quinta-feira, 25 de maio de 2017


O propósito de Deus nos desvios

Versículo do dia: E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. (Colossenses 3.17)
Você já se perguntou o que Deus está fazendo enquanto você está buscando no lugar errado por algo que perdeu e de que precisava seriamente? Ele sabe exatamente onde está e ele está deixando você procurar no lugar errado.
Certa vez precisei de uma citação para uma nova edição do meu livro Desiring God [Em busca de Deus – Shedd Publicações]. Eu sabia que a tinha lido em Richard Wurmbrand. Pensei que estava em seu livro devocional, Reaching Toward the Heights [Atingindo as Alturas]. Eu quase podia vê-la no lado direito das páginas viradas. Mas não consegui encontrá-la.
Porém, enquanto estava procurando, fui atraído a uma página, o devocional de 30 de novembro. Quando eu o li, disse: “Esta é uma das razões pelas quais tive que continuar procurando a minha citação”. Ali havia uma história, não para mim, mas para os pais de crianças deficientes.
Ter crianças deficientes é como buscar no lugar errado pelo que você perdeu, e não conseguir encontrar. Por quê? Por quê? Por quê? Essa foi a recompensa não planejada de momentos “desperdiçados”.
Em um lar para crianças deficientes, Catherine foi assistida por vinte anos. A criança era [deficiente mental] desde sempre e nunca tinha dito uma palavra, mas apenas vegetava. Ela olhava calmamente para as paredes ou fazia movimentos desordenados. Comer, beber e dormir era no que consistia toda a sua vida. Ela parecia não participar do que acontecia à sua volta. Uma perna teve que ser amputada. A equipe desejava o bem de Cathy e esperava que o Senhor em breve a tomasse para Si.
Um dia, o médico chamou o diretor para vir rapidamente. Catherine estava morrendo. Quando ambos entraram na sala, não podiam acreditar no que viam. Catherine estava cantando hinos cristãos que tinha ouvido e memorizado, exatamente aqueles adequados para leitos de morte. Ela repetia vez após vez a canção alemã: “Onde a alma encontra sua pátria, seu descanso?”. Ela cantou por meia hora com o rosto transfigurado, depois morreu calmamente. (Extraído de The Best Is Still to Come [O Melhor Ainda Está por Vir], Wuppertal: Sonne und Shild)
Alguma coisa feita em nome de Cristo é realmente desperdiçada?
Minha busca frustrada e inútil pelo que pensei que precisava não foi desperdiçada. Cantar para esta criança com deficiência não foi desperdiçado. E o seu desvio angustiante e não planejado não é um desperdício — não se você olhar para o Senhor em busca de sua obra inesperada e fizer o que precisa ser feito em seu nome (Colossenses 3.17). O Senhor trabalha por aqueles que nele esperam (Isaías 64.4).
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original: 25 de Maio – O propósito de Deus nos desvios. © 2017 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Tradução: Camila Rebeca Almeida. Revisão: Vinicius Musselman. Narração: Emílio Garofalo Neto.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato ou canal, desde que adicione um link para esta postagem, não altere o conteúdo original e não venda o material ou acesso ao material.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Pérolas Diárias



24 de Maio

"Ele, porém, guardou silêncio, e nada respondeu." Marcos 14.61
É muito interessante observar como Jesus usou o silêncio em Sua vida. Esse silêncio é parte da Sua vitória conquistada. As provocações debochadas dos inimigos: "...desce da cruz" esmoreceram e emudeceram porque Ele se calou. Seu grito triunfal: "Está consumado!" soou mais poderosamente em meio ao Seu sereno silêncio, e acabou levando o capitão a dizer: "Verdadeiramente este era Filho de Deus!." Mas Ele se calou. Quão pouco temos a índole de Jesus! Por que você defende tão ardorosamente a sua causa? Por que você vive a se defender? Pense no que fez seu Salvador: "...quando ultrajado, não revidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente." O Senhor Jesus estava decidido a seguir pelo caminho da morte para que nós pudéssemos viver. Por isso Ele se calou. Nós não podemos seguir nenhum caminho diferente daquele que Jesus seguiu, e este é o caminho da morte. A carne procura os seus direitos; o espírito se cala. Aqueles que são de Cristo conseguem ficar calados mesmo em meio às maiores injustiças. Mas aqueles que amam a própria carne se exaltam e falam alto. Você conhece o silêncio diante de Deus? Nosso falar com Deus em oração é importante, mas mais importante ainda é que Deus possa falar a nós. Você escuta o Senhor? Ele nos exorta: "Ouvi-me atentamente".

O fundamento da sua segurança

Versículo do dia: Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito. (2 Tessalonicenses 2.13)
Dezenas de passagens na Bíblia falam de nossa salvação final (embora não da nossa eleição) como condicionada a um coração e vida transformados. Surge, então, o questionamento: Como posso ter a segurança de que perseverararei na fé e na santidade necessárias para herdar a vida eterna?
A resposta é que a segurança está enraizada em nossa eleição (2 Pedro 1.10). A eleição divina é a garantia de que Deus se comprometerá a completar pela graça santificadora o que a sua graça eletiva começou.
Esse é o significado da nova aliança: Deus não meramente ordena a obediência, ele a dá: “O SENHOR, teu Deus, circuncidará o teu coração e o coração de tua descendência, para amares o SENHOR, teu Deus, de todo o coração e de toda a tua alma, para que vivas” (Deuteronômio 30.6). “Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos” (Ezequiel 36.27; cf. 11.20).
A eleição assegura que “aos que [Deus] justificou, a esses também glorificou” (Romanos 8.30), de modo que todas as condições estabelecidas para a glorificação serão satisfeitas pelo poder da graça de Deus.
A eleição é o fundamento final da segurança porque, como o compromisso de Deus é salvar, assim também o compromisso de Deus é capacitar para tudo o que é necessário à salvação.
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original: 24 de Maio – O fundamento da sua segurança. © 2017 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Tradução: Camila Rebeca Almeida. Revisão: Vinicius Musselman. Narração: Emílio Garofalo Neto.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato ou canal, desde que adicione um link para esta postagem, não altere o conteúdo original e não venda o material ou acesso ao material.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Pérolas Diárias



23 de Maio

"Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida." Apocalipse 2.10
Tribulações nos trazem conseqüências abençoadas. A Bíblia nos ensina que "através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus." Por quê? Resposta: "Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação." Quais são os resultados abençoados da tribulação?
1. A tribulação faz com que oremos mais fervorosamente, faz com que demos mais valor à ação de Deus do que às nossas próprias ações. "...Deus que me respondeu no dia da minha angústia."
2. A tribulação nos faz experimentar de maneira especial o poder do Senhor: "Porque foste... a fortaleza do necessitado na sua angústia."
3. A tribulação também nos move a buscar mais seriamente o Senhor: "Senhor, na angústia te buscaram."
4. Na tribulação experimentamos de modo especial o consolo do Senhor: "É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação."
5. Tribulação nos proporciona o que em tempos normais só raras vezes temos, ou seja, paciência: "...sabendo que a tribulação produz perseverança (paciência)."
6. Por meio da tribulação recebemos abundância de alegria: "porque no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria."

Cristo vale a pena?

Versículo do dia: Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. (Lucas 14.26-27)
Jesus não tem vergonha ou receio de nos contar o “pior” — o custo doloroso de ser cristão: aborrecer a família (versículo 26), tomar uma cruz (versículo 27), renunciar as posses (versículo 33). Não há nenhuma letra pequena no pacto da graça. São todas grandes e em negrito. Não há graça barata! Custa caríssimo! Venha e seja meu discípulo.
Porém, Satanás esconde o seu pior e mostra apenas o seu melhor. Tudo o que realmente importa no acordo com Satanás está em letras pequenas na última página.
Na primeira página, em letras grandes e em negrito, estão as palavras: “É certo que não morrereis” (Gênesis 3.4) e “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mateus 4.9). Mas na parte de trás, em letras pequenas — tão pequenas que você só consegue lê-lo com a lupa da Bíblia — está escrito: “E depois dos prazeres fugazes, você sofrerá comigo para sempre no inferno”.
Por que Jesus está disposto a nos mostrar o seu “pior”, bem como o seu melhor, enquanto Satanás só nos mostra o seu melhor? Matthew Henry responde: “Satanás mostra o melhor, mas oculta o pior, porque seu melhor não [compensa] o seu pior; porém o de Cristo compensará abundantemente”.
O chamado de Jesus não é apenas um chamado ao sofrimento e abnegação; é primeiramente um chamado para um banquete. Essa é a ênfase da parábola em Lucas 14.16-24. Jesus também promete uma gloriosa ressurreição onde todas as perdas dessa vida serão reparadas (Lucas 14.14). Ele também nos diz que nos ajudará a suportar as dificuldades (Lucas 22.32). Ele também nos diz que nosso Pai nos dará o Espírito Santo (Lucas 11.13). Ele promete que mesmo se formos mortos por causa do reino, não se perderá um só fio de cabelo da nossa cabeça (Lucas 21.18).
Isso significa que quando nos sentamos para calcular o custo de seguir a Jesus — quando consideramos o “pior” e o “melhor” — ele vale a pena. Abundantemente vale a pena (Romanos 8.18; 2 Coríntios 4.17).
Não é assim com Satanás. O pão roubado é doce, mas depois a boca se encherá de cascalho (veja Provérbios 20.17).
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original: 23 de Maio – Cristo vale a pena?. © 2017 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Tradução: Camila Rebeca Almeida. Revisão: Vinicius Musselman. Narração: Emílio Garofalo Neto.
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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Pérolas Diárias



22 de Maio

"Visto que pelo seu divino poder nos têm sido doadas todas as cousas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude." 2 Pedro 1.3
Pelo seu andar perseverante com Deus, Enoque aprendeu a conhecê-lO cada vez melhor, e, desta maneira, ficou cada vez mais firme no Senhor. Enoque foi por toda parte com seu Deus. No campo, o Senhor estava com ele! No lar, o Senhor estava com ele! Nas visitas, o Senhor estava ao seu lado! Quanto mais perseverantemente andamos com Deus, mais O reconhecemos e mais somos capacitados a andar com Ele sem vacilar. Enoque nunca viu a Deus, mas mesmo assim se firmou nEle como se O visse. Um dia, de repente, foi como se uma mão lhe fosse estendida e uma voz lhe dissesse: "Enoque, venha, está na hora..." – e nesse mesmo instante ele já se encontrava na presença do Senhor, e, com indescritível alegria, pode ver Aquele com quem havia andado tanto tempo. A Bíblia diz simplesmente: "...não foi achado, porque Deus o trasladara." Esta frase mostra que, aparentemente, aconteceu uma ansiosa procura por Enoque, mas ele havia sumido! Como o arrebatamento de Enoque foi possível? Esta é a resposta: ele viveu e andou com Deus. Durante trezentos anos, ele permaneceu na santificação, permaneceu no amor, perseverou em oração e por isso foi um bom testemunho do amor de Deus.

Jesus conhece as suas ovelhas

Versículo do dia: As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço. (João 10.27)
Jesus conhece aqueles que são dele. Que conhecimento é esse?
João 10.3 é um paralelo próximo ao versículo 27, que diz: “As ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora”.
Assim, quando Jesus diz: “Eu as conheço”, isso significa, no mínimo, que ele as conhece pelo nome; ou seja, as conhece individual e intimamente. Elas não são anônimas e perdidas no rebanho.
Os versículos 14-15 dão outra perspectiva: “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai”.
Existe uma semelhança real entre o modo como Jesus conhece seu Pai no céu e como ele conhece as suas ovelhas. Jesus vê a si mesmo no Pai, e vê a si mesmo em seus discípulos.
Até certo ponto, Jesus reconhece seu próprio caráter em seus discípulos. Ele vê a sua própria marca na ovelha.
Ele é como um marido à espera de sua esposa no aeroporto, observando à medida que cada pessoa desembarca do avião. Quando ela aparece, ele a conhece, reconhece suas feições, se deleita nela, ela é a única que ele abraça.
O apóstolo Paulo o coloca assim: “o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem” (2 Timóteo 2.19).
É difícil enfatizar o enorme privilégio de ser conhecido de forma pessoal, íntima e amorosa pelo Filho de Deus. Essa é uma dádiva preciosa para todas as suas ovelhas, e tem em si a promessa da vida eterna.
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original: 22 de Maio – Jesus conhece as suas ovelhas. © 2017 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Tradução: Camila Rebeca Almeida. Revisão: Vinicius Musselman. Narração: Emílio Garofalo Neto.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato ou canal, desde que adicione um link para esta postagem, não altere o conteúdo original e não venda o material ou acesso ao material.

domingo, 21 de maio de 2017

Pérolas Diárias



21 de Maio

"...Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento. " 1 Pedro 1.15
Como é andar com Deus em secreto? Imaginemos como Enoque andava com Deus:
1. Através de conversação santificada. Enoque falava com Deus e Deus falava com Enoque. Eles tratavam tudo entre si. Só podemos andar com Deus quando temos um constante e santificado diálogo com o Senhor, e só dessa maneira é que nossa pátria será a pátria celestial. Somos um exemplo no nosso comportamento? A conversação santificada com o Senhor só acontece pela Bíblia e pela oração.
2. Acompanhando o Senhor passo a passo em santidade. Portanto, como se deve andar com o Senhor? "...Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou." Isto quer dizer que não devemos andar depressa demais, nos adiantando ao Senhor, nem devagar demais, ficando para trás. Cristãos que ficaram cansados espiritualmente são aqueles que andaram rápido demais, que passaram à frente do Senhor, que fizeram planos e de repente notaram que, apesar das suas orações, o Senhor não abençoou os seus planos. Deus não quer que você faça planos, Ele quer revelar a você os planos dEle. Acompanhe os passos de Deus! Cristãos que ficam para trás são aqueles que andam devagar demais, que são duros demais para obedecer. Você anda com Deus?

Deus trabalha para você

Versículo do dia: Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra. Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará aquele que te guarda. (Salmo 121.1-3)
Você precisa de ajuda? Eu preciso. Onde você busca socorro?
Quando o salmista elevou os olhos para os montes e perguntou: “De onde me virá o socorro?”, ele respondeu: “O meu socorro vem do Senhor”, não dos montes, mas do Deus que fez os montes.
Assim, ele se lembrou de duas grandes verdades: Uma é que Deus é um poderoso Criador que está acima de todos os problemas da vida; a outra é que Deus nunca dorme.
Deus é um trabalhador incansável. Pense em Deus como um trabalhador em sua vida. Sim, é incrível. Somos propensos a pensar em nós mesmos como trabalhadores na vida de Deus. Mas a Bíblia quer que primeiro nos maravilhemos de que Deus é um trabalhador em nossas vidas: “Desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Isaías 64.4).
Deus está trabalhando por nós o tempo todo. Ele não tira dias para descanso e nem dorme. Na verdade, ele está tão desejoso de trabalhar por nós que busca por mais trabalho a fazer pelas pessoas que confiam nele: “Quanto ao SENHOR, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele” (2 Crônicas 16.9).
Deus ama mostrar o seu incansável poder, sabedoria e bondade ao trabalhar por pessoas que confiam nele. Jesus foi a principal forma pela qual o Pai mostrou isso: “O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir” (Marcos 10.45). Jesus trabalha por seus seguidores. Ele os serve.
Isso é o que devemos crer — realmente crer — para nos regozijarmos sempre (1 Tessalonicenses 5.16) e dar sempre graças por tudo (Efésios 5.20), para que tenhamos “a paz de Deus, que excede todo o entendimento” (Filipenses 4.7) e para que não andemos ansiosos por coisa alguma (Filipenses 4.6), para que odiemos as nossas vidas “neste mundo” (João 12.25) e para que “amemos [nosso] próximo como a [nós mesmos]” (Mateus 22.39).
Que verdade! Que realidade! Deus está acordado a noite toda e o dia todo para trabalhar por aqueles que nele esperam.
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original: 21 de Maio – Deus trabalha para você. © 2017 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Tradução: Camila Rebeca Almeida. Revisão: Vinicius Musselman. Narração: Emílio Garofalo Neto.
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sábado, 20 de maio de 2017

Pérolas Diárias



20 de Maio

"Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios." 1 Timóteo 4.1
Por que para Enoque foi tão necessário andar com Deus? Porque ele era um personagem dos tempos finais. A época em que estamos vivendo corresponde exatamente àquela época. O ocultismo, o espiritismo, a adivinhação e outras práticas pecaminosas revelam um cristianismo promíscuo. Ele mostra que as pessoas têm o coração dividido, que dizem sim a Deus e ao mesmo tempo também dizem sim a Satanás! Naquela época, como hoje, há uma invasão de espíritos. Por isso, Enoque tinha que andar com Deus para que não fosse envolvido por esse ocultismo. Isso é muito sério: hoje mais do que nunca temos que andar totalmente com Deus, caso contrário cairemos em poder do espírito do anticristo, o diabo com roupagem cristã. Mas também houve um fator positivo no fato de Enoque ter que andar com Deus. Ele estava destinado ao arrebatamento, e isso antes que o juízo acontecesse! Somente depois do seu arrebatamento é que veio o dilúvio. Mais do que nunca fica claro que todos os verdadeiros "Enoques" estão destinados ao arrebatamento antes do juízo que virá sobre todo o mundo.

Como odiar a sua vida

Versículo do dia: Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna. (João 12.24-25)
“Aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna”. O que isso quer dizer?
Isso quer dizer, no mínimo, que você não se preocupa muito com a sua vida neste mundo. Em outras palavras, simplesmente não tem muita importância o que acontece com a sua vida neste mundo.
Se os homens falam bem de você, não importa muito.
Se eles o odeiam, não importa muito.
Se você tem muitas coisas, não importa muito.
Se você tem pouco, não importa muito.
Se você é perseguido ou caluniado, não importa muito.
Se você é famoso ou desconhecido, não importa muito.
Se você está morto, essas coisas simplesmente não importam muito.
Porém, isso é ainda mais radical. Há algumas escolhas a serem feitas aqui, não apenas experiências passivas. Jesus prossegue dizendo: “Se alguém me serve, siga-me” (João 12.26). Para onde? Ele está indo para o Getsêmani e para a cruz.
Jesus não está apenas dizendo: Se as coisas correrem mal, não se preocupe, já que você está morto de qualquer modo. Ele está dizendo: Escolha morrer comigo. Escolha odiar a sua vida neste mundo da maneira que eu escolhi a cruz.
Isso é o que Jesus quis dizer quando afirmou: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mateus 16.24). Ele nos convoca a escolhermos a cruz. As pessoas só faziam uma coisa numa cruz. Elas morriam nela. “Tome a sua cruz” significa: “Como um grão de trigo, caia na terra e morra”. Escolha isso.
Mas, por que? Por causa do compromisso radical com o ministério: “Em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (Atos 20.24). Parece que ouço Paulo dizendo: “Não importa o que aconteça comigo, se eu apenas puder viver para a glória de sua graça”.
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original: 20 de Maio – Como odiar a sua vida. © 2017 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Tradução: Camila Rebeca Almeida. Revisão: Vinicius Musselman. Narração: Emílio Garofalo Neto.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato ou canal, desde que adicione um link para esta postagem, não altere o conteúdo original e não venda o material ou acesso ao material.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Pérolas Diárias



19 de Maio

"Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte." Hebreus 11.5
O nome Enoque significa "consagração", "entrega". Enoque foi um homem consagrado a Deus numa época de muita maldade. Quem é uma pessoa consagrada a Deus? Aquele que vive constantemente no âmbito da vontade de Deus. O Senhor Jesus foi uma pessoa consagrada a Deus: "E aquele que me enviou está comigo, não me deixou só, porque eu faço sempre o que lhe agrada."
Em Enoque vemos três resultados de uma vida consagrada a Deus, ou seja, primeiro seu andar com Deus (Gn 5.24), depois sua fé em Deus (Hb 11.5), e em terceiro lugar seu testemunho acerca de Deus (Jd 14).
A fé que Enoque tinha em Deus o levou ao arrebatamento. Disso deduzimos que ele, como Moisés, "pela fé... permaneceu firme como a quem vê aquele que é invisível", e que ele confiava mais no Deus invisível do que em todas as coisas visíveis. Por meio desta fé ele foi arrebatado. Só experimentaremos o arrebatamento por meio de uma fé assim, como a que Enoque teve. Em que consistia seu testemunho, o que ele falava de Deus? "Eis que veio o Senhor entre suas santas miríades." Quem crê em Deus e anda com Ele reconhece as intenções futuras do Senhor e tem de anunciar a Sua vinda.

11 razões para a avaliação semanal de culto

  1. Para que você possa progredir como um pregador.
Em 1 Timóteo 4.13-15, Paulo exorta Timóteo a servir a igreja com seus dons, particularmente no ministério público da Palavra. Ele diz: “Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto”. Ter uma avaliação semanal de culto mantém como prioridade o meu desenvolvimento como um pregador. Essa avaliação me ajuda a continuar progredindo como pregador.
  1. Para que outros possam ver o seu progresso.
Observe como Paulo não apenas enfatiza a importância de Timóteo progredir como um pregador. Ele também enfatiza a importância de que outros vejam o progresso que Timóteo está fazendo.
É verdade que as pessoas de nossa congregação devem ver o nosso progresso apenas por estarem presentes sob a Palavra pregada semana após semana. No entanto, por meio da avaliação semanal de culto, damos a oportunidade para que algumas pessoas vejam mais nitidamente esse progresso. Não é incomum que homens me falem sobre como eles têm percebido que tenho praticado o feedback que eles deram.
  1. Para mantê-lo encorajado.
O ministério de pregação pode ser solitário e desanimador. Se você tiver apenas algumas palavras vagas de lisonja na porta da igreja após o culto ou um e-mail ocasional de pessoas que discordam de um sermão aqui e ali, então você não está recebendo o incentivo do “tipo Barnabé” que alimenta a perseverança no ministério. É uma rica bênção ouvir sobre maneiras específicas pelas quais Deus usou coisas específicas que eu disse no púlpito para ajudar homens e mulheres a amarem a Deus mais profundamente e glorificá-lo mais plenamente.
  1. Para mantê-lo humilde.
O orgulho é mortal para o ministério pastoral. Na avaliação de culto, regularmente me lembro dos lugares onde há espaço para o crescimento em minha pregação. Ter homens na igreja que me estimulam a crescer me impede de pensar que já alcancei o crescimento. Semana após semana, encontro-me frente a frente com a realidade do meu desespero para que Deus opere através da minha pregação, apesar das imperfeições dos sermões.
  1. Para exemplificar o encorajamento e a crítica piedosos.
Modelos nocivos de encorajamento (lisonja) e crítica (ataque) são exemplificados em toda a mídia e na sociedade em geral. A igreja precisa de líderes que proporcionem um exemplo melhor e mais piedoso de engajamento. Em nossa avaliação semanal de culto, tenho a oportunidade de trazer encorajamento e crítica útil e ponderada a outros líderes de culto e pregadores na igreja. Busco confirmar dons e evidências de graça, sem lisonjas inúteis e vagas. Também tento fazer uma crítica séria e focada que visa ajudar um indivíduo a crescer em fidelidade e eficácia no ministério. Meu feedback define o tom para a reunião e fornece um exemplo saudável e amoroso de engajamento, não só para a avaliação de culto, mas também para outras esferas da vida.
  1. Para exemplificar a humildade.
A avaliação semanal de culto é uma oportunidade maravilhosa para mostrar aos outros como receber crítica (e talvez até mesmo correção ocasional) com humildade e gratidão. Uma grande parte do nosso trabalho como pastores é corrigir o erro (Tito 1.9). Uma avaliação de culto proporcionará oportunidades para exemplificar a maneira como os cristãos devem humildemente receber a contribuição crítica de outros. Pode ser difícil receber feedback crítico de homens na igreja que não estão formalmente treinados e que raramente (se alguma vez) pregaram. No entanto, descobri que há alguma verdade a ser obtida de quase todos os comentários que recebo. Cada vez que meu sermão é criticado, tenho a oportunidade de mostrar aos outros na igreja como receber humildemente auxílio em forma de crítica.
  1. Para criar menos oportunidades de divisão.
Não é incomum que uma igreja tenha algumas pessoas que têm conflitos com elementos doutrinários ou estilísticos da pregação do pastor. Se não dermos ao nosso povo um espaço saudável, ao nosso lado, para processar seus desentendimentos, então é mais provável que lidem com eles sem nós de maneiras nocivas e potencialmente divisórias. Uma vez que a avaliação de culto oferece uma oportunidade para as pessoas compartilharem as suas preocupações de um modo saudável, há menos tentação para fofocarem atrás das portas fechadas.
  1. Para desenvolver outros pregadores.
Tenho percebido que a avaliação de culto é uma ferramenta extremamente útil na identificação e desenvolvimento de pregadores. Você aprende como alguém está pensando sobre a Bíblia pelo tipo de feedback que eles dão. Não apenas isso, mas parte do que fazemos em nossa reunião de avaliação de culto é ter em perspectiva o texto do sermão da próxima semana, e muitas vezes convido irmãos a estudarem e delinearem o texto com antecedência para que possamos comparar o nosso trabalho. Isso me dá oportunidades de ver como irmãos preparam sermões antes de dar-lhes uma oportunidade de pregar em um culto de domingo de manhã ou à noite.
  1. Para aprofundar-se.
Uma das partes mais importantes da preparação do sermão é cortar coisas. Muitas vezes, há grandes discernimentos sobre o texto ou maravilhosos pontos de aplicação que são cortados. Muitas vezes tenho a oportunidade de compartilhar algumas dessas ideias adicionais em uma reunião de avaliação de culto, para benefício dos participantes na reunião.
  1. Para ensinar sobre os elementos do culto.
A pregação não é tudo o que acontece no domingo de manhã. Muitas igrejas evangélicas atuais casualmente passam de alguns anúncios, para algumas canções, um sermão e um adeus. Por isso, muitos elementos do culto de nossa igreja — confissões, orações, leituras corporativas das Escrituras e as ordenanças — são relativamente novos para muitos membros e participantes. Ainda que tentemos ensinar a igreja sobre os elementos do culto durante todo o culto em si, nossa avaliação de culto é uma grande oportunidade para explicar e responder perguntas sobre nossa ordem de culto.
  1. Para analisar a compreensão da congregação.
Mais de uma vez fui alertado na avaliação de culto por usar palavras ou referenciar conceitos que assumi serem amplamente conhecidos, mas que foram totalmente incompreendidos em minha congregação. E às vezes, no meio da avaliação de culto, cheguei à conclusão de que não havia preparado adequadamente minha congregação para uma oração ou confissão mais longa. A avaliação do culto me impede de pastorear como um seminarista zeloso e me ajuda a liderar como um pastor.

Quatro cuidados uma vez que iniciar a avaliação semanal de culto

  1. Não diminua a autoridade dos presbíteros.
Em uma avaliação de culto eficaz, há um dar e receber entre pastores e membros da igreja. Enquanto isso é saudável, conversas casuais sobre uma questão doutrinária podem diminuir a autoridade distinta dos presbíteros como aqueles exclusivamente responsáveis ​​por guardarem a doutrina de uma igreja. Por essa razão, recomendo que o pastor da igreja mantenha a avaliação do sermão estruturada e focada para que ele possa facilmente guiar a discussão e corrigir quando necessário. O objetivo é permitir interações e perguntas saudáveis ​​enquanto mantém “as mãos no volante”.
  1. Não crie uma cultura onde as pessoas estejam criticando a Palavra pregada como uma alternativa a submeterem-se a ela.
Descobri que, depois de terem sido introduzidos na prática da crítica saudável do sermão, homens às vezes escutam mais atentamente os sermões para que estejam preparados para criticar na avaliação de culto. Às vezes, essa atenção pode vir à custa de se sentar sob a Palavra de Deus para ser nutrido por ela e submeter-se a ela. Por essa razão, começamos a concluir o nosso tempo de avaliação de culto percorrendo a sala e compartilhando como fomos pessoalmente afetados pela pregação da Palavra, e como queremos que nossas vidas sejam diferentes como resultado do que foi pregado. Alimentar-se da Palavra de Deus, não criticar a pregação dela, deve ser sempre a prioridade em nossas igrejas. A vida cristã não é meramente um exercício intelectual, mas um exercício de submissão à Palavra de Deus.
  1. Não pregue tendo em vista a avaliação do sermão.
A avaliação do sermão tem me ajudado na preparação do sermão, mas também tem trazido consigo novas tentações. Enquanto escrevo o meu sermão, estou sempre ciente de que algo nele será averiguado na avaliação de culto. Também posso antecipar se algo que eu pregar receberá louvor especial na avaliação. Não devemos nos entregar ao desejo de evitar pregar algo simplesmente porque nós obteremos resistência. Da mesma forma, não devemos buscar dar ênfase especial a algo em um sermão, a fim de receber o louvor dos homens.
Como pregadores, não somos primariamente servos de nossas próprias congregações; somos servos de Deus. Devemos ser servos de Deus acima de tudo, se quisermos servir ao seu povo. Isso geralmente significa dizer às pessoas o que elas não querem ouvir.
Devemos também lembrar que as pessoas que vêm para a avaliação de culto não são um reflexo exaustivo da congregação. Alguns dos homens na avaliação de culto podem realmente apreciar se eu gastar mais tempo em meu sermão em uma questão de crítica textual em Mateus 18.15 (ou seja, “contra ti” é original?). Contudo, gastar muito tempo nessa questão não seria útil para a minha congregação. Eu não estou pregando para os homens na avaliação de culto, estou pregando para toda a igreja.
  1. Não deixe de reconhecer os aspectos intangíveis da pregação.
O ato de pregar não é meramente um evento natural. É sobrenatural porque o Espírito de Deus está operando de maneiras que nem sempre são quantificáveis. À medida que participamos da prática de criticar sermões, não devemos cair no erro de ver a pregação como um mero ato natural de um homem. Há coisas acontecendo (ou não) enquanto pregamos que estão além do alcance de qualquer crítica ou encorajamento úteis.
Por: Jeff Lacine. © 9Marks. Website: 9marks.org. Traduzido com permissão. Fonte: 11 Reasons For A Weekly Service Review—And 4 Cautions Once You Start.
Original: 11 razões para uma avaliação semanal de culto. © Ministério Fiel. Website: MinisterioFiel.com.br. Todos os direitos reservados. Tradução: Camila Rebeca Teixeira. Revisão: André Aloísio Oliveira da Silva.

O que faz Jesus exultar

Versículo do dia: Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado. (Lucas 10.21)
Esse versículo é uma das únicas duas passagens nos evangelhos onde se diz que Jesus se alegrou. Os setenta discípulos tinham acabado de voltar de suas jornadas para pregação e relataram seu sucesso a Jesus.
Lucas escreve no versículo 21: “Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado”.
Observe que os três membros da Trindade se alegram aqui: Jesus está se alegrando; mas é dito que ele está se alegrando no Espírito Santo. Eu considero que isso signifique que o Espírito Santo está enchendo-o e movendo-o a se alegrar. Depois, no fim do versículo, é descrito o agrado de Deus Pai. A NVI o traduz como: “Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado”.
Ora, o que fez toda a Trindade se alegrar juntamente nesta passagem? É o amor livre e eletivo de Deus em esconder coisas da elite intelectual e revelá-las aos pequeninos. “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos”.
E o que o Pai esconde de alguns e revela a outros? Lucas 10.22 responde: “Ninguém sabe quem é o Filho, senão o Pai”. Assim, o que Deus Pai deve revelar é a verdadeira identidade espiritual do Filho.
Quando os setenta discípulos voltam de sua missão evangelística e dão seu relatório a Jesus, ele e o Espírito Santo se regozijam de que Deus Pai, escolheu, de acordo com sua boa vontade, revelar o Filho aos pequeninos e escondê-lo dos sábios.
A questão não é que existam apenas certas classes de pessoas escolhidas por Deus. A questão é que Deus é livre para escolher os candidatos menos prováveis ​​para a sua graça.
Deus contradiz o que o mérito humano poderia ditar. Ele esconde dos sábios e revela aos mais desamparados e incapazes.
Quando Jesus vê o Pai livremente iluminando e salvando as pessoas cuja única esperança é a livre graça, ele exulta no Espírito Santo e se deleita na eleição do seu Pai.
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original:19 de Maio – O que faz Jesus exultar. © 2017 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Tradução: Camila Rebeca Almeida. Revisão: Vinicius Musselman. Narração: Emílio Garofalo Neto.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato ou canal, desde que adicione um link para esta postagem, não altere o conteúdo original e não venda o material ou acesso ao material.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Pérolas Diárias



18 de Maio

"Ouvi-me atentamente, comei o que é bom, e vos deleitareis com finos manjares. Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá." Isaías 55.2-3
Como você pode obedecer ao Senhor com alegria se não O conhece e não O ama? Se você O obedecesse, "então seria a tua paz como um rio, e a tua justiça como as ondas do mar." Se você faz o que agrada ao Senhor, significa que Ele sempre está com você. Cumprir a vontade de Deus é o único alimento que pode satisfazer a sua alma. Mas uma coisa está bem clara: se você não conhece ao Senhor, não pode amá-lO, não pode obedecê-lO e não pode confiar nEle de todo o coração. Mas assim mesmo esta confiança nEle é a única solução para todos os seus problemas: "Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas." Portanto, o que você deve fazer? Deve atender de uma vez por todas o convite do Senhor: "Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados são como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã." Quantas vezes e com que ênfase o Senhor nos faz esse convite nas Escrituras: "...torna-te para mim, porque eu te remi"! Aceite hoje este convite e arrependa-se!

A luz além da luz

Versículo do dia: Se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra. (Colossenses 3.1-2)
Jesus Cristo é um refrigério. Apartar-se dele para um prazer sem Cristo faz a alma secar.
No início, pode parecer liberdade e diversão economizar em oração e negligenciar a Palavra. Mas, depois, pagamos com superficialidade, falta de poder, vulnerabilidade ao pecado, preocupação com trivialidades, relacionamentos superficiais e uma assustadora perda do interesse na adoração e nas coisas do Espírito.
Não deixe o verão fazer a sua alma murchar. Deus fez o verão como um antegozo do céu, não como um substituto.
Se o carteiro lhe traz uma carta de amor do seu noivo, não se apaixone pelo carteiro. Não se apaixone pelo anúncio do filme a ponto de ficar incapaz de amar a realidade que se aproxima.
Jesus Cristo é o centro revigorante do verão. Ele é preeminente em todas as coisas (Colossenses 1.18), incluindo férias, piqueniques, futebol, longas caminhadas e churrascos. Ele nos convida neste verão: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28).
Nós desejamos isso? Essa é a questão. Cristo se entrega a nós na medida em que desejamos o seu refrigério. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jeremias 29.13).
A palavra de Pedro para nós sobre isso é: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério” (Atos 3.19-20). Arrepender-se não é apenas afastar-se do pecado, mas também converter-se ao Senhor com corações abertos, desejosos e submissos.
Que tipo de mentalidade de verão é essa? É a mentalidade de Colossenses 3.1-2: “Se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”.
Essa é a terra de Deus! É um prenúncio da realidade do que será o verão eterno quando “a cidade não precisa[r] nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada” (Apocalipse 21.23).
O sol do verão é uma simples seta para o sol que haverá. A glória de Deus. O verão existe para mostrar isso e tornar isso visível. Você deseja ter olhos para ver? Senhor, faça com que vejamos a luz além da luz.
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original: 17 de Maio – Por que nós amamos a Deus. © 2017 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Tradução: Camila Rebeca Almeida. Revisão: Vinicius Musselman. Narração: Emílio Garofalo Neto.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato ou canal, desde que adicione um link para esta postagem, não altere o conteúdo original e não venda o material ou acesso ao material.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Pérolas Diárias



17 de Maio

"Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra." Salmos 73.25
O fato de se ouvir a Palavra de Deus, de lê-la, mas mesmo assim não vivê-la na prática é um perigo muito grande hoje em dia. O que falta é conhecer ao Senhor em Espírito e não apenas com o raciocínio ou com as emoções. A quem falta o conhecimento espiritual, falta tudo. Nossos procedimentos exteriores podem corresponder perfeitamente à fé que temos em Jesus Cristo, mas assim mesmo o Senhor fala através de Oséias: "Pois misericórdia quero, e não sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos." Agora você pergunta: "Mas como posso conhecê-lO melhor?" Eis a resposta: "O temor do Senhor é o princípio do saber." E aquele que não conhece o Senhor, não consegue amá-lO profundamente. Provavelmente uma pessoa assim, que não conhece o Senhor profundamente, sinta emoções e carinho pelo Senhor, mas falta o amor em espírito, que é uma realidade que supera a tudo na vida de uma pessoa. Esta falta de amor ao Senhor se manifesta e se torna visível em sua vida por meio do seu amor próprio, que se expressa na sua vaidade, na sua impertinência, e na sua mania de sempre querer ter razão. Mas o Senhor está muito à procura de pessoas que O amem de coração! "O Senhor guarda a todos os que o amam." Sim, em Deuteronômio 13.3 está escrito até que: "O Senhor vosso Deus vos prova, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração, e de toda a vossa alma."

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