domingo, 31 de julho de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Domingo 31 Julho
E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo
(Mateus 3:16-17).

ALGO INUSITADO

Por que o Senhor da Glória foi batizado com o batismo de arrependimento? Não como um exemplo para nós, pois não podemos seguir esse exemplo, uma vez que João Batista não está entre nós. João sabia que Ele não tinha nenhum pecado para se arrepender, mas o Senhor lhe disse: “Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça” (v. 15). Note que o Senhor disse “nos convém” porque, por pura graça, Ele estava Se identificando com os que se arrependem de seus pecados, e também estava virtualmente tomando sobre Seus próprios ombros a responsabilidade por tais pecados, embora jamais tivesse cometido um único.
Dessa maneira, Ele estava Se comprometendo a pagar pelos pecados alheios, o que fez perfeitamente na cruz. Tendo isso em vista, Ele afirmou: “Importa, porém, que seja batizado com um certo batismo; e como me angustio até que venha a cumprir-se!” (Lucas 12:50). Ele sempre mantinha esse supremo objetivo em mente. Quando Pedro disse: “Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso”, repreendendo-O quando o Senhor Jesus prenunciou Sua morte, a resposta do Senhor foi: “Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo” (Mateus 16:22-23).
Além disso, o batismo de Jesus foi a ocasião perfeita para a maravilhosa declaração do Pai celestial. Pela primeira vez no Novo Testamento os céus se abriram, e muitos ouviram a voz do Pai dizendo: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. Deus declarou isso antes que Seu Filho fosse provado. Ele sabia que nosso Senhor O amava tanto que enfrentaria o que ninguém jamais poderia enfrentar e triunfaria!

GÊNESIS 30


1 VENDO Raquel que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã, e disse a Jacó: Dá-me filhos, se não morro.
2 Então se acendeu a ira de Jacó contra Raquel, e disse: Estou eu no lugar de Deus, que te impediu o fruto de teu ventre?
3 E ela disse: Eis aqui minha serva Bila; coabita com ela, para que dê à luz sobre meus joelhos, e eu assim receba filhos por ela.
4 Assim lhe deu a Bila, sua serva, por mulher; e Jacó a possuiu.
5 E concebeu Bila, e deu a Jacó um filho.
6 Então disse Raquel: Julgou-me Deus, e também ouviu a minha voz, e me deu um filho; por isso chamou-lhe Dã.
7 E Bila, serva de Raquel, conce-beu outra vez, e deu a Jacó o segundo filho.
8 Então disse Raquel: Com grandes lutas tenho lutado com minha irmã; também venci; e chamou-lhe Naftali.
9 Vendo, pois, Lia que cessava de ter filhos, tomou também a Zilpa, sua serva, e deu-a a Jacó por mulher.
10 E deu Zilpa, serva de Lia, um filho a Jacó.
11 Então disse Lia: Afortunada! e chamou-lhe Gade.
12 Depois deu Zilpa, serva de Lia, um segundo filho a Jacó.
13 Então disse Lia: Para minha ventura; porque as filhas me terão por bem-aventurada; e chamou-lhe Aser.
14 E foi Rúben nos dias da ceifa do trigo, e achou mandrágoras no campo. E trouxe-as a Lia sua mãe. Então disse Raquel a Lia: Ora dá-me das mandrágoras de teu filho.
15 E ela lhe disse: É já pouco que hajas tomado o meu marido, tomarás também as mandrágoras do meu filho? Então disse Raquel: Por isso ele se deitará contigo esta noite pelas mandrágoras de teu filho.
16 Vindo, pois, Jacó à tarde do campo, saiu-lhe Lia ao encontro, e disse: A mim possuirás, esta noite, porque certamente te aluguei com as mandrágoras do meu filho. E deitou-se com ela aquela noite.
17 E ouviu Deus a Lia, e concebeu, e deu à luz um quinto filho.
18 Então disse Lia: Deus me tem dado o meu galardão, pois tenho dado minha serva ao meu marido. E chamou-lhe Issacar.
19 E Lia concebeu outra vez, e deu a Jacó um sexto filho.
20 E disse Lia: Deus me deu uma boa dádiva; desta vez morará o meu marido comigo, porque lhe tenho dado seis filhos. E chamou-lhe Zebulom.
21 E depois teve uma filha, e chamou-lhe Diná.
22 E lembrou-se Deus de Raquel; e Deus a ouviu, e abriu a sua madre.
23 E ela concebeu, e deu à luz um filho, e disse: Tirou-me Deus a minha vergonha.
24 E chamou-lhe José, dizendo: O Senhor me acrescente outro filho.
25 E aconteceu que, como Raquel deu à luz a José, disse Jacó a Labão: Deixa-me ir, que me vá ao meu lugar, e à minha terra.
26 Dá-me as minhas mulheres, e os meus filhos, pelas quais te tenho servido, e ir-me-ei; pois tu sabes o serviço que te tenho feito.
27 Então lhe disse Labão: Se agora tenho achado graça em teus olhos, fica comigo. Tenho experimentado que o Senhor me abençoou por amor de ti.
28 E disse mais: Determina-me o teu salário, que to darei.
29 Então lhe disse: Tu sabes como te tenho servido, e como passou o teu gado comigo.
30 Porque o pouco que tinhas antes de mim tem aumentado em grande número; e o Senhor te tem abençoado por meu trabalho. Agora, pois, quando hei de trabalhar também por minha casa?
31 E disse ele: Que te darei? Então disse Jacó: Nada me darás. Se me fizeres isto, tornarei a apascentar e a guardar o teu rebanho;
32 Passarei hoje por todo o teu rebanho, separando dele todos os salpicados e malhados, e todos os morenos entre os cordeiros, e os malhados e salpicados entre as cabras; e isto será o meu salário.
33 Assim testificará por mim a minha justiça no dia de amanhã, quando vieres e o meu salário estiver diante de tua face; tudo o que não for salpicado e malhado entre as cabras e moreno entre os cordeiros, ser-me-á por furto.
34 Então disse Labão: Quem dera seja conforme a tua palavra.
35 E separou naquele mesmo dia os bodes listrados e malhados e todas as cabras salpicadas e malhadas, todos em que havia brancura, e todos os morenos entre os cordeiros; e deu-os nas mãos dos seus filhos.
36 E pôs três dias de caminho entre si e Jacó; e Jacó apascentava o restante dos rebanhos de Labão.
37 Então tomou Jacó varas verdes de álamo e de aveleira e de castanheiro, e descascou nelas riscas brancas, descobrindo a brancura que nas varas havia,
38 E pôs estas varas, que tinha descascado, em frente aos rebanhos, nos canos e nos bebedouros de água, aonde os rebanhos vinham beber, para que concebessem quando vinham beber.
39 E concebiam os rebanhos diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas.
40 Então separou Jacó os cordeiros, e pôs as faces do rebanho para os listrados, e todo o moreno entre o rebanho de Labão; e pôs o seu rebanho à parte, e não o pôs com o rebanho de Labão.
41 E sucedia que cada vez que concebiam as ovelhas fortes, punha Jacó as varas nos canos, diante dos olhos do rebanho, para que concebessem diante das varas.
42 Mas, quando era fraco o rebanho, não as punha. Assim as fracas eram de Labão, e as fortes de Jacó.
43 E cresceu o homem em grande maneira, e teve muitos rebanhos, e servas, e servos, e camelos e jumentos.

sábado, 30 de julho de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


ado 30 Julho
Nenhum homem pode domar a língua
(Tiago 3:8).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE JUÍZES (Leia Juízes 16:13-22)

Havia segredos na vida de Sansão: o enigma do capítulo 14 e agora o voto de seu nazireado. Ele não conseguiu manter sigilo sobre nenhum dos dois. Os redimidos têm seus próprios segredos com o Salvador: experiências de tal magnitude que talvez não possam ser contadas a ninguém. Naturalmente nossa experiência de conversão é algo que deve ser compartilhado. Por outro lado, nem sempre podemos explicar por que alguém deve ou não deve fazer determinada coisa (Daniel 3:16). A razão é nossa consagração a Deus, nosso voto de “nazireado”, da qual nossa força espiritual depende.
Dalila, dia após dia, seduzia e atormentava o pobre Sansão. E ele, distraído e extremamente angustiado, acabou cedendo: “Então, Dalila fez dormir Sansão”. Sono fatal! “Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios” (1 Tessalonicenses 5:6).
O vitorioso sobre um leão, o homem forte que fez prodígios não sabia como dominar sua língua (14:17 e 16:17). Tiago declara: “Pois toda espécie de feras, de aves, de répteis e de seres marinhos se doma e tem sido domada pelo gênero humano; a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar” (cap. 3:7-8). Para isso precisamos da ajuda que Deus concede aos que O obedecem (1 João 3:22).

Mulher cristã é forçada a se casar com homem muçulmano
  
 
Mesquita no Paquistão 
PAQUISTÃO (11º) - Farah Hatim, 24 anos, moradora de Rahim Yar Khan, uma cidade no sul de Punjab, no Paquistão, foi supostamente sequestrada em 8 de maio de 2011 por muçulmanos e seus irmãos, que a forçaram a se converter ao islamismo e depois a se casar com um muçulmano.

Agora, uma organização paquistanesa de direitos humanos condenou o ato e exigiu que alguém tomasse alguma atitude, pois classificaram isso como uma “violação dos direitos humanos.”

 A Comissão de Justiça e Paz está conduzindo o caso e, desde que tomou essa ação, houve reclamações de que a polícia estava ameaçando a família de Hatim e também o juiz da sessão, Khawaja Mir, que decidiu transferir o processo para o Supremo Tribunal, por ser uma questão muito delicada.

Durante o depoimento de Farah Hatim, o juiz perguntou se ela havia sido sequestrada e forçada a se casar com um muçulmano. Segundo uma testemunha, Hatim ficou alguns segundos em silêncio, chorou e respondeu que ela foi por livre e espontânea vontade.

Após a audiência, Farah teve permissão de ficar por alguns momentos com sua família, e mais tarde, o irmão dela disse: “Estou muito chocado com o que Farah disse no tribunal. Ela está sofrendo ameaças e agora todas as nossas esperanças se foram; esperávamos que ela voltasse para nós. Por que temos que enfrentar isso? Porque somos cristãos.”

De acordo com uma porta-voz da Comissão de Justiça e Paz, Farah tornou-se vítima de uma rede de prostituição. Seu ‘marido’ tentou forçá-la a se prostituir, enquanto ela era uma estudante na Zaid Sheikh Medical College, mas ela não aceitou.

“Por isso, ele decidiu se vingar. A decisão de Farah de não dizer a verdade é porque provavelmente ela está grávida e seria morta se tentasse voltar para casa. Mesmo se tivesse tomado a atitude correta e dito a verdade, seria rejeitada pela sociedade, pois foi sequestrada e estuprada. O medo da rejeição é outra razão possível.”

De acordo com o porta-voz, “milhares de meninas cristãs são sequestradas e forçadas a se casar no Paquistão. Estamos tentando lutar contra essa chaga que é o sequestro e esses casamentos forçados.”

O irmão mais velho de Farah disse, com lágrimas nos olhos: “Nós não queremos que isso aconteça com as outras meninas. Nós perdemos a nossa irmã e sabemos como ela se sente. A dor é inexplicável. Estamos insistindo porque somos minoria e exigimos que o governo não abandone as minorias. “

Tradução: Lucas Gregório 

GÊNESIS 29


1 ENTÃO pôs-se Jacó a caminho e foi à terra do povo do oriente;
2 E olhou, e eis um poço no campo, e eis três rebanhos de ovelhas que estavam deitados junto a ele; porque daquele poço davam de beber aos rebanhos; e havia uma grande pedra sobre a boca do poço.
3 E ajuntavam ali todos os rebanhos, e removiam a pedra de sobre a boca do poço, e davam de beber às ovelhas; e tornavam a pôr a pedra sobre a boca do poço, no seu lugar.
4 E disse-lhes Jacó: Meus irmãos, donde sois? E disseram: Somos de Harã.
5 E ele lhes disse: Conheceis a Labão, filho de Naor? E disseram: Conhecemos.
6 Disse-lhes mais: Está ele bem? E disseram: Está bem, e eis aqui Raquel sua filha, que vem com as ovelhas.
7 E ele disse: Eis que ainda é pleno dia, não é tempo de ajuntar o gado; dai de beber às ovelhas, e ide apascentá-las.
8 E disseram: Não podemos, até que todos os rebanhos se ajuntem, e removam a pedra de sobre a boca do poço, para que demos de beber às ovelhas.
9 Estando ele ainda falando com eles, veio Raquel com as ovelhas de seu pai; porque ela era pastora.
10 E aconteceu que, vendo Jacó a Raquel, filha de Labão, irmão de sua mãe, e as ovelhas de Labão, irmão de sua mãe, chegou Jacó, e revolveu a pedra de sobre a boca do poço e deu de beber às ovelhas de Labão, irmão de sua mãe.
11 E Jacó beijou a Raquel, e levantou a sua voz e chorou.
12 E Jacó anunciou a Raquel que era irmão de seu pai, e que era filho de Rebeca; então ela correu, e o anunciou a seu pai.
13 E aconteceu que, ouvindo Labão as novas de Jacó, filho de sua irmã, correu-lhe ao encontro, e abraçou-o, e beijou-o, e levou-o à sua casa; e ele contou a Labão todas estas coisas.
14 Então Labão disse-lhe: Verdadeiramente és tu o meu osso e a minha carne. E ficou com ele um mês inteiro.
15 Depois disse Labão a Jacó: Porque tu és meu irmão, hás de servir-me de graça? Declara-me qual será o teu salário.
16 E Labão tinha duas filhas; o nome da mais velha era Lia, e o nome da menor Raquel.
17 Lia tinha olhos tenros, mas Raquel era de formoso semblante e formosa à vista.
18 E Jacó amava a Raquel, e disse: Sete anos te servirei por Raquel, tua filha menor.
19 Então disse Labão: Melhor é que eu a dê a ti, do que eu a dê a outro homem; fica comigo.
20 Assim serviu Jacó sete anos por Raquel; e estes lhe pareceram como poucos dias, pelo muito que a amava.
21 E disse Jacó a Labão: Dá-me minha mulher, porque meus dias são cumpridos, para que eu me case com ela.
22 Então reuniu Labão a todos os homens daquele lugar, e fez um banquete.
23 E aconteceu, à tarde, que tomou Lia, sua filha, e trouxe-a a Jacó que a possuiu.
24 E Labão deu sua serva Zilpa a Lia, sua filha, por serva.
25 E aconteceu que pela manhã, viu que era Lia; pelo que disse a Labão: Por que me fizeste isso? Não te tenho servido por Raquel? Por que então me enganaste?
26 E disse Labão: Não se faz assim no nosso lugar, que a menor se dê antes da primogênita.
27 Cumpre a semana desta; então te daremos também a outra, pelo serviço que ainda outros sete anos comigo servires.
28 E Jacó fez assim, e cumpriu a semana de Lia; então lhe deu por mulher Raquel sua filha.
29 E Labão deu sua serva Bila por serva a Raquel, sua filha.
30 E possuiu também a Raquel, e amou também a Raquel mais do que a Lia e serviu com ele ainda outros sete anos.
31 Vendo, pois, o Senhor que Lia era desprezada, abriu a sua madre; porém Raquel era estéril.
32 E concebeu Lia, e deu à luz um filho, e chamou-o Rúben; pois disse: Porque o Senhor atendeu à minha aflição, por isso agora me amará o meu marido.
33 E concebeu outra vez, e deu à luz um filho, dizendo: Porquanto o Senhor ouviu que eu era desprezada, e deu-me também este. E chamou-o Simeão.
34 E concebeu outra vez, e deu à luz um filho, dizendo: Agora esta vez se unirá meu marido a mim, porque três filhos lhe tenho dado. Por isso chamou-o Levi.
35 E concebeu outra vez e deu à luz um filho, dizendo: Esta vez louvarei ao Senhor. Por isso chamou-o Judá; e cessou de dar à luz.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Sexta-feira 29 Julho
Porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus
(Romanos 3:22-24).

ADVERTÊNCIAS SÉRIAS

Marcos trabalhava sobre o andaime. Havia somente duas semanas que começara seu aprendizado. Seu primeiro trabalho foi na torre vermelha de Jena (Alemanha). De repente, o responsável gritou: “Saiam todos daí!” Mas antes que Marcos pudesse alcançar um lugar seguro, a torre desabou. Três dias depois, acharam seu cadáver sob uma laje de sete toneladas. Por que Marcos e outros três operários tiveram de morrer assim?
Há mais de dois mil anos, em Jerusalém, a torre de Siloé também caiu. Naquela ocasião, o Senhor Jesus perguntou aos que O rodeavam: “E aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém?” Ele mesmo deu a resposta: “Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis” (Lucas 13:4-5).
Diante de Deus, todos os seres humanos, e não somente as vítimas de catástrofes, são pecadores e merecem o juízo divino. Todos igualmente necessitam da salvação que Ele oferece em virtude do sacrifício expiatório de Seu Filho na cruz. Todos têm de se arrepender de seus pecados, confessá-los com sinceridade a Deus e crer no Senhor Jesus como Salvador. Ou de outro modo estarão perdidos.
A morte inesperada de algumas pessoas serve como advertência para nós. Ninguém sabe de antemão em qual dia irá morrer. A eternidade pode chegar repentinamente e não dar tempo para encontrar um “lugar seguro”, um abrigo contra a ira de Deus sobre os que rejeitaram Seu Filho.
O tempo que você tem para se converter é agora!


Governo cria lei contra a perseguição religiosa
  
 
Igreja em Adana 
TURQUIA (30º) - Depois de anos de discriminação e perseguição religiosa, a comissão dos Estados Unidos dos Assuntos Internos da Turquia votou pela adoção de uma emenda que visa acabar com a opressão que a minoria cristã do país vem sofrendo.

A votação da emenda 43-1, que acrescentou um seguro “retorno” para as igrejas fazerem suas atividades, e o Departamento Estadual de Negócios Estrangeiros autorizou lei que dará maior proteção para os cidadãos cristãos.

Armênios, gregos e outros povos que moram na região serão os grupos mais beneficamente afetados, pois reconhecem que recebem maus tratos por praticar o cristianismo na Turquia.

A força maior, que movimentou tudo para que essa emenda fosse aprovada, foi o apoio do político republicano da Califórnia, Ed Royce, segundo o qual é importante reconhecer que foram cometidos erros contra os cristãos na Turquia.

“As minorias religiosas estão sob grave ameaça na Turquia hoje”, disse Royce. “Ao invés de beneficiar-se juridicamente, muitos grupos religiosos minoritários estão vulneráveis e não têm acesso a auxílio jurídico.”

Ken Hachikian, presidente do Comitê Nacional Armênio da América, disse que a votação no comitê do Congresso foi um grande passo na direção certa para os cristãos que residem na Turquia.

“Ganhamos esta luta, que desmascara os anos de mentira em que a Turquia dizia ser tolerante”, disse Hachikian, de acordo com a CNN-Turquia.

O arcebispo Vicken Aykazian estava presente quando o comitê do Congresso votou a favor da emenda. Ele se expressou quanto à importância da aprovação da emenda: “Este é um voto de justiça contra a injustiça. Espero que este seja o primeiro de muitos passos, no sentido de preservar a fé cristã na Turquia.

Tradução: Lucas Gregório 

GÊNESIS 28


1 E ISAQUE chamou a Jacó, e abençoou-o, e ordenou-lhe, e disse-lhe: Não tomes mulher de entre as filhas de Canaã;
2 Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher das filhas de Labão, irmão de tua mãe;
3 E Deus Todo-Poderoso te abençoe, e te faça frutificar, e te multiplique, para que sejas uma multidão de povos;
4 E te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que em herança possuas a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão.
5 Assim despediu Isaque a Jacó, o qual se foi a Padã-Arã, a Labão, filho de Betuel, arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú.
6 Vendo, pois, Esaú que Isaque abençoara a Jacó, e o enviara a Padã-Arã, para tomar mulher dali para si, e que, abençoando-o, lhe ordenara, dizendo: Não tomes mulher das filhas de Canaã;
7 E que Jacó obedecera a seu pai e a sua mãe, e se fora a Padã-Arã;
8 Vendo também Esaú que as filhas de Canaã eram más aos olhos de Isaque seu pai,
9 Foi Esaú a Ismael, e tomou para si por mulher, além das suas mulheres, a Maalate filha de Ismael, filho de Abraão, irmã de Nebaiote.
10 Partiu, pois, Jacó de Berseba, e foi a Harã;
11 E chegou a um lugar onde passou a noite, porque já o sol era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por seu travesseiro, e deitou-se naquele lugar.
12 E sonhou: e eis uma escada posta na terra, cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela;
13 E eis que o Senhor estava em cima dela, e disse: Eu sou o Senhor Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência;
14 E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra;
15 E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado.
16 Acordando, pois, Jacó do seu sono, disse: Na verdade o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia.
17 E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus.
18 Então levantou-se Jacó pela manhã de madrugada, e tomou a pedra que tinha posto por seu travesseiro, e a pôs por coluna, e derramou azeite em cima dela.
19 E chamou o nome daquele lugar Betel; o nome porém daquela cidade antes era Luz.
20 E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir;
21 E eu em paz tornar à casa de meu pai, o Senhor me será por Deus;
22 E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Quinta-feira 28 Julho
Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo
(1 Pedro 1:7).

O BRILHO DO DIAMANTE

Para distinguir um diamante verdadeiro de um falso, um joalheiro fez a seguinte prova: “Uma imitação nunca é tão brilhante como a pedra autêntica. Se o seu olho não está suficientemente experimentado para perceber a diferença, basta colocar a pedra na água. O brilho do diamante falso se ofusca; o verdadeiro não perde nada de seu brilho.”
Deus nos criou para Ele, para que O honremos. Nós nos desviamos, porém Ele nos salvou. Cada crente nascido de novo recebeu a vida do Senhor Jesus para poder segui-Lo e imitá-Lo. Assim, pois, podemos fazer brilhar alguns reflexos de Sua formosura moral, alguns traços de Seu caráter: amor, justiça, paciência, confiança, obediência… Somente os que vivem essa nova vida pelo poder do Espírito Santo são de fato reconhecidos por Deus. Infelizmente, às vezes em nossa vida é acrescentado algo falso, imitações baratas do que é divino. Deus vê isso, como o joalheiro que identifica o diamante verdadeiro. Para nos provar, coloca a pedra na água, ou seja, permite circunstâncias difíceis.
Nas dificuldades temos de estar atentos para ver qual é o objetivo de Deus. Sua Palavra nos esclarecerá para que saibamos o que não vem dEle. Consideremos os obstáculos em nosso caminho sob outra perspectiva. Nosso Pai permite isso para nosso crescimento espiritual e para que o reflexo da vida do Senhor Jesus seja visto por todos em nós.


Eu era um hooligan

Alô, meu nome é Jean e eu era um hooligan. A realização em minha vida era estragar aquilo que outros haviam construído. Aquilo que era motivo de alegria para os outros, para mim era um espinho no olho.
Minha vida era repleta de fracassos, seja na escola ou na profissão. Em todos os lugares eu era “chutado” pois não produzia nada.
Além disso eu ainda tinha problemas com minha dupla nacionalidade (greco-alemã). Eu não sabia quem eu era, nem a quem pertencia. Eu não era alemão, nem grego e me sentia bastante solitário no planeta. Eu sempre pensava: ninguém tem tanto azar como eu e todos tem vida melhor do que a minha.
Mais tarde, no final dos anos 70, quando os punks e os skinheads surgiram em Munique, me senti atraído por eles. Comecei a me informar sobre eles e decidi juntar-me aos skinheads(cabeças raspadas). Não interessava quem você era, o principal era ser desordeiro.
Despertou em nós a preferência por estádios de futebol. O que menos importava era o jogo em si, mas interessava o ambiente: a atmosfera, a ação, os excessos, etc. – tudo com certa covardia, porque normalmente éramos a maioria. Tudo começou a girar em torno do futebol, em minha vida – assim tornei-me um hooligan.
No início era muito legal, sem lei, sem trabalho e sem mais compromissos: simplesmente fazer o que eu queria. Mas com o tempo isso também deixou de ser novidade.
Eu também imaginava que não poderia ser assim para sempre. A vida não poderia se resumir a estádios e desordens.
Não havia mais perspectiva para meu futuro. A vida deveria ser algo mais do que eu havia experimentado até agora. Eu não tinha nenhuma vontade de terminar como diz na canção de Janis Joplin: “Viva uma vida breve, intensiva e morra jovem”. Eu queria ficar velho, ter uma família, etc.

Mas eu não fazia idéia como conseguir isso. Eu não tinha nada. Não tinha formação profissional, não concluí os estudos, sem habilitação de motorista, nem tinha lugar para morar. Eu ficava um dia em um lugar, outro dia em outro. Assim eu levava a vida, às vezes depressivo, outras vezes agressivo, dependendo da droga que havia tomado (haxixe ou álcool), mas sempre sem destino e sentido.
Antes de completar 18 anos fui preso após ter praticado um furto na rua. Fiquei 20 mesesfora de circulação. Nesse período eu tive oportunidade de refletir. Após minha liberação eu queria começar vida nova.
Saí da prisão com novas idéias e motivações, porém, mal eu estava livre e já fui alcançado novamente pelo meu passado – eu era novamente o “velho”. Não, eu agora estava pior do que antes! Ouvindo as histórias de meus amigos sobre tudo o que havia acontecido nesse período, senti um desejo incrível de recuperar o “atraso” o quanto antes. Com isso, após cinco meses de liberdade, peguei mais 16 meses de xadrez.
Agora desapareceu a última fagulha de esperança de poder começar uma vida normal, novamente. Resolvi jogar fora os padrões morais quando saísse da prisão, para fazer tanta grana quanto pudesse, não interessava como iria consegui-la.

Eu estava cheio de andar por aí, feito idiota, com bolso e coração vazios e, por fim, ficar atrás das grades. Estava me afundando cada vez mais, mas, em meio aos meus novos planos, eu tive um encontro decisivo: Deus entrou em minha vida.
Toda vez que eu estava deitado em minha cela, pensando no futuro, eu tinha a sensação – como acontece em alguns sonhos – de estar despencando de uma montanha e, pouco antes de bater no fundo, acordava num sobressalto.
Essa cena aparecia muitas vezes até que, certo dia, houve uma mudança. Toda vez que me sentia caindo, eu não chegava mais até o fundo do abismo, mas aparecia um galho, que saía do barranco. Ele era suficientemente fino, para que eu pudesse agarrá-lo nele e suficientemente forte, para que pudesse me sustentar.
Segurei o galho e, com o embalo da queda, eu balançava para cima e para baixo. Toda vez que eu chegava no ponto mais baixo, havia uma gruta na montanha, na qual eu enxergava uma manjedoura com Jesus, com tudo mais ao redor. Confesso que não entendi nada. Alguns meses mais tarde, porém, eu percebi o que esse “sonho” significava.
Em todo o caso, comecei a meditar sobre Jesus, tentando lembrar-me das coisas que já tinha ouvido sobre Ele. Eu até orava, uma ou outra vez. A idéia e o desejo de conhecer a Deus foi crescendo, mas eu não sabia como isso poderia se realizar.
Deus me parecia estar muito longe e a Bíblia, para mim, era um livro com sete selos. Além disso eu não sabia se Deus se interessaria por mim. Em todo o caso, até agora eu tinha vivido contra os princípios de Deus e era dono do meu nariz.
Fui transferido para uma outra prisão e lá um dos encarregados me convidou para participar de uma reunião de estudo bíblico e eu aceitei. Ali eu aprendi muito sobre Deus e Seu filho Jesus Cristo. Descobri que somos pessoas pecadoras e que estamos maduras para alcançar o inferno. Para mim ficou claro que, se é que existe um Deus, o meu destino seria o inferno.
Mas também descobri algo grandioso, ou seja, que Jesus, o Filho de Deus, veio para pagarpelos nossos pecados na cruz. Uma obra total e completamente de graça para nós. Percebi também que, se eu quisesse, Ele me transformaria em uma pessoa renovada. Sobre isso eu queria saber mais e aceitei a Sua dádiva do perdão, pela fé. Eu orei convidando-O a entrar em minha vida e pedi que Ele me transformasse em uma nova pessoa. Após essa oração eu não senti nada de especial, nenhuma sensação ou algo “extra sensorial”. Mas eu senti que havia algo “diferente”, sem saber explicar o que era realmente.
O agente carcerário informou-me o endereço de uma igreja, que eu poderia freqüentar após minha liberação. Até hoje eu participo dela.
Sou grato ao meu Senhor Jesus Cristo pela minha vida, de todo o meu coração. Devo tudo a Ele: minha família (a esposa e dois filhos), minha profissão e tudo o mais que Ele me concede. O que eu julgava impossível, isso Ele realmente tornou possível. (Jean P. -http://www.chamada.com.br)

COMPOSIÇÃO DIRETORIA   

PRESIDENTE: SENADOR MAGNO MALTA
1º VICE: DEPUTADA FÁTIMA PELAES
2º VICE: DEPUTADO HENRIQUE AFONSO
3º VICE: SENADOR SÉRGIO PETECÃO
4º VICE: DEPUTADO ROBERTO LUCENA

1º SECRETÁRIO: SENADORA ANA AMÉLIA
2º SECRETÁRIO: DEPUTADO PR. JOÃO CAMPOS

1º TESOUREIRO: DEPUTADO MARCELO AGUIAR
2º TESOUREIRO: DEPUTADO EROS BIONDINI

COOORDENADOR EXECUTIVO:
DEPUTADO ANTONY GAROTINHO

CONSELHO FISCAL:

1º TITULAR: DEPUTADO PADRE JOSÉ LINHARES
2º TITULAR: DEPUTADA LAURIETE
3º TITULAR: DEPUTADO WALTER TOST

COMPOSIÇÃO DIRETORIA   

PRESIDENTE: SENADOR MAGNO MALTA
1º VICE: DEPUTADA FÁTIMA PELAES
2º VICE: DEPUTADO HENRIQUE AFONSO
3º VICE: SENADOR SÉRGIO PETECÃO
4º VICE: DEPUTADO ROBERTO LUCENA

1º SECRETÁRIO: SENADORA ANA AMÉLIA
2º SECRETÁRIO: DEPUTADO PR. JOÃO CAMPOS

1º TESOUREIRO: DEPUTADO MARCELO AGUIAR
2º TESOUREIRO: DEPUTADO EROS BIONDINI

COOORDENADOR EXECUTIVO:
DEPUTADO ANTONY GAROTINHO

CONSELHO FISCAL:

1º TITULAR: DEPUTADO PADRE JOSÉ LINHARES
2º TITULAR: DEPUTADA LAURIETE
3º TITULAR: DEPUTADO WALTER TO

GÊNESIS 27


1 E ACONTECEU que, como Isaque envelheceu, e os seus olhos se escureceram, de maneira que não podia ver, chamou a Esaú, seu filho mais velho, e disse-lhe: Meu filho. E ele lhe disse: Eis-me aqui.
2 E ele disse: Eis que já agora estou velho, e não sei o dia da minha morte;
3 Agora, pois, toma as tuas armas, a tua aljava e o teu arco, e sai ao campo, e apanha para mim alguma caça.
4 E faze-me um guisado saboroso, como eu gosto, e traze-mo, para que eu coma; para que minha alma te abençoe, antes que morra.
5 E Rebeca escutou quando Isaque falava ao seu filho Esaú. E foi Esaú ao campo para apanhar a caça que havia de trazer.
6 Então falou Rebeca a Jacó seu filho, dizendo: Eis que tenho ouvido o teu pai que falava com Esaú teu irmão, dizendo:
7 Traze-me caça, e faze-me um guisado saboroso, para que eu coma, e te abençoe diante da face do Senhor, antes da minha morte.
8 Agora, pois, filho meu, ouve a minha voz naquilo que eu te mando:
9 Vai agora ao rebanho, e traze-me de lá dois bons cabritos, e eu farei deles um guisado saboroso para teu pai, como ele gosta;
10 E levá-lo-ás a teu pai, para que o coma; para que te abençoe antes da sua morte.
11 Então disse Jacó a Rebeca, sua mãe: Eis que Esaú meu irmão é homem cabeludo, e eu homem liso;
12 Porventura me apalpará o meu pai, e serei aos seus olhos como enganador; assim trarei eu sobre mim maldição, e não bênção.
13 E disse-lhe sua mãe: Meu filho, sobre mim seja a tua maldição; somente obedece à minha voz, e vai, traze-mos.
14 E foi, e tomou-os, e trouxe-os a sua mãe; e sua mãe fez um guisado saboroso, como seu pai gostava.
15 Depois tomou Rebeca os vestidos de gala de Esaú, seu filho mais velho, que tinha consigo em casa, e vestiu a Jacó, seu filho menor;
16 E com as peles dos cabritos cobriu as suas mãos e a lisura do seu pescoço;
17 E deu o guisado saboroso e o pão que tinha preparado, na mão de Jacó seu filho.
18 E foi ele a seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui; quem és tu, meu filho?
19 E Jacó disse a seu pai: Eu sou Esaú, teu primogênito; tenho feito como me disseste; levanta-te agora, assenta-te e come da minha caça, para que a tua alma me abençoe.
20 Então disse Isaque a seu filho: Como é isto, que tão cedo a achaste, filho meu? E ele disse: Porque o Senhor teu Deus a mandou ao meu encontro.
21 E disse Isaque a Jacó: Chega-te agora, para que te apalpe, meu filho, se és meu filho Esaú mesmo, ou não.
22 Então se chegou Jacó a Isaque seu pai, que o apalpou, e disse: A voz é a voz de Jacó, porém as mãos são as mãos de Esaú.
23 E não o conheceu, porquanto as suas mãos estavam cabeludas, como as mãos de Esaú seu irmão; e abençoou-o.
24 E disse: És tu meu filho Esaú mesmo? E ele disse: Eu sou.
25 Então disse: Faze chegar isso perto de mim, para que coma da caça de meu filho; para que a minha alma te abençoe. E chegou-lhe, e comeu; trouxe-lhe também vinho, e bebeu.
26 E disse-lhe Isaque seu pai: Ora chega-te, e beija-me, filho meu.
27 E chegou-se, e beijou-o; então sentindo o cheiro das suas vestes, abençoou-o, e disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o Senhor abençoou;
28 Assim, pois, te dê Deus do orvalho dos céus, e das gorduras da terra, e abundância de trigo e de mosto.
29 Sirvam-te povos, e nações se encurvem a ti; sê senhor de teus irmãos, e os filhos da tua mãe se encurvem a ti; malditos sejam os que te amaldiçoarem, e benditos sejam os que te abençoarem.
30 E aconteceu que, acabando Isaque de abençoar a Jacó, apenas Jacó acabava de sair da presença de Isaque seu pai, veio Esaú, seu irmão, da sua caça;
31 E fez também ele um guisado saboroso, e trouxe-o a seu pai; e disse a seu pai: Levanta-te, meu pai, e come da caça de teu filho, para que me abençoe a tua alma.
32 E disse-lhe Isaque seu pai: Quem és tu? E ele disse: Eu sou teu filho, o teu primogênito Esaú.
33 Então estremeceu Isaque de um estremecimento muito grande, e disse: Quem, pois, é aquele que apanhou a caça, e ma trouxe? E comi de tudo, antes que tu viesses, e abençoei-o, e ele será bendito.
34 Esaú, ouvindo as palavras de seu pai, bradou com grande e mui amargo brado, e disse a seu pai: Abençoa-me também a mim, meu pai.
35 E ele disse: Veio teu irmão com sutileza, e tomou a tua bênção.
36 Então disse ele: Não é o seu nome justamente Jacó, tanto que já duas vezes me enganou? A minha primogenitura me tomou, e eis que agora me tomou a minha bênção. E perguntou: Não reservaste, pois, para mim nenhuma bênção?
37 Então respondeu Isaque a Esaú dizendo: Eis que o tenho posto por senhor sobre ti, e todos os seus irmãos lhe tenho dado por servos; e de trigo e de mosto o tenho fortalecido; que te farei, pois, agora, meu filho?
38 E disse Esaú a seu pai: Tens uma só bênção, meu pai? Abençoa-me também a mim, meu pai. E levantou Esaú a sua voz, e chorou.
39 Então respondeu Isaque, seu pai, e disse-lhe: Eis que a tua habitação será nas gorduras da terra e no orvalho dos altos céus.
40 E pela tua espada viverás, e ao teu irmão servirás. Acontecerá, porém, que quando te assenhoreares, então sacudirás o seu jugo do teu pescoço.
41 E Esaú odiou a Jacó por causa daquela bênção, com que seu pai o tinha abençoado; e Esaú disse no seu coração: Chegar-se-ão os dias de luto de meu pai; e matarei a Jacó meu irmão.
42 E foram denunciadas a Rebeca estas palavras de Esaú, seu filho mais velho; e ela mandou chamar a Jacó, seu filho menor, e disse-lhe: Eis que Esaú teu irmão se consola a teu respeito, propondo matar-te.
43 Agora, pois, meu filho, ouve a minha voz, e levanta-te; acolhe-te a Labão meu irmão, em Harã,
44 E mora com ele alguns dias, até que passe o furor de teu irmão;
45 Até que se desvie de ti a ira de teu irmão, e se esqueça do que lhe fizeste; então mandarei trazer-te de lá; por que seria eu desfilhada também de vós ambos num mesmo dia?
46 E disse Rebeca a Isaque: Enfadada estou da minha vida, por causa das filhas de Hete; se Jacó tomar mulher das filhas de Hete, como estas são, das filhas desta terra, para que me servirá a vida?

quarta-feira, 27 de julho de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Quarta-feira 27 Julho
Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna
(1 Timóteo 1:15-16).

DEUS ME PROCURAVA

“Minha mãe orava muito para que eu me tornasse cristão. Contudo, desde os meus primeiros anos de estudante, rejeitei o cristianismo ao ponto de vender a Bíblia que ela me deu para comprar bebida. Na verdade, esse livro me incomodava. Minha vida sem Deus fazia de mim um homem sem limites para nada, embora fosse respeitado como profissional. Como médico residente, vi toda espécie de miséria. Certo dia, um pedreiro deu entrada no hospital durante meu plantão. Seu estado era grave e ele sabia disso. Mas a proximidade da morte não parecia incomodá-lo. A expressão tranqüila do rosto daquele homem me marcou. Como não tinha familiares, quando morreu, em minha presença examinaram seus poucos pertences que estavam em uma pequena mala. Entre eles havia uma Bíblia. Que surpresa quando vi que era a mesma que minha mãe havia me dado! Meu nome estava escrito lá, bem como um versículo que ela escolhera. Pedi e o livro me foi entregue. A julgar pelo número de versículos sublinhados, seu último dono a lera bastante. Eu fiquei muito agitado. Entendi que Deus me procurava. Não descansei até que recebi o Senhor Jesus como meu Salvador.
Essa Bíblia passou a ser um tesouro para mim; ela lembrava minha mãe e, acima de tudo, era um testemunho da graça do Bom Pastor.”

GÊNESIS 26


1 E HAVIA fome na terra, além da primeira fome, que foi nos dias de Abraão; por isso foi Isaque a Abimeleque, rei dos filisteus, em Gerar.
2 E apareceu-lhe o Senhor, e disse: Não desças ao Egito; habita na terra que eu te disser;
3 Peregrina nesta terra, e serei contigo, e te abençoarei; porque a ti e à tua descendência darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que tenho jurado a Abraão teu pai;
4 E multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e darei à tua descendência todas estas terras; e por meio dela serão benditas todas as nações da terra;
5 Porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos, e as minhas leis.
6 Assim habitou Isaque em Gerar.
7 E perguntando-lhe os homens daquele lugar acerca de sua mulher, disse: É minha irmã; porque temia dizer: É minha mulher; para que porventura (dizia ele) não me matem os homens daquele lugar por amor de Rebeca; porque era formosa à vista.
8 E aconteceu que, como ele esteve ali muito tempo, Abimeleque, rei dos filisteus, olhou por uma janela, e viu, e eis que Isaque estava brincando com Rebeca sua mulher.
9 Então chamou Abimeleque a Isaque, e disse: Eis que na verdade é tua mulher; como pois disseste: É minha irmã? E disse-lhe Isaque: Porque eu dizia: Para que eu porventura não morra por causa dela.
10 E disse Abimeleque: Que é isto que nos fizeste? Facilmente se teria deitado alguém deste povo com a tua mulher, e tu terias trazido sobre nós um delito.
11 E mandou Abimeleque a todo o povo, dizendo: Qualquer que tocar neste homem ou em sua mulher, certamente morrerá.
12 E semeou Isaque naquela mesma terra, e colheu naquele mesmo ano cem medidas, porque o Senhor o abençoava.
13 E engrandeceu-se o homem, e ia enriquecendo-se, até que se tornou mui poderoso.
14 E tinha possessão de ovelhas, e possessão de vacas, e muita gente de serviço, de maneira que os filisteus o invejavam.
15 E todos os poços, que os servos de seu pai tinham cavado nos dias de seu pai Abraão, os filisteus entulharam e encheram de terra.
16 Disse também Abimeleque a Isaque: Aparta-te de nós; porque muito mais poderoso te tens feito do que nós.
17 Então Isaque partiu dali e fez o seu acampamento no vale de Gerar, e habitou lá.
18 E tornou Isaque e cavou os poços de água que cavaram nos dias de Abraão seu pai, e que os filisteus entulharam depois da morte de Abraão, e chamou-os pelos nomes que os chamara seu pai.
19 Cavaram, pois, os servos de Isaque naquele vale, e acharam ali um poço de águas vivas.
20 E os pastores de Gerar porfiaram com os pastores de Isaque, dizendo: Esta água é nossa. Por isso chamou aquele poço Eseque, porque contenderam com ele.
21 Então cavaram outro poço, e também porfiaram sobre ele; por isso chamou-o Sitna.
22 E partiu dali, e cavou outro poço, e não porfiaram sobre ele; por isso chamou-o Reobote, e disse: Porque agora nos alargou o Senhor, e crescemos nesta terra.
23 Depois subiu dali a Berseba.
24 E apareceu-lhe o Senhor naquela mesma noite, e disse: Eu sou o Deus de Abraão teu pai; não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua descendência por amor de Abraão meu servo.
25 Então edificou ali um altar, e invocou o nome do Senhor, e armou ali a sua tenda; e os servos de Isaque cavaram ali um poço.
26 E Abimeleque veio a ele de Gerar, com Auzate seu amigo, e Ficol, príncipe do seu exército.
27 E disse-lhes Isaque: Por que viestes a mim, pois que vós me odiais e me repelistes de vós?
28 E eles disseram: Havemos visto, na verdade, que o Senhor é contigo, por isso dissemos: Haja agora juramento entre nós, entre nós e ti; e façamos aliança contigo.
29 Que não nos faças mal, como nós te não temos tocado, e como te fizemos somente bem, e te deixamos ir em paz. Agora tu és o bendito do Senhor.
30 Então lhes fez um banquete, e comeram e beberam;
31 E levantaram-se de madrugada e juraram um ao outro; depois os despediu Isaque, e despediram-se dele em paz.
32 E aconteceu, naquele mesmo dia, que vieram os servos de Isaque, e anunciaram-lhe acerca do negócio do poço, que tinham cavado; e disseram-lhe: Temos achado água.
33 E chamou-o Seba; por isso é o nome daquela cidade Berseba até o dia de hoje.
34 Ora, sendo Esaú da idade de quarenta anos, tomou por mulher a Judite, filha de Beeri, heteu, e a Basemate, filha de Elom, heteu.
35 E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.

terça-feira, 26 de julho de 2011

MEDITAÇÃO DIÁRIA


Terça-feira 26 Julho
Senhor, te esperamos; no teu nome e na tua memória está o desejo da nossa alma. Chamarás o seu nome JESUS
(Isaías 26:8; Mateus 1:21).

EU SOU JESUS

O que significa o nome de Jesus para você? O de um grande homem, e nada mais? Talvez o de um Messias, um homem que veio enviado de Deus? Só há duas possibilidades: ou Jesus é só um homem e o cristianismo uma religião entre tantas outras; ou Jesus é mais que um homem, e, neste caso, Ele é o caminho para Deus. Não podemos nos contentar com suposições ou opiniões a esse respeito. É necessário que nos informemos, lendo a Bíblia com cuidado e imparcialidade.
Nós, cristãos, cremos que o Senhor Jesus é o Filho de Deus. Na glória, onde estava desde a eternidade, o Filho de Deus não tinha nome de homem. Porém, ao ser “manifestado na carne”, recebeu um. Um anjo disse a José: “Maria… dará à luz um filho e chamarás o seu nome Jesus” (Mateus 1:20-21). É um nome “mais excelente” que o de anjos (Hebreus 1:4), um nome “sobre todo nome” (Filipenses 2:9), um nome “maravilhoso” (Juízes 13:18). Para os que crêem é um “ungüento derramado” (Cantares 1:3), um nome amado.
Na glória, o Filho de Deus continuou com o nome Jesus. Quando Saulo de Tarso se encontrou com Ele no caminho de Damasco perguntou: “Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus” (Atos 9:5). Chegará o dia no qual todo joelho se dobrará e todos reconhecerão que Jesus Cristo é o Senhor (Filipenses 2:10-11).

MAIS UMA NOTÍCIA SOBRE A BRAVURA DE JUIZ CRENTE CONTRA A OPRESSÃO DE SATANÁS
Tentaram caracterizar o juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, aquele que cancelou a união civil entre homossexuais em Goiânia, decisão depois tornada sem efeito pelo Tribunal de Justiça, como um ET. Mas não é! O Globo, como vocês verão abaixo, tentou falar com o ele, que não se pronunciou. O filho de Villas Boas deu entrevista. E argumentou com mais precisão do que a maioria dos ministros do Supremo. A razão é simples. O rapaz usava a Constituição em favor de sua tese; os ministros do Supremo usaram o “preconceito do bem”. Leiam.
Por Chico de Gois:
O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, que anulou a união civil selada por um casal homossexual em Goiânia, é vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Religioso, frequenta cultos evangélicos pelo menos duas vezes por semana.
Magistrados, promotores e funcionários ainda estão perplexos com a atitude do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros Públicos. Além de afrontar o Supremo Tribunal Federal (STF) ao cancelar uma união homoafetiva, o magistrado também bateu de frente com a corregedora-geral de Justiça de Goiás, Beatriz Figueiredo Franco, ao desobedecê-la.
Villas Boas, contam funcionários, é juiz de poucas palavras. Poucos sabem de sua vida - nem mesmo o currículo sobre sua caarreira ele entregou à assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, como fizeram os colegas.
Nesta terça-feira, a reportagem do GLOBO telefonou para a casa do magistrado e conversou com o seu filho, Pedro. Ao comentar a polêmica decisão do pai, o rapaz afirmou que foi uma atitude corajosa. Repetindo as palavras do juiz, que tem como exemplo, afirma que o pai apenas obedeceu à Constituição:
“Foi uma decisão muito corajosa, mostrou o perfil de um juiz corajoso, que, contra a pressão de uma minoria, obedeceu à Constituição. Ele mesmo estava falando que não queria dar entrevistas porque não queria se expor, que o que ele fez foi simplesmente obedecer ao que a Magna Carta manda, e que o Supremo não tem autoridade para legislar”, afirmou o rapaz contando também que a família é religiosa e vai à igreja às terças-feiras e aos domingos.
O presidente da AMB, Nelson Calandra, defendeu o direito que o juiz tem de se manifestar. Segundo ele, a sentença do colega foi fundamentada e por isso não merece censura:
“O juiz não pode ter sua liberdade de decidir escravizada. Existe uma coisa que se chama independência do juiz. A desembargadora está, no meu ponto de vista, equivocada. Juiz nenhum pode ser censurado ou processado por uma deliberação fundamentada. Quem viveu em tempos de autoritarismo sabe quanto vale a liberdade. Eu atesto que não é nada bom viver em regimes autoritários”, disse Calandra, que não poupou elogios ao colega: “É profissional extremamente sério, estudiosíssimo e altamente trabalhador.

Doações para manutenção

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Ag.1804-0 conta poupança 1008973-5