápido aumento de dados que apóiam a historicidade substancial da tradição patriarcal. De acordo com as tradições de Gênesis, os ancestrais de Israel eram parentes próximos dos povos seminômades que viveram os últimos séculos do segundo milênio a.C. e os primeiros séculos do primeiro milênio na Trans-jordânia. Síria, bacia do Eufrates e norte da Arábia". 3/1,2
Afiliar Burrows continua: "Para compreender claramente a situação, devemos distinguir entre dois tipos de confirmação: a geral e a específica. A confirmação geral é uma questão de compatibilidade sem que haja uma clara confirmação de pontos específicos. Pode-se também considerar como confirmação geral boa parte do que já tem sido discutido como explicação e ilustração. O quadro se encaixa na moldura e a melodia e o acompanhamento são harmônicos. A força desse tipo de provas é cumulativa. Quanto mais descobrimos que os detalhes do quadro histórico descrito pela Bíblia são compatíveis com aquilo que conhecemos pela arqueologia, embora esta não confirme diretamente aqueles detalhes, maior é a impressão que temos da autenticidade geral da Bíblia. Simples lendas ou ficções inevitavelmente se revelariam por si mesmas devido a anacronismos e incongruências." 17/278

1D. As Provas do Reino de Elba

Um achado arqueológico que diz respeito à crítica bíblica são os tabletes de Ebla, recentemente descobertos. A descoberta foi feita no norte da Síria por dois professores da Universidade de Roma, os doutores Paolo Matthiae, arqueólogo, e Giovanni Petinato, especialista em epigrafia. A escavação do sítio arqueológico, Tell Mardikh, teve início em 1964; em 1968 encontraram uma estátua do rei Ibbit-Lim. A inscrição fazia referência a Istar, a deusa que "resplandece em Ebla". No auge do seu poder, em 2300 a.C, Ebla tinha uma população de 260.000 pessoas. Foi destruída em 2250 a.C. por Naram-Sin, neto de Sargão o Grande.
Desde 1974, têm sido escavados e encontrados 17.000 tabletes do período do reino de Ebla.
Levará algum tempo até que se faça uma pesquisa significativa para estabelecer a relação entre Ebla e o mundo bíblico. No entanto, algumas contribuições valiosas já foram feitas à crítica bíblica.
No passado, os proponentes da "Hipótese Documentaria" ensinaram que o período descrito na narrativa mosaica (1400 a. C, mil anos depois do reino de Ebla) foi uma época anterior a qualquer conhecimento de escrita (veja o livro deste autor More Evidence That Demands a Veredict, p. 63). Mas Elba mostra que mil anos antes de Moisés, leis, costumes e acontecimentos eram registrados em forma escrita na mesma área do mundo em que Moisés e os patriarcas viveram.
Os proponentes da alta crítica não só têm ensinado que aquela foi uma época anterior à existência da escrita, mas também que o código e a legislação sacerdotais registrados no Pentateuco eram avançados demais para terem sido escritos por Moisés. Alegava-se que, àquela época, os israelitas eram demasiadamente primitivos para terem escrito esses textos e que só na primeira metade do período persa (538-331 a.C.) é que se registrou uma legislação tão detalhada.
No entanto, os tabletes que contêm os códigos legais de Ebla têm revelado lei e procedimentos judiciais bastante elaborados. Há várias e profundas semelhanças com o código legal de Deuteronômio (por exemplo, Deuteronômio 22:22-30), a que os críticos têm atribuído uma data bem tardia.
Um exemplo adicional da contribuição da descoberta de Ebla diz respeito a Gênesis 14, texto que durante anos tem sido considerado pouco confiável do ponto-de-vista histórico. A vitória de Abraão sobre Quedor-laomer e os reis mesopotâmicos tem sido descrita como fictícia e as cinco cidades da planície (Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar) como lendárias (opus cit., p. 79/83).
No entanto, os arquivos de Ebla se referem a todas as cinco cidades da planície, e um tablete relaciona as cidades numa seqüência idêntica a de Gênesis 14. O ambiente descrito nos tabletes reflete a cultura do período patriarcal e descreve que, antes da catástrofe registrada em Gênesis 14, a área era uma região florescente, que experimentava prosperidade e progresso, o que também está registrado em Gênesis.

2D. Exemplos de Confirmação Arqueológica do Antigo Testamento
(Para maiores informações, veja More Evidence That Demands a Veredict).

1E. Gênesis diz que os ancestrais de Israel vieram da Mesopotâmia. Com esse fato concordam as descobertas arqueológicas. Albright afirma que "não é razoável duvidar da tradição hebraica, que identifica os patriarcas diretamente com o vale Balikh, no noroeste da Mesopotâmia". As provas baseiam-se na coincidência de dados bíblicos e arqueológicos, que identificam a mobilização dessas pessoas para fora da Mesopotâmia. 3/2

2E. De acordo com as Escrituras, antes da torre de Babel "em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar" (Gênesis 11:1). Depois da edificação da torre e da sua destruição, Deus confundiu a língua de toda a terra (Gênesis 11:9). Muitos filólogos da atualidade atestam a probabilidade de tal origem para as línguas do mundo. Alfredo Trombetti afirma que isto pode identificar e demonstrar a origem comum de todas as línguas. Mas Mueller também fala dessa origem comum. E Otto Jespersen chega ao ponto de dizer que Deus deu a língua diretamente ao primeiro homem. 29/47

3E. Na genealogia de Esaú, mencionam-se os horeus (Gênesis 36:20). Outrora chegou-se a pensar que essas pessoas fossem "moradores de cavernas" devido à semelhança entre a palavra "horeu" e a palavra hebraica para "caverna" — daí a idéia de que morassem em cavernas. Hoje, no entanto, as descobertas têm revelado que os horeus constituíam um proeminente grupo de guerreiros que viviam no Oriente Próximo, à época patriarcal. 29/72

4E. Durante as escavações de Jerico (1930-1936) Garstang descobriu algo tão surpreendente que ele mesmo e dois outros membros da equipe redigiram e assinaram uma declaração do que haviam encontrado. Em relação a esses achados, Garstang diz: "De modo que quanto ao ponto principal, não há dúvida alguma: os muros caíram para fora de modo tão completo que os atacantes poderiam escalar as ruínas do muro e penetrar na cidade". E o que havia de incomum? O fato de que os muros das cidades não caem para fora, mas para dentro. Todavia, em Josué 6:20 lemos: "... o muro caiu rente com o chão, e o povo subiu à cidade, cada qual para o lugar que lhe ficava defronte, e tomaram a cidade" (IBB). Os muros foram construídos para cair para fora. 31/146

5E. Descobrimos que a genealogia de Abraão é, sem dúvida alguma, histórica. Contudo, parece haver alguma indagação sobre se esses nomes representam indivíduos ou antigas cidades. O que se sabe com certeza sobre Abraão é que ele foi um indivíduo e que de fato existiu. Como Burrows afirma: "Tudo indica que aqui temos um indivíduo histórico. Conforme comentou-se acima, ele não é mencionado em qualquer fonte arqueológica conhecida, mas seu nome aparece na Babilônia como um nome pessoal e isso no próprio período a que ele pertence". 17/258, 259

6E. Embora possivelmente não surjam provas arqueológicas das histórias dos patriarcas, os costumes sociais ali narrados harmonizam-se com os da época e região dos patriarcas. 17/278, 279
Muitas dessas provas surgiram com as escavações em Nizi e em Mari. A partir do trabalho em Ugarite, lançou-se luz sobre a poesia e a língua hebraicas. A legislação mosaica foi vista nos códigos hitita, assírio, sumério e de Eshunna. Através disso podemos enxergar a vida dos hebreus em contraste com o mundo que os cercava, e, conforme diz Albright, "essa é uma contribuição diante da qual tudo mais deve-se tornar insignificante". 6/28
Não importa qual seja a convicção religiosa de diversos estudiosos, as descobertas até agora feitas os têm levado a afirmar a natureza histórica das narrativas relacionadas aos patriarcas. 104/305

7E. Julius Wellhausen, um crítico bíblico do século dezenove e bastante conhecido, achou que o registro da pia de bronze com espelhos não fazia parte do texto original do código sacerdotal. Diante disso, ele atribui ao tabernáculo uma data tardia demais para o período de Moisés. Contudo, não existem razões válidas para aceitar a data tardia (500 a.C.) de Wellhausen. Há provas arqueológicas específicas de espelhos de bronze existentes naquilo que é conhecido como sendo o Período Imperial da história egípcia (1500-1400 a.C). Assim, vemos que esse período é contemporâneo ao de Moisés e do Êxodo (1500-1400 a.C). 29/108

8E. Henry M. Morris comenta: "É claro que ainda existem problemas para uma completa harmonização do material arqueológico com a Bíblia, mas nenhum é tão sério a ponto de anular uma perspectiva concreta de solução iminente mediante investigação mais profunda. Deve ser extremamente significativo que, diante do grande volume de provas corroboradoras da história bíblica desses períodos, hoje não exista um único achado arqueológico inquestionável que comprove que a Bíblia está errada em algum ponto". 65/95


3D. Exemplos do Novo Testamento

1E. É inquestionável a credibilidade de Lucas como historiador. Unger nos informa que a arqueologia tem confirmado os relatos dos Evangelhos, especialmente o de Lucas. Nas palavras de Unger, "Hoje é geralmente aceito nos círculos eruditos que Atos dos Apóstolos é uma obra de Lucas, que pertence ao primeiro século e que exigiu a dedicação de um historiador cuidadoso, o qual foi substancialmente fiel no uso de suas fontes". 97/24
Sir William Ramsey é considerado um dos maiores arqueólogos que já existiu. Foi instruído de acordo com os princípios da escola histórica alemã de meados do século dezenove. Em conseqüência dessa formação, ele cria que o Livro de Atos fora composto em meados do século segundo A.D. Cria nisso com grande convicção. Numa pesquisa para fazer um estudo topográfico da Ásia Menor teve que considerar os escritos de Lucas. Como conseqüência, devido às provas surpreendentes que sua pesquisa revelou, viu-se forçado à alteração radical de suas convicções. Sobre isso ele comentou: "Posso afirmar com absoluta certeza que comecei esta investigação sem uma idéia preconcebida em favor da conclusão que procurarei demonstrar ao leitor. Pelo contrário, principiei com uma atitude desfavorável, pois a engenhosidade e a aparente perfeição da teoria de Tubinga haviam, numa certa época, me convencido totalmente. Na ocasião não era meu propósito estudar o assunto minuciosamente; mas mais recentemente eu me vi em contato com o Livro de Atos, tendo-o como uma autoridade sobre a Ásia Menor em questões de topografia, e de usos e costumes da antigüidade. Para mim foi ficando cada vez mais claro que, em inúmeros detalhes, a narrativa revelava ser maravilhosamente verdadeira. Aliás, principiando com uma idéia fixa de que a obra era essencialmente uma composição do segundo século e jamais aceitando que seus dados refletissem as condições do primeiro século, pouco a pouco vim a descobrir nesse livro um útil aliado na investigação de alguns pontos obscuros e difíceis". 13/36 (citado do livro de Ramsey St. Paul the Traveller and the Roman Gtizen).
Acerca da capacidade de Lucas como historiador, Ramsey chegou à conclusão, após trinta anos de estudo, de que "Lucas é um historiador de primeira linha; suas afirmações não são apenas dignas de crédito... mas esse autor deve ser colocado entre os maiores historiadores". 75/222
Ramsey acrescenta: "O relato de Lucas, em termos de fidedignidade, não tem rival". 76/81
O que Ramsey fez de modo conclusivo e definitivo foi eliminar certas possibilidades. Conforme se vê à luz das provas arqueológicas, o Novo Testamento reflete as condições da segunda metade do primeiro século A.D., e não as de qualquer data posterior. Historicamente é da maior importância que isso tenha ficado bem claro. Em todas as questões passíveis de confirmação, percebe-se que o autor de Atos foi de uma precisão e cuidado tão minuciosos como somente um contemporâneo poderia ser.
Em certa época cria-se que Lucas havia errado completamente nos acontecimentos que ele apresentou como ocorridos à mesma época do nascimento de Jesus (Lucas 2:1-3). Os críticos afirmavam que não houve censo algum, que Quirino não era governador da Síria àquela época e que ninguém teve que voltar à terra natal de sua família para se recensear. 24/159, 160; 29/285
Primeiro, as descobertas arqueológicas revelaram que os romanos regularmente promoviam cadastramento de contribuintes de impostos e também realizavam censos a cada 14 anos. Na verdade essa prática começou sob o reinado de Augusto e ocorreu pela primeira vez em 23-22 a.C. ou em 9-8 a.C. Esta última data é provavelmente aquela a que Lucas se
refere.
Segundo, temos indícios de que Quirino foi governador da Síria por volta de 7 a.C. Esta pressuposição baseia-se numa inscrição encontrada em Antioquia, que identifica Quirino com esse posto. Em conseqüência desse achado, atualmente se supõe que ele foi governador duas vezes — a primeira vez em 7 a.C. e a outra em 6 A.D. (a data atribuída por Josefo). 24/160
Finalmente, em relação à prática de alistamento, um papiro encontrado no Egito oferece orientação para a realização de um censo.
Nele se lê: "Devido ao censo que se aproxima, é necessário que todos aqueles que, por alguma razão, residem longe de sua terra de origem, preparem-se imediatamente para retornar à região administrativa de origem, a fim de completarem o cadastramento da família e a fim de que as terras cultivadas retenham aqueles a que elas pertencem". 24/159, 160;
29/285
Inicialmente os arqueólogos acreditavam que Lucas estava errado ao afirmar que Listra e Derbe ficavam na Licaônia, enquanto Icônio não ficava. (Atos 14:6). Baseavam sua crença em escritos de romanos, tais como os de Cícero, que indicavam que Icônio ficava também na Licaônia. Por isso, os arqueólogos diziam que o Livro de Atos não era confiável. Em 1910, contudo, Sir William Ramsey encontrou um monumento que mostrava que Icônio era uma cidade da Frígia. Descobertas posteriores confirmaram essa informação. 29/317
Entre outras referências históricas feitas por Lucas, encontra-se a menção a Lisânias, tetrarca de Abilene (Lucas 3:1), menção que é identificada com o início do ministério de João Batista, em 27 A.D. O único Lisânias conhecido dos historiadores da antigüidade era um que foi morto em 36 a.C. Contudo, uma inscrição encontrada perto de Damasco registra um "liberto de Lisânias, o Tetrarca", a qual é datada do período entre 14 e 29 A.D. 14/321
Na carta aos Romanos, escrita da cidade de Corinto, Paulo menciona o tesoureiro da cidade, Erasto (Romanos 16:23). Em 1929; durante as escavações de Corinto, encontrou-se um trecho calçado com a seguinte inscrição: ERASTVS PRO: AED: S: P: STRAVIT ("Erasto, administrador dos edifícios públicos, fez este calçamento às suas próprias custas"). De acordo com Bruce, muito provavelmente o calçamento foi feito no primeiro século, e o doador e o homem mencionado por Paulo são, com bastante probabilidade, a mesma pessoa. 16/95; 95/185
Também encontrou-se em Corinto um fragmento de inscrição que, acredita-se, continha na íntegra as palavras "Sinagoga dos Hebreus". Pode-se imaginar que essa inscrição ficasse sobre a porta da sinagoga em que Paulo debateu sobre o evangelho (Atos 18:4-7). Uma outra inscrição de Corinto menciona o "mercado de carne" da cidade, ao qual Paulo se refere em 1 Coríntios 10:25.
Assim, graças às inúmeras descobertas arqueológicas, a maioria das antigas cidades mencionadas no livro de Atos tem sido identificada. Como resultado dessas descobertas, hoje é possível identificar com precisão o trajeto percorrido por Paulo em suas viagens. 19/95; 7/118
Lucas escreve sobre o tumulto em Éfeso e descreve a realização de uma assembléia (ecclesia) civil num teatro (Atos 19:23ss). Os fatos são que a assembléia realmente se reunia naquele local, conforme se vê numa inscrição sobre estátuas de prata de Artemis (isto é, Diana), as quais deviam ser colocadas no "teatro durante uma reunião formal da Ecclesia". Feitas as escavações, comprovou-se que o teatro tinha espaço para comportar 25.000 pessoas. 14/236
Lucas também relata um tumulto ocorrido em Jerusalém pelo fato de Paulo levar um gentio ao templo (Atos 21:28). Encontraram-se inscrições em latim e em grego com os seguintes dizeres: "Nenhum estrangeiro tem permissão para atravessar o muro que cerca o templo e a área adjacente. Quem quer que for surpreendido nessa falta será pessoalmente responsável pela morte que lhe advirá". Mais uma vez comprovou-se que Lucas estava certos. 14/236
Também houve dúvida quanto ao uso que Lucas fazia de certas palavras. Lucas se refere a Filipos como uma "parte" ou "distrito" da Macedônia. Ele emprega a palavra grega mera, que é traduzida por "parte" ou "distrito". F. J. A. Hort acreditava que Lucas estava errado no uso dessa palavra. Ele afirmava que meris referia-se a uma "porção", não a um "distrito", surgindo aí a razão de sua discordância. As escavações arqueológicas, no entanto, têm mostrado que essa mesma palavra, meris, era empregada para descrever as divisões de distrito. Dessa forma, mais uma vez a arqueologia comprova a exatidão de Lucas. 29/320
Atribuíram-se a Lucas outros usos inapropriados de palavras. Tecnicamente ele teria sido impreciso ao referir-se aos governantes de Filipos como praetores. De acordo com os "eruditos", dois duumviri (duúnviros) deviam ter governado a cidade. Mas, como sempre, Lucas estava certo. Descobertas têm mostrado que o Título de praetor era usado pelos magistrados de uma colônia romana. 29/321
A escolha que fez da palavra procônsul como título de Gálio (Atos 18:12) está correta, como comprova a inscrição de Delfos, que num trecho diz: "Lúcio Júnio Gálio, meu amigo e procônsul da Acaia..." 95/180
A inscrição de Delfos (52 A.D.) fornece um período definido de tempo para determinar a época do ministério de um ano e meio de Paulo em Corinto. Disso sabemos pelo fato, revelado por outras fontes, de que Gálio assumiu a função em primeiro de julho e que permaneceu no posto por apenas um ano, e que esse um ano na função de procônsul coincidiu parcialmente com o trabalho de Paulo em Corinto. 14/324
Lucas trata Públio, o principal líder em Malta, pelo título de "homem principal da ilha" (Atos 28:7). Através de escavações descobriram-se inscrições que lhe conferem o título de "homem principal". 14/325
Mais um caso é o do uso da palavra politarxas para designar as autoridades civis de Tessalônica (Atos 17:6). Uma vez que a palavra politarxes não é encontrada na literatura clássica, mais uma vez pressupôs-se que Lucas estivesse errado. No entanto, foram encontradas cerca de dezenove inscrições que empregam o título. Curiosamente, cinco dessas inscrições referem-se às autoridades de Tessalônica. 14/325
Em 1945, foram encontrados nos arredores de Jerusalém dois ossuários na forma de caixas de ossos. Esses ossuários exibiam inscrições que o descobridor, Eleazar L. Sukenik, afirmou serem "os mais antigos registros do cristianismo". Esses receptáculos fúnebres foram encontrados num túmulo usado antes de 50 A.D. As inscrições traziam dos dizeres Iesous iou e Iesous aloth Também havia quatro cruzes. É provável que a primeira inscrição seja uma oração a Jesus pedindo ajuda, e a segunda, uma oração pela ressurreição da pessoa, cujos ossos se encontravam no ossuário. 14/327, 328
Não é de admirar que E. M. Blaiklock, professor de Literatura Clássica na Universidade de Auckland, chegue à conclusão de que "Lucas é um historiador da mais alta capacidade, com todo o direito de ser colocado entre os grandes escritores gregos". 12/98

2E. O Pavimento. Durante séculos não se soube de qualquer registro acerca do pátio onde Jesus foi julgado por Pilatos (local denominado ábata, ou Pavimento, João 19:13).
Em The Archaeology of Palestine (A Arqueologia da Palestina), William F. Albright mostra que esse pátio ficava na Torre de Antônia, que era o quartel-general dos romanos em Jerusalém. Quando da reconstrução da cidade, à época de Adriano, a torre permaneceu soterrada, e só foi descoberta recentemente. 2/141

3E. O Poço de Betesda, outro local sem qualquer registro a não ser no Novo Testamento, pode agora ser localizado "com uma boa dose de certeza, na zona nordeste da cidade velha (a área denominada Bezeta, ou 'Novo Gramado'), no primeiro século A.D., onde, em 1888, durante escavações próximas à Igreja de Santa Ana, descobriram-se vestígios desse poço". 14/329


CONCLUSÃO


Depois de tentar refutar a historicidade e a validade das Escrituras, cheguei à conclusão de que elas são historicamente confiáveis. Se alguém rejeitar a Bíblia alegando não poder confiar nela, terá então, que rejeitar quase toda a literatura da antigüidade.
Um problema com que constantemente me defronto é o desejo de muitas pessoas de aplicarem um tipo de teste à literatura secular, e outro tipo à Bíblia. É preciso aplicar o mesmo teste, quer seja a literatura examinada secular quer seja religiosa. Feito isto, creio que se pode segurar as Escrituras nas mãos e dizer: "Pode-se acreditar na Bíblia; ela é historicamente confiável".
As palavras de Sir Walter Scott em relação às Escrituras podem, com propriedade, servir de resumo para esta seção:

"Repousa nesse volume sério
Dos mistérios o mistério.
Felizes aqueles dentre a humana raça
A quem Deus concedeu a graça
De ler, temer, ter esperança, orar,
Abrir passagem e o caminho forçar;
E que jamais tivessem nascido melhor seria
Aqueles que lêem para duvidar ou para zombaria".
84/140

BIBLIOGRAFIA

1. ALBRIGHT, William F. Archaeology and the Religions of Israel (A Arqueologia e as Religiões de Israel). Baltimore: Johns Hopkins University, 1956.
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