segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Devocional Diário CHARLES SPURGEON


Versículo do dia: Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, se encontrardes o meu amado, que lhe direis? Que desfaleço de amor. (Cântico dos Cânticos 5.8)

Esta é a linguagem do crente almejando companheirismo com Jesus: ele desfalece de amor por seu Senhor. As almas cheias da graça divina jamais estão completamente tranquilas, exceto quando se encontram bem próximas de Cristo. Quando estão distantes dele, tais almas perdem a sua paz. Quanto mais perto estiverem de Cristo, tanto mais desfrutarão da perfeita calma celestial. Quanto mais próximo o coração estiver dele, tanto mais repleto estará não somente da paz, mas também da vida, fortaleza e alegria, visto que todas estas coisas dependem da comunhão permanente com o Senhor Jesus.
O que o sol significa para o dia; a lua, para a noite, e o orvalho, para a flor – tudo isso é Cristo para nossa alma. O que é o pão para o faminto; a roupa, para o despido; a sombra de uma grande rocha, para o viajante em uma terra fatigante – tudo isso é Cristo para nossa alma. Portanto, se conscientemente, não somos um com Ele, não é de admirar que nosso espírito clame com as palavras do cântico: “Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, se encontrardes o meu amado, que lhe direis? Que desfaleço de amor”. Este sério anelo por Jesus tem uma bênção que o atende: “Bem-aventurados os que têm fome e sede e justiça” (Mateus 5.6). Supremamente benditos são aqueles que têm sede do Justo. Bendita, é esta sede pois vem de Deus. Se eu não tiver a desabrochada bem-aventurança de ser saciado, a buscarei no doce momento em que brota, momento de vazio e avidez, até ser satisfeito com Cristo. Se eu não me alimentar de Jesus, a próxima porta ao céu será ter fome e sede dele. Existe santidade nessa sede, porque é uma sede que resplandece entre as bem-aventuranças de nosso Senhor. Mas a bênção envolve uma promessa. Pessoas que têm essa fome serão fartas com o que desejam. Se Cristo nos leva a anelarmos por Ele, com certeza Ele mesmo satisfará esses anelos. Quando Cristo vier realmente a nós, quão agradável será esse encontro!

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