sexta-feira, 4 de abril de 2025

Sexta-Feira, 04 De Abril

 E, respondendo o presidente [Pilatos], disse-lhes: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás. (Mateus 27:21)

Uma decisão de consequências eternas


A decisão que o povo judaico foi forçado a tomar – isto é, soltar Jesus ou Barrabás – é de grande importância. Este último era agitador político, um ladrão que cometera um assassinato em uma revolta. Os romanos resolviam rapidamente o destino dos criminosos e revolucionários: morte por crucificação! Assim Barrabás esperava no cárcere o momento de sua execução.

Jesus Cristo foi sentenciado à morte pela suprema corte dos judeus, o Sinédrio, por ter dito que era o Filho de Deus. Mas Ele não era realmente o Filho de Deus? Já não tinha provado isso mediante muitos milagres? Esse fato era inegável, foi a inveja o verdadeiro motivo para O apresentarem a Pilatos. Era costume soltar um prisioneiro na Páscoa. O povo podia decidir por Jesus, o Filho de Deus, ou por Barrabás, o assassino. Pilatos repetidamente quis soltar Jesus, afirmando que não havia culpa n'Ele. Porém, a multidão já havia feito sua escolha: “Crucifica-o! Fora daqui com este, e solta-nos Barrabás” (Lucas 23:21,18). Crescendo o tumulto, Pilatos finalmente fez o que queriam.

Quem o povo escolheria hoje? O assassino Barrabás em lugar do Filho de Deus? Essa opção significa ficar para sempre separado de Deus, passar a eternidade no inferno com o diabo. A vida eterna, por outro lado, é dada aos que decidem por Jesus Cristo. Ele declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida” (João 14:6). Não nos enganemos: não foi só aquela multidão que teve de escolher; essa decisão também está diante de nós todos os dias. E é por ela que seremos julgados por Deus.

Leitura diária da Bíblia: Jeremias 16:1-21 · Lucas 23:1-12

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Quinta-Feira, 03 De Abril

 Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos… Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. (Hebreus 2:17‑18)

O Senhor Jesus sabe o que é padecer


Todo salvo sabe, com toda a certeza, que o Senhor Jesus Cristo morreu não apenas para nos redimir, mas também viveu nesta terra por nós durante 33 anos. Ele o fez para ser capaz de nos acompanhar, a nós os cristãos, no caminho de nossa vida aqui embaixo. O que seria de nós se o Senhor tivesse nos deixado simplesmente com os nossos próprios meios depois de Sua ascensão ao céu? Por amor de nós Ele quis experimentar e saber todas as nossas circunstâncias, para que assim pudesse nos entender e socorrer. Ele era uma criança pequena com a natureza e com as necessidades de uma criança. Ele passou por uma juventude e entende as necessidades de rapazes e meninas adolescentes. Haveria alguma situação em que Ele não pudesse simpatizar conosco por não tê-la experimentado? Ele estava cansado depois de uma viagem; assim entende quando estamos fatigados. Ele era familiarizado com a fome, porque uma vez ficou sem comer durante 40 dias. Na cruz, Ele exclamou que estava com sede. E Ele conhece o que é chorar junto ao túmulo de um querido amigo. Também foi tentado por Satanás, que o deixou depois de 40 dias, tendo falhado em fazê-Lo tropeçar. O diabo não pode se aproximar de nós com alguma tentação que o Senhor não conhece. Ele sabe o quanto é terrível a tentação de Satanás. Por isso, incessantemente, está intercedendo por nós diante de Deus, para obtermos a graça de que precisamos na hora da tentação. Caro amigo, cara amiga! Confie n'Ele, conte com Ele em todas as circunstâncias de sua vida. Ele, o Senhor Jesus, é o único que pode nos entender e guardar em todas as situações de nossas vidas.

Leitura diária da Bíblia: Jeremias 15:1-21 · Lucas 22:66-71

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Quarta-Feira, 02 De Abril

 E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo. (Êxodo 12:14)

Os dois significados da Páscoa


Por ocasião da libertação dos israelitas da escravidão do Egito, Deus também lhes deu instruções para celebrar a páscoa. Deviam escolher um cordeiro, imolá-lo, colocar o sangue do animal nas ombreiras e na verga da porta de cada casa e comer a carne assada no fogo. Deus lhes disse: “Vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito” (Êxodo 12:13). Mais tarde, em memória dessa noite extraordinária, deveriam celebrar a páscoa anualmente, mas com uma diferença: já não precisavam colocar o sangue nas portas.

Os que creem no Senhor Jesus podem aplicar à própria vida essas duas verdades referente à páscoa. A saída do Egito evoca nossa conversão, quando reconhecemos que o Senhor Jesus deu Seu sangue para nos limpar de todo pecado. Então nos colocamos debaixo de Sua proteção. A conversão é um fato que ocorre uma única vez e não pode se repetir.

Assim como Israel sempre deveria recordar aquela noite, nós também devemos recordar do sangue que o Senhor Jesus derramou por nós. Aos domingos, quando celebramos a Ceia do Senhor, colocamos em prática a outra parte do ensino acerca da páscoa. Durante essa festa, os israelitas lembravam o sangue posto sobre as vigas das portas das casas de seus antepassados no Egito. Assim também devemos nos lembrar do Senhor dando Sua vida por nós na cruz do Gólgota. Ao fazermos isso, anunciamos “a morte do Senhor, até que venha” (1 Coríntios 11:26).

Leitura diária da Bíblia: Jeremias 14:1-22 · Lucas 22:47-65

terça-feira, 1 de abril de 2025

Terça-Feira, 01 De Abril

 As palavras dos sábios devem em silêncio ser ouvidas, mais do que o clamor do que domina entre os tolos. (Eclesiastes 9:17)

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE ECLESIASTES (Leia Eclesiastes 9:1‑18)


“Tudo sucede igualmente a todos”, declara o versículo 2. Na vida de cada pessoa, Deus permite uma série de eventos (os quais consideramos felizes ou tristes, conforme suas características) a fim de verificar se algum deles fará o coração de Sua criatura voltar-se para Ele. Ademais, o Senhor nunca prometeu que o crente não teria de passar por provas depois de sua conversão. Mas as diferentes circunstâncias da vida, independentemente de afetarem a nossa saúde, o nosso trabalho ou a nossa família, são oportunidades de mostrar como a visão cristã modifica a maneira como as enfrentamos. Por exemplo, um jovem não convertido, ao não passar num exame, falará em má sorte ou injustiça, enquanto o filho de Deus reconhecerá a mão sábia e certa do seu Pai celestial nisso. “Não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória” (v. 11; comp. Romanos 9:16). É o homem de Deus que os conquista. 2 Timóteo 4:7 nos apresenta um velho prisioneiro que havia completado a carreira e combatido o bom combate.

A parábola do homem sábio e pobre (vv. 13‑15) nos faz pensar no Senhor Jesus. Ele nos livrou de nosso poderoso inimigo (comp. Hebreus 2:14‑15). Devemos tomar cuidado para não sermos ingratos ou esquecidos como os habitantes daquela pequena cidade, mas de ouvirmos Suas palavras (vv. 15‑16; 1 Coríntios 11:24).

Leitura diária da Bíblia: Jeremias 13:1-27 · Lucas 22:39-46

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