quarta-feira, 30 de abril de 2014

Todo Dia Com Jesus

2 Timóteo 1:1-18

Esta segunda epístola, muito diferente da primeira, enfoca um tempo de ruína em que o apóstolo, prisioneiro, ao final de sua carreira, assiste à rápida decadência do testemunho pelo qual tanto havia trabalhado. Mas Deus valeu-se desses progressos do mal, já visíveis no tempo dos apóstolos, para nos dar esta carta, que mostra o caminho a seguir e os recursos da fé nos "tempos difíceis", como são os nossos hoje em dia (3:1). Tenha ânimo, escreve Paulo a seu "amado filho", não te deixes assustar! O que possuímos está fora do alcance do Inimigo; está protegido pelo poder de Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Este permanece um Espírito de poder, amor e conselho e "habita em nós" (v. 14; João 14:17).
"Nosso Salvador Cristo Jesus" não mudou. Sua vitória sobre a morte foi lograda para a eternidade (v. 10). Toda a fonte exterior de ajuda fracassa e a fé é levada a descansar só no Senhor (v. 12; Salmo 62:1). A fidelidade de cada um é colocada à prova não quando tudo vai bem, mas quando tudo vai mal (ver Filipenses 2:22). Na adversidade, muitos abandonaram ao apóstolo (v. 15), enquanto um devotado irmão, Onesíforo, o visitou na prisão. Este fazia parte daqueles misericordiosos a quem será concedida misericórdia (v. 18; Mateus 5:7 e 25:36b).
GracaAbundante
Esta foi a última postagem do livro Graça Abundante aos Principais dos Pecadores, de John Bunyan.
O Voltemos aos Clássicos será interrompido por um breve período. Enquanto isso confira as postagens anteriores:

Resumo

No capítulo 10, “A Serviço de Cristo: Um Pregador da Palavra”, John Bunyan descreve seu “modo de pregar a Palavra” e “os feitos de Deus” em sua vida com relação a isso (131). Ele sumariza: “Para ser breve, no devido tempo, uma vez que a igreja ainda desejava e depois de solene tempo de oração ao Senhor, com jejum, eu fui separado e designado para pregações públicas e regulares, não apenas para e entre aqueles que criam, mas também para levar o evangelho aos que ainda não tinham recebido a fé” (132). Bunyan também relata as provações que passou, principalmente calúnias e difamações, e as tentações que sofreu, principalmente com o orgulho.
No capítulo 11, “A Serviço de Cristo: Um Prisioneiro por Amor ao Evangelho”, reflete sobre a época de sua prisão, sobre a dor da separação de sua família, temendo pelo bem estar deles, em especial de sua filha cega. Mas, controlando-se, pensou: “devo confiar todos vocês a Deus, mesmo que deixá-los fira-me até ao âmago” (150). Por outro lado, ele relata as bênçãos que fluíram de tal período: “Em toda a minha vida, nunca tive tão grande discernimento sobre a Palavra de Deus como agora. Aqueles versículos nos quais eu não enxergava nada antes, começaram a reluzir para mim, no cárcere e na condição de encarcerado. Jesus Cristo também nunca foi tão real e evidente como agora” (148).
Na conclusão, Bunyan resume suas observações, tentações e lutas. Por fim, ele medita sobre as abominações em seu coração e a sabedoria de Deus em ordená-las para o seu bem: (1) elas me fazem detestar e abominar a mim mesmo; (2) impedem-me de confiar em meu coração; (3) convencem-me da insuficiência de toda retidão inerente; (4) mostram-me a necessidade de correr para Jesus; (5) compelem-me a orar a Deus; (6) mostram-me a necessidade de vigiar e ser sóbrio; (7) estimulam-me a orar a Deus, por meio de Cristo, para que me auxilie e conduza neste mundo.

O que podemos aprender: Aprenda com John Bunyan a lidar com o sentimento de hipocrisia e vaidade ao pregar

No capítulo 10 do livro “Principal dos Pregadores”, John Bunyan relata sua luta contra as tentações que surgiram por causa do ministério da pregação. Duas merecem destaque: sua luta contra o sentimento de hipocrisia ao pregar algo que também o condenava e contra o orgulho e à altivez do coração.

Sentimento de hipocrisia

Você já pregou sobre algo do qual também era culpado? Certamente, há pecados que desqualificam uma pessoa para o ministério, conforme as qualificações listadas por Paulo em suas cartas a Timóteo e Tito. Contudo, como pregar sobre incredulidade, sem se lembrar da falta de fé do nosso próprio coração? Nesses casos, somos tentados a ou negligenciar o assunto ou amenizá-lo. Bunyan retrata como o diabo lhe tentava nesse ponto e como reagiu:
Às vezes, quando eu estava para pregar sobre alguma passagem penetrante e desafiante da Palavra, o tentador sugeria: “O quê? Você vai pregar isso? Isso te condena; sua própria alma é culpada disso, não pregue sobre isso de jeito nenhum, ou, se o fizer, interprete e aplique o texto de maneira que lhe permita escapar, a fim de que, em vez de despertar outros, você não coloque tanta culpa sobre sua própria alma, de forma que nunca possa se recuperar”. Mas, graças ao Senhor, fui guardado de consentir com tão horrendas sugestões e, à semelhança de Sansão, tenho me inclinado com toda a minha força a condenar a transgressão e o pecado onde quer que os encontre, mesmo que, ao fazê-lo, traga, de fato, culpa sobre minha consciência. Morra eu, pensei, com os filisteus (Jz 16.30), ao invés de lidar de um modo corrupto com a bendita Palavra de Deus. “Tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo?” É muito melhor trazer juízo sobre si mesmo, pregando plena e fielmente a outros, do que deter a verdade pela injustiça, a fim de proteger-se do poder condenador da Palavra. Bendito seja Deus por seu socorro também aqui! (p. 139)
Na preparação do sermão, aplique a palavra primeiro ao seu próprio coração, confesse seu pecado e lembre-se da graça divina, tanto a graça justificadora, quanto a santificadora. Desta forma, quando for pregar, você poderá (se for uma atitude sábia) ilustrar com sua própria vida, ensinando a congregação a necessidade que todos têm de se humilhar diante da Palavra de Deus.

Sentimento de orgulho

Ao realizarmos a bendita obra de Cristo, também somos frequentemente tentados ao orgulho e à altivez de coração. Bunyan traz dois antídotos a este mal: (1) meditar em sua própria corrupção e fraqueza e (2) refletir sobre a quão dispensáveis nossos dons são. Ele escreve:
A cada dia meu quinhão tem sido o de ser exposto à maldade de meu próprio coração e ser capacitado a ver uma multidão de corrupção e fraquezas que há nele. Isso me tem feito curvar a cabeça de vergonha, diante de todos os meus dons e de tudo que tenho alcançado. Tenho sentido esse espinho na carne, até a misericórdia de Deus para comigo (2 Co 12.8-9). (p. 139)
e:
Além disso, me foram mostradas notáveis passagens da Palavra que contêm declarações perspicazes e penetrantes sobre a perdição da alma, a despeito de dons e talentos. Estas palavras, por exemplo, têm sido muito úteis: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (1 Co 13.1). Um címbalo é um instrumento com o qual um músico habilidoso pode tocar melodias alegres e estimulantes, e todos os que o ouvem dificilmente param de dançar. Contudo, o címbalo, por si mesmo, não possui vida nem produz a melodia; esta nasce da habilidade daquele que o toca. No final, o instrumento pode vir a ser nada e perecer, embora melodias tão alegres tenham sido tocadas nele, em tempos passados. Era assim que eu via a situação presente e futura daqueles que possuem dons, mas não a graça salvadora: estão nas mãos de Cristo como o címbalo estava nas mãos de Davi; e, como Davi podia, a serviço de Deus, tirar do címbalo música que elevava o coração dos adoradores, assim Cristo pode usar esses homens habilidosos para tocar a alma de seu povo na igreja e, depois de ter feito tudo que intenta, colocá-los de lado como algo sem vida, apesar de tocarem como címbalos.
Esta consideração, portanto, junto com algumas outras, eliminou, na maioria das vezes, o orgulho e o desejo de vanglória. [...]Além disso, eu sabia que o amor é que nunca morreria, mas os outros dons cessariam e desapareceriam; então, concluí que um pouco da graça, um pouco do amor, um pouco do verdadeiro temor de Deus são melhores do que todos os dons. [...]
Então, entendi que, apesar de os dons serem bons, em si mesmos, ao propósito para o qual foram designados — a edificação de outros — eles são vazios e desprovidos de poder para salvar a alma daquele que possui o dom, se isso for tudo que ele tem. [...]
Vi, portanto, que aquele que possui dons precisa ser iluminado quanto à própria natureza dos dons, ou seja, que estes são insuficientes no que se refere à salvação da alma, a fim de que ele não se fie nos dons e seja destituído da graça de Deus. A pessoa que possui dons tem razões para andar humildemente com Deus, e ser pequeno aos próprios olhos, e lembrar, também, que seus dons não lhe pertencem, e sim à igreja, que por meio dos dons ele se torna servo da igreja e que, no final, ele prestará contas de sua administração ao Senhor Jesus. (Prestar boas contas será uma grande bênção!) Que todos os homens, portanto, avaliem o temor do Senhor. Os dons são, realmente, desejáveis; mas grande graça e pequenos dons são melhores do que grandes dons sem a graça. Isso não significa que o Senhor concede dons e glória, e sim que o Senhor concede graça e glória; e bem-aventurado é aquele a quem o Senhor concede graça, verdadeira graça, pois esta é a verdadeira precursora da glória. (p. 140-141)
O antídoto então para o orgulho é compreender a graça. A graça é a grande esmagadora do orgulho. A graça nos diz que somos incapazes de nos salvar e que é Deus que nos salva e também nos diz que somos incapazes de realizar o ministério da Palavra sem a capacitação do Espírito. Nossa salvação e nossos dons procedem de Deus, não de nós. Portanto, que motivos temos para nos gloriar? Como Paulo diz: “Pois quem é que te faz sobressair? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido?” (1 Co 4.7).

Atos 27

1 E, COMO se determinou que havíamos de navegar para a Itália, entregaram Paulo, e alguns outros presos, a um centurião por nome Júlio, da coorte augusta.
2 E, embarcando nós em um navio adramitino, partimos navegando pelos lugares da costa da Ásia, estando conosco Aristarco, macedônio, de Tessalônica.
3 E chegamos no dia seguinte a Sidom, e Júlio, tratando Paulo humanamente, lhe permitiu ir ver os amigos, para que cuidassem dele.
4 E, partindo dali, fomos navegando abaixo de Chipre, porque os ventos eram contrários.
5 E, tendo atravessado o mar, ao longo da Cilícia e Panfília, chegamos a Mirra, na Lícia.
6 E, achando ali o centurião um navio de Alexandria, que navegava para a Itália, nos fez embarcar nele.
7 E, como por muitos dias navegássemos vagarosamente, havendo chegado apenas defronte de Cnido, não nos permitindo o vento ir mais adiante, navegamos abaixo de Creta, junto de Salmone.
8 E, consteando-a dificilmente, chegamos a um lugar chamando Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laséia.
9 E, passado muito tempo, e sendo já perigosa a navegação, pois, também o jejum já tinha passado, Paulo os admoestava,
10 Dizendo-lhes: Senhores, vejo que a navegação há de ser incômoda, e com muito dano, não só para o navio e carga, mas também para as nossas vidas.
11 Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre, do que no que dizia Paulo.
12 E, como aquele porto não era cômodo para invernar, os mais deles foram de parecer que se partisse dali para ver se podiam chegar a Fenice, que é um porto de Creta que olha para o lado do vento da África e do Coro, e invernar ali.
13 E, soprando o sul brandamente, lhes pareceu terem já o que desejavam e, fazendo-se de vela, foram de muito perto costeando Creta.
14 Mas não muito depois deu nela um pé de vento, chamado Euro-aquilão.
15 E, sendo o navio arrebatado, e não podendo navegar contra o vento, dando de mão a tudo, nos deixamos ir à toa.
16 E, correndo abaixo de uma pequena ilha chamada Clauda, apenas pudemos ganhar o batel.
17 E, levado este para cima, usaram de todos os meios, cingindo o navio; e, temendo darem à costa na Sirte, amainadas as velas, assim foram à toa.
18 E, andando nós agitados por uma veemente tempestade, no dia seguinte aliviaram o navio.
19 E ao terceiro dia nós mesmos, com as nossas próprias mãos, lançamos ao mar a armação do navio.
20 E, não aparecendo, havia já muitos dias, nem sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma não pequena tempestade, fugiu-nos toda a esperança de nos salvarmos.
21 E, havendo já muito que não se comia, então Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Fora, na verdade, razoável, ó senhores, ter-me ouvido a mim e não partir de Creta, e assim evitariam este incômodo e esta perda.
22 Mas agora vos admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perderá a vida de nenhum de vós, mas somente o navio.
23 Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou, e a quem sirvo, esteve comigo,
24 Dizendo: Paulo, não temas; importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo.
25 Portanto, ó senhores, tende bom ânimo; porque creio em Deus, que há de acontecer assim como a mim me foi dito.
26 É contudo necessário irmos dar numa ilha.
27 E, quando chegou a décima quarta noite, sendo impelidos de um e outro lado no mar Adriático, lá pela meia-noite suspeitaram os marinheiros que estavam próximos de alguma terra.
28 E, lançando o prumo, acharam vinte braças; e, passando um pouco mais adiante, tornando a lançar o prumo, acharam quinze braças.
29 E, temendo ir dar em alguns rochedos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que viesse o dia.
30 Procurando, porém, os marinheiros fugir do navio, e tendo já deitado o batel ao mar, como que querendo lançar as âncoras pela proa,
31 Disse Paulo ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar-vos.
32 Então os soldados cortaram os cabos do batel, e o deixaram cair.
33 E, entretanto que o dia vinha, Paulo exortava a todos a que comessem alguma coisa, dizendo: É já hoje o décimo quarto dia que esperais, e permaneceis sem comer, não havendo provado nada.
34 Portanto, exorto-vos a que comais alguma coisa, pois é para a vossa saúde; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós.
35 E, havendo dito isto, tomando o pão, deu graças a Deus na presença de todos; e, partindo-o, começou a comer.
36 E, tendo já todos bom ânimo, puseram-se também a comer.
37 E éramos ao todo, no navio, duzentas e setenta e seis almas.
38 E, refeitos com a comida, aliviaram o navio, lançando o trigo ao mar.
39 E, sendo já dia, não conheceram a terra; enxergaram, porém, uma enseada que tinha praia, e consultaram-se sobre se deveriam encalhar nela o navio.
40 E, levantando as âncoras, deixaram-no ir ao mar, largando também as amarras do leme; e, alçando a vela maior ao vento, dirigiram-se para a praia.
41 Dando, porém, num lugar de dois mares, encalharam ali o navio; e, fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa abria-se com a força das ondas.
42 Então a idéia dos soldados foi que matassem os presos para que nenhum fugisse, escapando a nado.
43 Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, lhes estorvou este intento; e mandou que os que pudessem nadar se lançassem primeiro ao mar, e se salvassem em terra;
44 E os demais, uns em tábuas e outros em coisas do navio. E assim aconteceu que todos chegaram à terra a salvo.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Todo Dia Com Jesus

1 Timóteo 6:11-21

"Tu, porém, ó homem de Deus!" O homem de Deus - e cada filho de Deus - deve andar continuamente contra a corrente deste mundo. Ele foge do que o mundo ama e busca: o dinheiro e as coisas que o dinheiro obtém (v. 10). Ele segue o que agrada ao Senhor: justiça, piedade, fé, amor, constância, mansidão (v. 11). Ele aguarda a Sua aparição, tempo em que tudo será manifestado (v. 14).
O apóstolo não confunde os que são ricos (v. 17) com os que querem ficar ricos (v. 9). Mas ele projeta sobre os bens do "presente século" a luz da eternidade. O objeto de nossa confiança não são os dons, mas sim Aquele que os dá (v. 17); o verdadeiro lucro é a piedade; as verdadeiras riquezas são as boas obras (v. 18); o verdadeiro tesouro é um sólido fundamento para o futuro (v. 19). Que saibamos discernir e nos apoderar "daverdadeira vida" (v. 19)!
Foge... segue... combate... toma posse... são as exortações que encontramos em nossa leitura (vv. 11-12). No v. 20, a ordem final é particularmente solene: "E tu, ó Timóteo, guardao que te foi confiado" (ver também o v. 14 e 2 Timóteo 1:14). Tal é a exortação final sobre a qual convidamos cada um de nossos leitores a substituir o nome de Timóteo pelo seu próprio.

Israel relembra Holocausto com dois minutos de silêncio

Israel relembra Holocausto com dois minutos de silêncioIsrael relembra Holocausto com dois minutos de silêncio
Em memória dos seis milhões de judeus que foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial, os israelenses pararam por dois minutos e ficaram em silêncio na manhã desta segunda-feira (28).
A data é lembrada para recordação do Holocausto e este ano, em especial, Israel recordou dos 400 mil judeus da Hungria que foram mortos por nazistas em 1944.
As lembranças desses crimes que mancham a história mundial foram o tema de diversos programas de TV e rádios que desde a noite do domingo (27) exibiram depoimentos, documentos e filmes sobre o assunto.
Ainda no domingo uma cerimônia foi realizada no memorial Yad Vashem de Jerusalém homenageando as vítimas da Shoa. Durante o encontro o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu falou sobre os perigos que o Irã representa à Israel se continuar investindo na produção de uma bomba atômica.
Netanyahu citou as declarações do governo iraniano que prometeu destruir os judeus. “O Irã pede a nossa destruição, constrói bunkers subterrâneos para enriquecer urânio, produz água pesada para plutônio, fabrica mísseis intercontinentais capazes de transportar ogivas nucleares, o que ameaça o mundo inteiro”, afirmou o premiê.
O presidente Shimon Peres falou sobre os perigos que os neonazistas representam não só para Israel, como para o mundo todo por conta do crescimento desse grupo na Europa. “Não podemos ignorar o crescimento dos partidos de extrema-direita com tendências neonazistas que constituem um perigo para cada um de nós e uma ameaça para cada nação”, disse Peres durante cerimônia do domingo.
Já na manhã desta segunda, às 10h do horário local (4h de Brasília) o aviso sonoro fez com que os israelenses deixassem seus afazeres para prestarem uma homenagem às vítimas. Quem dirigia pelo país precisou parar e descer do carro para fazer os dois minutos de silêncio.
De acordo com o site G1 há 190 mil sobreviventes do Holocausto que vivem em Israel, 50 mil deles estão abaixo da linha de pobreza. Para tentar melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, o governo anunciou um plano que prevê a distribuição de 285 milhões de dólares aos mais pobres.

Atos 26

1 DEPOIS Agripa disse a Paulo: É permitido que te defendas. Então Paulo, estendendo a mão em sua defesa, respondeu:
2 Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, de que perante ti me haja hoje de defender de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus;
3 Mormente sabendo eu que tens conhecimento de todos os costumes e questões que há entre os judeus; por isso te rogo que me ouças com paciência.
4 Quanto à minha vida, desde a mocidade, como decorreu desde o princípio entre os da minha nação, em Jerusalém, todos os judeus a conhecem,
5 Sabendo de mim desde o princípio (se o quiserem testificar), que, conforme a mais severa seita da nossa religião, vivi fariseu.
6 E agora pela esperança da promessa que por Deus foi feita a nossos pais estou aqui e sou julgado.
7 À qual as nossas doze tribos esperam chegar, servindo a Deus continuamente, noite e dia. Por esta esperança, ó rei Agripa, eu sou acusado pelos judeus.
8 Pois quê? julga-se coisa incrível entre vós que Deus ressuscite os mortos?
9 Bem tinha eu imaginado que contra o nome de Jesus Nazareno devia eu praticar muitos atos;
10 O que também fiz em Jerusalém. E, havendo recebido autorização dos principais dos sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e quando os matavam eu dava o meu voto contra eles.
11 E, castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente contra eles, até nas cidades estranhas os persegui.
12 Sobre o que, indo então a Damasco, com poder e comissão dos principais dos sacerdotes,
13 Ao meio-dia, ó rei, vi no caminho uma luz do céu, que excedia o esplendor do sol, cuja claridade me envolveu a mim e aos que iam comigo.
14 E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me falava, e em língua hebraica dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões.
15 E disse eu: Quem és, Senhor? E ele respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues;
16 Mas levanta-te e põe-te sobre teus pés, porque te apareci por isto, para te pôr por ministro e testemunha tanto das coisas que tens visto como daquelas pelas quais te aparecerei ainda;
17 Livrando-te deste povo, e dos gentios, a quem agora te envio,
18 Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim.
19 Por isso, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial.
20 Antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento.
21 Por causa disto os judeus lançaram mão de mim no templo, e procuraram matar-me.
22 Mas, alcançando socorro de Deus, ainda até ao dia de hoje permaneço dando testemunho tanto a pequenos como a grandes, não dizendo nada mais do que o que os profetas e Moisés disseram que devia acontecer,
23 Isto é, que o Cristo devia padecer, e sendo o primeiro da ressurreição dentre os mortos, devia anunciar a luz a este povo e aos gentios.
24 E, dizendo ele isto em sua defesa, disse Festo em alta voz: Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar.
25 Mas ele disse: Não deliro, ó potentíssimo Festo; antes digo palavras de verdade e de um são juízo.
26 Porque o rei, diante de quem falo com ousadia, sabe estas coisas, pois não creio que nada disto lhe é oculto; porque isto não se fez em qualquer canto.
27 Crês tu nos profetas, ó rei Agripa? Bem sei que crês.
28 E disse Agripa a Paulo: Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão!
29 E disse Paulo: Prouvera a Deus que, ou por pouco ou por muito, não somente tu, mas também todos quantos hoje me estão ouvindo, se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias.
30 E, dizendo ele isto, levantou-se o rei, o presidente, e Berenice, e os que com eles estavam assentados.
31 E, apartando-se dali falavam uns com os outros, dizendo: Este homem nada fez digno de morte ou de prisões.
32 E Agripa disse a Festo: Bem podia soltar-se este homem, se não houvera apelado para César.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Todo Dia Com Jesus

1 Timóteo 5:17-25; 6:1-10

Paulo continua expondo a Timóteo como se deve "proceder na casa de Deus" (1 Timóteo 3:15). Assunto vital pelo qual se interessa o próprio Deus é Sua casa - o Senhor Jesus Cristo e os anjos escolhidos, chamados a considerar a sabedoria de Deus na Igreja (v. 21; Efésios 3:10). Essa "multiforme sabedoria" deve manifestar-se também nos variados detalhes da vida da Igreja: responsabilidades do rebanho para com seus anciãos, comportamento dos servos de Deus para resolver os casos difíceis, instruções aos servos... (6:1-2). Quantas desordens se levantam assim que alguém não se sujeita mais às sãs palavras - palavras não de Paulo ou de Timóteo, mas de nosso Senhor Jesus Cristo (v. 3).
A piedade com o contentamento é em si mesma lucro, um grande lucro ao alcance de todos (4:8). Nossa civilização está comumente baseada na criação e satisfação de novas necessidades. Apesar de tudo, o ávido coração do homem permanece insaciável (comparar os vv. 9-10 com o Salmo 49:16-20). Agradeçamos ao Senhor por prover as nossas necessidades (v. 8). Sempre estaremos satisfeitos com o que Ele nos dá, se Ele mesmo, o Doador (que é o grande Objeto da piedade), satisfizer plenamente nosso coração.

Gideões Missionários 2014 espera 150 mil fiéis

Gideões Missionários 2014 espera atrair 150 mil fiéisGideões 2014 espera atrair 150 mil fiéis
Começou neste sábado (26) o 32º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora, conhecido popularmente como Congresso dos Gideões, que acontece até o dia 5 de maio na cidade de Camboriú, em Santa Catarina.
O evento é conhecido como o maior congresso pentecostal do país e deve atrair cerca de 150 mil pessoas de diversas partes do Brasil e de outros países do mundo.
O primeiro culto está marcado para aconteceu às 19h no Pavilhão dos Gideões, ao lado do templo sede da Assembleia de Deus em Camboriú. Os cultos terão como convidados pastores de diversos locais do país, além de África e Europa. Entre os preletores podemos destacar o Pr. Marco Feliciano, Pr. Samuel Mariano, Pr. Abner Ferreira, Pr. Rodrigo Salgado, Missionária Sara Pavesse, Pr. Neves de Souza (Àfrica), Pr. Wagner Costa (Canadá) e muitos outros.
A quantidade de pessoas que se deslocam para Camboriú faz com que o evento tenha importância não só religiosa, mas também econômica para a região, como diz Huelsen Ricardo Santos, um dos coordenadores do Congresso Gideões 2014.
“Hoje os gideões transcendem a questão religiosa, o evento aquece a economia não só da cidade, mas da região. Lojas relocam seu ponto e a nível de congresso missionário esse é o maior do país”, disse ele ao jornal O Sol Diário.
Os lojista do Centro da cidade aproveitam a quantidade de turistas para mudar seus produtos e vender mercadorias voltadas para o público evangélico como CDs, livros e Bíblias.
“Durante o Congresso deixo produtos mais sociais à mostra e retiro outros como bermudas e blusas sem manga”, diz a empresária Quézia Castelão que tem uma loja de roupas nas proximidades do Ginásio.
A lojista afirma que o movimento dessa semana de congresso acaba sendo melhor que durante o feriado de Natal, aumentando a lucratividade do comércio.
Outros empresários acabam sublocando seus pontos, como fez Júlio César Pereira, dono de uma papelaria. Os produtos que comercializa diariamente são guardados no estoque e o espaço fica livre para que outro empresário venda produtos evangélicos.
“É mais vantajoso alugar a loja do que trabalhar nessa época, até porque nosso material não é o que eles procuram. Pago aluguel mais caro, porque sabem que alugamos para os gideões”, disse ele.
A prefeitura de Camboriú reconhece que o evento evangélico aquece a economia da cidade e secretaria de Finanças precisou expedir mais de 565 alvarás para comerciantes que trabalharão com produtos evangélicos. Lojistas pagam R$900 para pontos com até 20m² e ambulantes pagam R$350.

Gideões ao vivo

O 32º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora terá diariamente, a partir do domingo, cultos e palestras sobre missões durante todo o dia das 8h às 22h. Os cultos são transmitidos ao vivo e online pela organização do evento. O portal Gospel Prime disponibiliza para seus usuários retransmissões baseadas nos links oficial dos Gideões.
Abaixo os links:

Atos 25

1 ENTRANDO, pois, Festo na província, subiu dali a três dias de Cesaréia a Jerusalém.
2 E o sumo sacerdote e os principais dos judeus compareceram perante ele contra Paulo, e lhe rogaram,
3 Pedindo como favor contra ele que o fizesse vir a Jerusalém, armando ciladas para o matarem no caminho.
4 Mas Festo respondeu que Paulo estava guardado em Cesaréia, e que ele brevemente partiria para lá.
5 Os que, pois, disse, dentre vós, têm poder, desçam comigo e, se neste homem houver algum crime, acusem-no.
6 E, havendo-se demorado entre eles mais de dez dias, desceu a Cesaréia; e no dia seguinte, assentando-se no tribunal, mandou que trouxessem Paulo.
7 E, chegando ele, rodearam-no os judeus que haviam descido de Jerusalém, trazendo contra Paulo muitas e graves acusações, que não podiam provar.
8 Mas ele, em sua defesa, disse: Eu não pequei em coisa alguma contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César.
9 Todavia Festo, querendo comprazer aos judeus, respondendo a Paulo, disse: Queres tu subir a Jerusalém, e ser lá perante mim julgado acerca destas coisas?
10 Mas Paulo disse: Estou perante o tribunal de César, onde convém que seja julgado; não fiz agravo algum aos judeus, como tu muito bem sabes.
11 Se fiz algum agravo, ou cometi alguma coisa digna de morte, não recuso morrer; mas, se nada há das coisas de que estes me acusam, ninguém me pode entregar a eles; apelo para César.
12 Então Festo, tendo falado com o conselho, respondeu: Apelaste para César? para César irás.
13 E, passados alguns dias, o rei Agripa e Berenice vieram a Cesaréia, a saudar Festo.
14 E, como ali ficassem muitos dias, Festo contou ao rei os negócios de Paulo, dizendo: Um certo homem foi deixado por Félix aqui preso,
15 Por cujo respeito os principais dos sacerdotes e os anciãos dos judeus, estando eu em Jerusalém, compareceram perante mim, pedindo sentença contra ele.
16 Aos quais respondi não ser costume dos romanos entregar algum homem à morte, sem que o acusado tenha presentes os seus acusadores, e possa defender-se da acusação.
17 De sorte que, chegando eles aqui juntos, no dia seguinte, sem fazer dilação alguma, assentado no tribunal, mandei que trouxessem o homem.
18 Acerca do qual, estando presentes os acusadores, nenhuma coisa apontaram daquelas que eu suspeitava.
19 Tinham, porém, contra ele algumas questões acerca da sua superstição, e de um tal Jesus, morto, que Paulo afirmava viver.
20 E, estando eu perplexo acerca da inquirição desta causa, disse se queria ir a Jerusalém, e lá ser julgado acerca destas coisas.
21 E, apelando Paulo para que fosse reservado ao conhecimento de Augusto, mandei que o guardassem até que o envie a César.
22 Então Agripa disse a Festo: Bem quisera eu também ouvir esse homem. E ele disse: Amanhã o ouvirás.
23 E, no dia seguinte, vindo Agripa e Berenice, com muito aparato, entraram no auditório com os tribunos e homens principais da cidade, sendo trazido Paulo por mandado de Festo.
24 E Festo disse: Rei Agripa, e todos os senhores que estais presentes conosco; aqui vedes um homem de quem toda a multidão dos judeus me tem falado, tanto em Jerusalém como aqui, clamando que não convém que viva mais.
25 Mas, achando eu que nenhuma coisa digna de morte fizera, e apelando ele mesmo também para Augusto, tenho determinado enviar-lho.
26 Do qual não tenho coisa alguma certa que escreva ao meu senhor, e por isso perante vós o trouxe, principalmente perante ti, ó rei Agripa, para que, depois de interrogado, tenha alguma coisa que escrever.
27 Porque me parece contra a razão enviar um preso, e não notificar contra ele as acusações.

domingo, 27 de abril de 2014

Todo Dia Com Jesus

1 Timóteo 5:1-16

Em nosso relacionamento com outros cristãos, podemos servir-nos dos vínculos da família como nosso exemplo: "pai... irmãos... mãe... irmãs..." (v. 12). Nunca percamos de vista o fato de que formamos uma única e mesma família: a família de Deus.
Cada um é convidado a mostrar sua piedade, mas primeiramente para com sua própria casa (v. 4). Os fariseus pregavam o contrário. Ao mesmo tempo em que ostentavam devoção, invalidavam o mandamento de Deus ao afastar os filhos de seus mais legítimos deveres para com os pais (ver Marcos 7:12-13).
Com um só versículo, o 10, resume-se uma vida inteira ao serviço do Senhor. Que cada irmã ache inspiração e força a fim de não desejar outra coisa!
Os vv. 3 a 16, que são consagrados às viúvas, recordam que Deus cuida delas de maneira muito particular (ver Salmo 68:5). O Evangelho de Lucas menciona quatro viúvas: Ana, cuja vida de oração constante ilustra o v. 5 de nosso capítulo (Lucas 2:36-38); a viúva de Naim, à qual o Senhor Jesus devolveu o seu filho (Lucas 7:11-17); a que pedia justiça ao juiz injusto da parábola do capítulo 18; e, finalmente, a pobre viúva que, ante os olhos do Senhor - e para Seu gozo -, deu ao tesouro do templo tudo o que tinha para seu sustento (Lucas 21:1-4). O que agrada a Deus acima de tudo é uma fé completa nEle (Hebreus 11:6).

Atos 24

1 E, CINCO dias depois, o sumo sacerdote Ananias desceu com os anciãos, e um certo Tértulo, orador, os quais compareceram perante o presidente contra Paulo.
2 E, sendo chamado, Tértulo começou a acusá-lo, dizendo: Visto como por ti temos tanta paz e por tua prudência se fazem a este povo muitos e louváveis serviços,
3 Sempre e em todo o lugar, ó potentíssimo Félix, com todo o agradecimento o queremos reconhecer.
4 Mas, para que não te detenha muito, rogo-te que, conforme a tua eqüidade, nos ouças por pouco tempo.
5 Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo; e o principal defensor da seita dos nazarenos;
6 O qual intentou também profanar o templo; e nós o prendemos, e conforme a nossa lei o quisemos julgar.
7 Mas, sobrevindo o tribuno Lísias, no-lo tirou de entre as mãos com grande violência,
8 Mandando aos seus acusadores que viessem a ti; e dele tu mesmo, examinando-o, poderás entender tudo o de que o acusamos.
9 E também os judeus o acusavam, dizendo serem estas coisas assim.
10 Paulo, porém, fazendo-lhe o presidente sinal que falasse, respondeu: Porque sei que já vai para muitos anos que desta nação és juiz, com tanto melhor ânimo respondo por mim.
11 Pois bem podes saber que não há mais de doze dias que subi a Jerusalém a adorar;
12 E não me acharam no templo falando com alguém, nem amotinando o povo nas sinagogas, nem na cidade.
13 Nem tampouco podem provar as coisas de que agora me acusam.
14 Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas.
15 Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos.
16 E por isso procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens.
17 Ora, muitos anos depois, vim trazer à minha nação esmolas e ofertas.
18 Nisto me acharam já santificado no templo, não em ajuntamentos, nem com alvoroços, uns certos judeus da Ásia,
19 Os quais convinha que estivessem presentes perante ti, e me acusassem, se alguma coisa contra mim tivessem.
20 Ou digam estes mesmos, se acharam em mim alguma iniqüidade, quando compareci perante o conselho,
21 A não ser estas palavras que, estando entre eles, clamei: Hoje sou julgado por vós acerca da ressurreição dos mortos.
22 Então Félix, havendo ouvido estas coisas, lhes pôs dilação, dizendo: Havendo-me informado melhor deste Caminho, quando o tribuno Lísias tiver descido, então tomarei inteiro conhecimento dos vossos negócios.
23 E mandou ao centurião que o guardasse em prisão, tratando-o com brandura, e que a ninguém dos seus proibisse servi-lo ou vir ter com ele.
24 E alguns dias depois, vindo Félix com sua mulher Drusila, que era judia, mandou chamar a Paulo, e ouviu-o acerca da fé em Cristo.
25 E, tratando ele da justiça, e da temperança, e do juízo vindouro, Félix, espavorido, respondeu: Por agora vai-te, e em tendo oportunidade te chamarei.
26 Esperando ao mesmo tempo que Paulo lhe desse dinheiro, para que o soltasse; pelo que também muitas vezes o mandava chamar, e falava com ele.
27 Mas, passados dois anos, Félix teve por sucessor a Pórcio Festo; e, querendo Félix comprazer aos judeus, deixou a Paulo preso.

sábado, 26 de abril de 2014

Todo Dia Com Jesus

1 Timóteo 4:1-16

O grande mistério da piedade tem sido menosprezado por muitos. Alguns eliminam as coisas que lhes são desconfortáveis. Outros acrescentam práticas legais ou superstições. O "bomministro" se alimenta da "boa doutrina" (v. 6). Então estará em condições de ensinar aos demais (vv. 11 e 13). A piedade é uma virtude na qual devemos exercitar-nos (em gregogymnazo, de onde vem a nossa palavra "ginástica"). Exercitamo-nos para a piedade. O exercício físico é útil para a saúde de nosso corpo: pouca coisa se comparada aos progressos da alma aos quais leva a prática diária da piedade. Notemos que o exercício individual é necessário, pois ninguém pode viver a piedade do outro. Desta forma, o jovem Timóteo poderá ser um "treinador" para outros (v. 12, ver Tito 2:7): um padrão na palavra, a qual é confirmada por um procedimento inspirado no amor, o qual por sua vez é iluminado pela fé, a qual finalmente é preservada pela pureza (v. 12). Como nos exercitamos na piedade? Primeiro, devemos ocupar-nos com as coisas divinas e, por último, entregar-nospor completo a elas. A debilidade de nosso testemunho vem do fato de que desperdiçamos nossas energias em demasiadas direções. Sejamos os campeões de uma única coisa: Cristo (2 Coríntios 8:5). Assim o nosso progresso será manifesto a todos (v. 15).
ComoAGracaDeveriaImpactarAExecucaoDoSeuTrabalho
Como cristão, qual é o seu comportamento no trabalho? Como as pessoas te vêem? Leia o artigo abaixo para aprender mais sobre o assunto:
Quando alguém pensa em seu trabalho sendo “cristão,” todo tipo de imagem perturbadora vem à mente:
  • Abrir um salão de beleza chamado “Você Muito Melhor” ou uma livraria chamada “E Lias”.
  • Fazer momentos constrangedores de evangelismo nas chamadas promocionais.
  • Desafiadoramente dizer “Feliz Natal” ao invés de “Boas Festas” na fila do caixa, ou furtivamente dizer “Tenha um dia abençoado” na saudação.
  • Colar pôsteres de opções de estudo bíblico no horário de almoço ou enviar spams sobre visões da Virgem Maria no Equador.
Talvez você se lembre do incidente de 2004 com um piloto da American Airlines que, em seus anúncios antes do voo, pedia a todos os cristãos a bordo do avião que levantassem a mão. Ele então sugeria que durante o voo, os outros passageiros conversassem com essas pessoas sobre a fé deles. Ele também disse aos passageiros que ele ficaria feliz em conversar com qualquer um que tivesse dúvidas. É compreensível que isso fazia as pessoas surtarem: o piloto do seu avião falando com você sobre se você vai ou não se encontrar com Jesus?[1] Embora eles pudessem admirar o zelo do cara, muitos empresários cristãos pensam: “Eu acho que eu não conseguiria fazer isso sem ser demitido.”
Muitos cristãos pensam que simplesmente não dá para servir o reino de Deus no trabalho, e que o trabalho desse reino acontece “após o expediente” — voluntariando-se no berçário da igreja, frequentando grupos pequenos, indo a uma viagem missionária, servindo na cantina. A maioria pensa que o nosso trabalho é uma necessidade que deve ser suportada para colocar comida na mesa, e que o interesse de Deus no fruto de nosso trabalho é primariamente que entreguemos os nossos dízimos.
A Bíblia oferece uma perspectiva bem diferente. A Escritura nos ensina como servir a Deus através de nosso trabalho, não apenas após o trabalho. A Bíblia diz palavras claras e radicais às pessoas no local de trabalho, nos mostrando que mesmo o mais subalterno deles possui um papel essencial na missão de Deus.
De fato, certamente não é coincidência que a maioria das parábolas que Jesus contou tinha como contexto um local de trabalho, e que dos quarenta milagres registrados no livro de Atos, trinta e nove ocorreram fora do cenário de uma igreja. O Deus da Bíblia parece tão preocupado em demonstrar seu poder fora dos muros da igreja, quanto dentro.
Quero sugerir cinco qualidades que tornam o trabalho “cristão.” Por “cristão” neste contexto eu quero dizer “feito através da fé em Jesus Cristo.” Portanto, o trabalho que é cristão terá cinco qualidades: (1) cumpre a criação, (2) busca a excelência, (3) reflete santidade, (4) demonstra redenção e (5) avança em missões.
Veja o desenvolvimento de cada uma dessas cinco qualidade lendo o artigo completo:
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Por J. D. Greear. Extraído do site www.9marks.orgCopyright © 2014 9Marks. Original: What Makes Work “Christian”?
Este artigo faz parte da edição de Março/Abril de 2013, do 9Marks Journal.
Tradução: Alan Cristie. Revisão: Renata do Espírito Santo – © Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: www.MinisterioFiel.com.br. Original: Como a Graça Deveria Impactar a Execução do seu Trabalho
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
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Muitos dizem não estar satisfeitos com o atual cenário cristão brasileiro, colocando a culpa em uma liderança fraca, com conhecimentos teológicos sem a profundidade suficiente que se espera de um bom líder. Mas nós do V.E. perguntamos pra você agora: O que você tem feito para mudar isso? Você sabe o que fazer para melhorar essa situação?
Ajude-nos a mudar essa situação! Buscando capacitar pastores ao ministério e fortalecer aqueles que já estão exercendo a liderança em uma igreja, o Ministério Adote um Pastor permite que você invista teológicamente em pastores do Brasil e ao redor do mundo.
Com a cooperação de mantenedores e apoiadores, podemos ajudá-los a participar de nossa conferência anual para pastores e líderes, e colaboramos para a formação de uma biblioteca teológica e devocional básica, que os ajudará na formação ministerial.
Contribua você também com esse ministério. Acesse o site: Ministério Adote um Pastor
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Testemunhos:

Neste mês de Julho estamos completando um ano desde que deixamos o Brasil rumo a nossa pátria, Guiné-Bissau. Não foram fáceis os primeiros meses de readaptação. Enfrentamos muitas dificuldades na área de saúde, alimentação e falta de energia. Mas apesar de tudo isso, temos visto a boa mão do nosso Deus conosco, até nos mínimos detalhes. Começo por agradecer a Editora Fiel e todos aqueles que têm confiado no nosso ministério e que nos têm apoiado nessa nobre e árdua tarefa, sem a qual não teríamos realizado o trabalho que temos feito até aqui. Muito obrigado por estarem unidos a nós e por ser nosso parceiro nesta Missão do Mestre Jesus.
─ Miguel Indibe (Guiné-Bissau)
No início desse semestre, recebi novos livros do Adote um Pastor. Até agora, todos os livros que recebi têm contribuído para o meu progresso pessoal, familiar e ministerial. Com mais entendimento, adquirido pelas ricas abordagens de um experiente autor que li, pudemos exortar, admoestar e consolar, com muito mais segurança e coragem os membros de nossa congregação, sobre importantes questões familiares. Portanto, queremos agradecer mais uma vez à Editora Fiel por esse maravilhoso Projeto que tanto tem abençoado a nossa vida e ministério.
─ Carlos Alberto Gomes de Souza (Brasil)
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

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