segunda-feira, 16 de maio de 2016

Devocional Diário CHARLES SPURGEON

Versículo do Dia: “Que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento.” (1Timóteo 6.17)
O Senhor Jesus está sempre concedendo bênçãos e nem por um momento Ele retrai sua mão. Enquanto houver um vaso da graça que não está totalmente cheio, o óleo não cessará. Ele é um sol que sempre brilha. Ele é maná caindo sempre em redor do arraial. Ele é uma rocha no deserto que sempre expede rios de vida de seu lado atingido. A chuva da graça de Cristo sempre cairá. O rio da bondade de Cristo flui a todo instante, e a fonte de seu amor está transbordando permanentemente. Visto que o Rei nunca morre, a sua graça jamais pode falhar. Todos os dias, apanhamos os frutos dele, e dia após dia os seus galhos se inclinam até às nossas mãos com um novo estoque de misericórdia. Há sete dias de festa nas semanas do Senhor Jesus. Quem já retornou das portas de Cristo sem alguma bênção? Quem já se levantou insatisfeito da mesa de Cristo, ou passou por Ele sem que fosse amado? As misericórdias de Cristo são novas cada manhã (ver Lamentações 3.23) e cada noite. Quem pode enumerar os benefícios do Senhor Jesus e detalhar a lista de suas bondades? Cada grão de areia, que do relógio do tempo cai, é a mais recente flor de uma miríade de misericórdias. As asas de nossas horas são cobertas com a prata de sua bondade e com o ouro de sua afeição. O rio do tempo carrega das montanhas da eternidade as areias douradas de seu favor. As inumeráveis estrelas servem como protótipo para uma hoste ainda mais inumerável de bênçãos. Quem pode contar os benefícios que Deus concedeu a Jacó e descrever a quarta parte das suas misericórdias para com Israel? Como a minha alma exaltará Aquele que todos os dias nos sobrecarrega com seus benefícios e nos coroa com sua bondade, graça e misericórdia? (ver Salmos 103.4). Oh! que meu louvor seja tão incessante quanto a bondade do Senhor Jesus! Ó língua miserável, como pode silenciar? Acorde, eu suplico, a fim de que não pare de lhe chamar minha glória, mas, minha vergonha. “Despertai, saltério e harpa! Quero acordar a alva” (Salmos 108.2).

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