segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Filemon 1

1  PAULO, prisioneiro de Jesus Cristo, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, nosso cooperador,
2  E à nossa amada Áfia, e a Arquipo, nosso camarada, e à igreja que está em tua casa:
3  Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
4  Graças dou ao meu Deus, lembrando-me sempre de ti nas minhas orações;
5  Ouvindo do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus Cristo, e para com todos os santos;
6  Para que a comunicação da tua fé seja eficaz no conhecimento de todo o bem que em vós há por Cristo Jesus.
7  Tive grande gozo e consolação do teu amor, porque por ti, ó irmão, as entranhas dos santos foram recreadas.
8  Por isso, ainda que tenha em Cristo grande confiança para te mandar o que te convém,
9  Todavia peço-te antes por amor, sendo eu tal como sou, Paulo o velho, e também agora prisioneiro de Jesus Cristo.
10  Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões;
11  O qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar.
12  E tu torna a recebê-lo como às minhas entranhas.
13  Eu bem o quisera conservar comigo, para que por ti me servisse nas prisões do evangelho;
14  Mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o teu benefício não fosse como por força, mas, voluntário.
15  Porque bem pode ser que ele se tenha separado de ti por algum tempo, para que o retivesses para sempre,
16  Não já como servo, antes, mais do que servo, como irmão amado, particularmente de mim, e quanto mais de ti, assim na carne como no Senhor?
17  Assim, pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo.
18  E, se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.
19  Eu, Paulo, de minha própria mão o escrevi; eu o pagarei, para te não dizer que ainda mesmo a ti próprio a mim te deves.
20  Sim, irmão, eu me regozijarei de ti no Senhor; recreia as minhas entranhas no Senhor.
21  Escrevi-te confiado na tua obediência, sabendo que ainda farás mais do que digo.
22  E juntamente prepara-me também pousada, porque espero que pelas vossas orações vos hei de ser concedido.
23  Saúdam-te Epafras, meu companheiro de prisão por Cristo Jesus,
24  Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.
25  A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito. Amém.

domingo, 3 de agosto de 2014

Todo Dia Com Jesus

Apocalipse 21:9-27

Depois de permitir um vislumbre do estado eterno (V. 1-8), o Espírito volta ao período do reinado de Cristo. Apresenta-nos uma cidade, que não é mais Roma nem Babilônia, mas a santa Jerusalém, "a noiva, a esposa do Cordeiro". Toda esta descrição deve ser entendida como simbólica. Nossos atuais sentidos não podem perceber, nem nosso espírito, conceber como será a nova criação (1 Coríntios 13:12). Como explicar, por exemplo, as cores a um cego de nascimento? Por isso, Deus toma o que há de mais belo e de mais raro sobre a terra - o ouro e as pedras preciosas - para nos dar alguma noção do que nos espera no céu. O seu fulgor e a sua muralha de jaspe V. 11,18) nos falam da manifestação das glórias de Cristo na Igreja e por meio dela (4:3). Esta é iluminada pela brilhante luz da lâmpada: a glória de Deus vista no Cordeiro (V. 23). A cidade santa, por sua vez, vai irradiar essa luz divina para proveito da terra durante o milênio (V. 24). É exatamente isso o que João 17:22 quer dizer: "Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado... eu neles, e tu em mim... para que o mundo conheça...".
Como poderia "coisa alguma contaminada" penetrar no lugar onde habita o Senhor? (V. 27; leia também 2 Coríntios 7:1).

‘Adoração e poder de Deus’: confira o 3º dia do Fogo para o Brasil

Imagem: Divulgação/Avec
Pr. Jocymar Fonseca ministrou sobre a passagem bíblica do vale dos ossos secos
O terceiro dia do 18º Congresso Pentecostal Brasileiro Fogo para o Brasil teve a participação dos cantores da Central Gospel Music que conduziram os presentes a uma profunda adoração por meio dos louvores. O primeiro a ministrar foi o pastor Jocymar Fonseca, de Campinas (SP), seguido do pastor Marcus Gregório, da Apascentar de Nova Iguaçu (RJ) e, por fim, o apóstolo Guillermo Maldonado, da King Jesus International Ministry, umas das igrejas multiculturais que mais cresceu nos Estados Unidos.
O evento também foi notícia em telejornais da TV Globo. Clique nos links abaixo e confira:
Pastor Jocymar Fonseca, de Campinas (SP), ministrou a Palavra, baseando-se no livro de Ezequiel 37, que narra a transformação do vale de ossos secos em um grande e poderoso exército. “O milagre da transformação não é obra humana, mas é Deus quem transforma, restaura, batiza com o Espírito Santo e realiza a transformação divina”, comentou o pastor.
Ele ainda abordou qual é a vontade de Deus para seu povo e a transformação tremenda que Ele deseja fazer em nossa nação. “Por mais que pareça impossível a situação pela qual estamos passando, Ele nos convida a fazer parte desta transformação. A Palavra de Deus vai parar essa nação. Mas você pergunta: O que tenho que fazer, pastor? Abre a sua boca e fala da Palavra de Deus. Onde você estiver, fale da Palavra de Deus, e a Palavra de Deus vai curar a nossa nação, a nossa cidade. Só pelo poder da Palavra”, completou.
Pr. Marcus Gregório falou sobre a importância da adoração na vida de um cristão
Pr. Marcus Gregório falou sobre a importância da adoração na vida de um cristão
Com o tema ‘O poder dos filhos de Judá’, pastor Marcus Gregório falou sobre a importância da adoração e mostrou o que acontece quando expressamos louvor ao Senhor. Em 1 Crônicas 4, são citados os nomes dos filhos de Judá, que estão ligados à adoração. Por meio do significado desses nomes, o pastor explica como é a vida de um adorador: “Perez, o primeiro nome, significa romper. Ao se lançar na adoração, você romperá e alcançará coisas maiores”, afirmou.
O pregador continuou falando sobre os significados: “Hezrom é proteção. Por isso, quando você adora a Deus, entra num lugar de proteção. Carmi significa jardineiro de uma vinha, pois os adoradores de Deus são produtivos”. Assim, pastor Marcus incentivou o povo de Deus a buscar uma vida de adoração.
Uma noite sobrenatural 
“Para Deus, não há limites para agir”, destacou o apóstolo Guillermo Maldonado na última pregação do dia
“Para Deus, não há limites para agir”, destacou apóstolo Guillermo Maldonado (à dir.) na última pregação do dia
A noite do congresso foi marcada por um grande mover espiritual. Em clima de renovação e busca pelo Espírito Santo, os cantores da Central Gospel Music entoaram cânticos de adoração e exaltação a Deus. Os congressistas, já abastecidos com as ministrações da tarde, puderam sentir o agir do Senhor por meio de cada louvor entoado. O convidado para levar a mensagem foi o apóstolo Guillermo Maldonado. Com ele, também estava uma equipe de músicos que levou o público a dançar e se alegrar na presença de Deus.
Na mensagem, baseada na passagem bíblica de Atos 1, dos versículos 4 ao 8, Maldonado ministrou à igreja sobre o Batismo no poder. Ele contrapôs as principais características do poder sobrenatural de Deus com o poder natural do homem, enfatizando a necessidade que o cristão tem de buscar as coisas espirituais para não darem ocasião à carne. “O principal plano do inimigo é neutralizar a igreja. Nunca foi a vontade de Deus que a igreja fosse uma entidade natural, mas sim, sobrenatural. Se formos assim, passaremos a ser um desafio e uma ameaça para o inimigo”, explicou o apóstolo.
Ao final, o pregador ressaltou que, “para Deus, não há limites para agir”, e durante todo o tempo incentivou à igreja a se encher com o poder do Espírito Santo.
Os congressistas foram tocados por cada palavra ministrada aos seus corações. Nelson Tavares, da Igreja Missão Apostólica da Ilha do Governador (RJ) saiu do templo renovado com a Palavra de Deus. “Eu sei que o Espírito Santo é ilimitado, ele me encheu. Talvez seja esse o limite que nos levará para o céu. Eu creio”, disse o congressista. Lucimar de Oliveira Santos, da Assembleia de Deus em Realengo (RJ), também deixou a igreja extasiada. “Precisávamos repor as energias. Estou saindo daqui totalmente cheia do Espírito, pelo nome de Jesus”, finalizou.
Você pode acompanhar o congresso ao vivo pela internet. Faça sua assinatura por meio do link: www.verdadegospel.com/assinantes.
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Tito 3

1  ADMOESTA-OS a que se sujeitem aos principados e potestades, que lhes obedeçam, e estejam preparados para toda a boa obra;
2  Que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda a mansidão para com todos os homens.
3  Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.
4  Mas quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens,
5  Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,
6  Que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador;
7  Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna.
8  Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.
9  Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.
10  Ao homem hereje, depois de uma e outra admoestação, evita-o,
11  Sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado.
12  Quando te enviar Ártemas, ou Tíquico, procura vir ter comigo a Nicópolis; porque deliberei invernar ali.
13  Acompanha com muito cuidado Zenas, doutor da lei, e Apolo, para que nada lhes falte.
14  E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas necessárias, para que não sejam infrutuosos.
15  Saúdam-te todos os que estão comigo. Saúda tu os que nos amam na fé. A graça seja com vós todos. Amém.

sábado, 2 de agosto de 2014

Todo Dia Com Jesus

Apocalipse 21:1-8

Virou-se a página. A história da primeira criação teve seu fim. Começa a eternidade de glória, em que Deus será rodeado de benditas criaturas que terão capacidade de conhecê-lo e compreendê-lo. "Deus estará com eles e será o seu Deus" (v.3 - R.C.). Os santos se alegrarão em seu Deus para sempre, pois o tempo terá deixado de existir. O mar (símbolo de confusão e divisão das nações) não existirá mais. Todos os redimidos terão alcançado seu porto seguro. Nesse novo mundo a morte terá sido abolida (1 Coríntios 15:26, 54); não haverá mais noite nem maldição (V. 25; 22:3,5); não haverá mais luto, nem pranto, nem dor, porque Deus habitará para sempre com os homens (V. 4). E o que acontecerá aos que ficaram de fora? A parte deles será a segunda morte, as trevas, as lágrimas do remorso, a eterna separação da presença do Deus santo. Nesse lugar estarão os incrédulos, os quais expressamente rejeitaram a salvação, mas também, os covardes, que não fizeram uma firme decisão por Cristo; finalmente os mentirosos e os hipócritas, que fingiram ser cristãos. Amigo, permita-nos perguntar-lhe uma vez mais: Onde você passará a eternidade?

O Plano de Deus Com Israel

Burkhard Vetsch
"Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel" (Is 41.14).
Uma promessa maravilhosa! Mas onde, como e quando esta ajuda para Israel pode ser encontrada hoje? Talvez, com os EUA? Não! Ou talvez com Deus, que permitiu o Holocausto e deixou ocorrer a "intifada" (rebelião dos palestinos)? Os inimigos, cegos de ódio, não poupam nenhum sacrifício, nem a própria vida para espezinhar o "vermezinho de Jacó" e provocar uma "solução final" para poder estabelecer o chamado Estado Palestino. E isso em Eretz Israel (a terra de Israel)! O mundo sem Deus prefere crer numa mentira histórica, ao invés de crer na Palavra de Deus eternamente válida.
Lembremo-nos mais uma vez do que Deus diz do "vermezinho de Jacó""Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito" (Dt 7.6-8).
Do "vermezinho de Jacó" brotou Davi, o "Meleque (= rei) de Israel", que escolheu ser pequeno e humilde diante de Deus. Pela graça de Deus ele pôde subir ao "trono de Davi" como rei terreno e precursor do eterno Rei da Paz, Jesus Cristo.
Deus não escolhe quem busca poder, status e fama. Pelo contrário: "Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes" (1 Co 1.27). Esse é um princípio divino, que se estende por todo o Plano de Salvação.
"Palestina", como Israel é chamado por muitos hoje, é uma designação falsa, pois essa palavra é uma derivação de "pelishtim" ou "Filístia". Na verdade Israel foi oprimido temporariamente pelo "povo do mar", os filisteus, mas os conhecedores da Bíblia sabem que Davi acertou as contas com Golias e os filisteus foram vencidos. Em tempo algum a terra de Israel pertenceu aos filisteus ou aos palestinos. Os moradores da terra, antes que Israel a ocupasse, foram as gerações dos cananeus"Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e a Hete, e aos jebuseus, aos amorreus, aos girgaseus, aos heveus, aos arqueus, aos sineus, aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus; e depois se espalharam as famílias dos cananeus. E o limite dos cananeus foi desde Sidom, indo para Gerar, até Gaza, indo para Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa" (Gn 10.15-19), e a terra se chamava Canaã"Habitou Abrão na terra de Canaã; e Ló, nas cidades da campina e ia armando as suas tendas até Sodoma" (Gn 13.12). Depois que Ló havia se separado de Abraão, este recebeu novamente uma confirmação da parte de Deus: "Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra (Canaã) que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre" (Gn 13.14-15).
Quando Israel entrou em Canaã, Josué recebeu a ordem divina: "Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés" (Js 1.2-3). Depois de quarenta anos de peregrinação pelo deserto, a terra de Canaã foi a pátria de Israel durante 1.500 anos até a destruição do templo no ano 70 d.C. Então Israel foi espalhado entre os povos – até que no ano de 1948, foi-lhe novamente concedida uma pátria por decisão da ONU, mas com a imposição (infeliz) de dividi-la com os árabes.
Mas de onde vem, então, o nome Palestina? O imperador romano Adriano, que odiava os judeus e os cristãos, deu esse nome à terra no ano de 135 d.C., com a intenção de que não se fizesse mais referência "ao nome Judéia de Israel". Assim foi cunhado o falso nome "Palestina" e ele ficou sendo usado desde então. Infelizmente, até as sociedades bíblicas aceitaram essa falsa denominação e a usaram nos mapas em diversas Bíblias: Palestina, ao invés de Canaã.
Aqueles que atualmente se chamam de palestinos são árabes, sejam eles muçulmanos ou cristãos. No fundo a polêmica atual entre árabes e judeus (Israel) não é um problema étnico nem político, mas um problema religioso.
Aqueles que atualmente se chamam de palestinos são árabes, sejam eles muçulmanos ou cristãos. No fundo a polêmica atual entre árabes e judeus (Israel) não é um problema étnico nem político, mas um problema religioso. E por isso, na verdade, somente a Bíblia pode mostrar o caminho certo para a solução do conflito.
Israel (= Jacó) é uma designação que se refere tanto ao povo como também à terra. Povo e terra formam uma unidade inseparável. Desta forma, a terra deve pertencer aos palestinos, ou seja, aos árabes? Jamais, pois o próprio Deus garante que ela pertence a Israel. As nações deveriam prestar atenção àquilo que Deus diz do Seu "vermezinho Israel" e como Ele o protege: "Porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho" (Zc 2.8b).
A história trágica de Israel mostra que desde o início da sua existência foi oprimido continuamente por poderes inimigos e até ameaçado pelo holocausto. Holocausto significa extermínio em massa, extinção, solução final do problema judeu. Isso já começou antigamente no Egito com Faraó, que tentou dizimar os hebreus. Mas tão certo como Faraó e seus exércitos se afogaram no Mar Vermelho, também Deus acertará as contas com os atuais inimigos de Israel. Naquele tempo ainda era um único inimigo que ameaçava a Israel, hoje são as nações. Desde 1948 Israel foi envolvido em cinco guerras, às quais sobreviveu vitoriosamente. Hoje um dos seus principais inimigos, que usa pedras, punhais e bombas, está bem no meio do seu território. Contra isso é difícil usar tanques, ou aviões. Por meio de guerras e atos terroristas morreram milhares de israelenses desde a fundação do Estado, e a desejada paz desvanece cada vez mais para o "vermezinho de Jacó". Altos dignitários da política vêm a Israel e se atrevem a dar "bons" conselhos e exortações, dizendo que os judeus deveriam ceder territórios. Mas nada nem ninguém anula as promessas que Deus deu a Jacó: "Disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó. Já não te chamarás Jacó, porém Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel. Disse-lhe mais: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; sê fecundo e multiplica-te; uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti. A terra que dei a Abraão e a Isaque dar-te-ei a ti e, depois de ti, à tua descendência" (Gn 35.10-12). Mas nem o povo como um todo nem o governo se firma nessa promessa, e infelizmente segue o caminho da "angústia de Jacó", conforme Jeremias 30.7-10: "Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela. Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço e quebrarei os teus canzis; e nunca mais estrangeiros farão escravo este povo, que servirá ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhe levantarei. Não temas, pois, meu servo, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei das terras de longe e à tua descendência, da terra do exílio; Jacó voltará e ficará tranqüilo e em sossego; e não haverá quem o atemorize".
Nosso coração anseia por isso! A nossa oração sempre deve ser que, sem demora, Israel seja conduzido ao encontro do destino que Deus planejou para ele! Para isso é preciso ter fé baseada nas Escrituras e perseverança, não se deixando determinar pelo mal e pelo que é atualmente visível, mas sim, firmando-se nas imutáveis promessas de Deus!
Deus o chama de "vermezinho de Jacó". O Israel moderno – e "vermezinho de Jacó", será que isso combina? Ou Deus deveria fazer uma correção e mudar-lhe o nome? Com essa humilde terminologia divina ofenderíamos Israel diretamente. No máximo, esta expressão talvez possa ser engolida nas piadas judaicas ou no humor do escritor satírico israelense Ephraim Kishon. Israel se orgulha dos seus progressos tecnológicos. E não só por isso, pois em todas as áreas os judeus realizam coisas inovadoras. Por exemplo, em tempo recorde eles criaram um jardim florido e belas cidades nas areias do deserto. Não se consegue enumerar tudo o que eles estão conseguindo e realizando. E nós nos admiramos e nos alegramos com o seu sucesso, e naturalmente também porque foram vitoriosos nas cinco guerras, das quais se viram obrigados a participar. E se houver guerra novamente, Israel está preparado – e como!
Contudo, falta o essencial ao povo de Deus hoje: a confiança no Deus de seus pais Abraão, Isaque e Jacó. Israel quer ser como todos os outros povos e esquece o seu Deus. Por isso, hoje em dia, há medo e perplexidade por toda parte. Alastram-se a anarquia e a imoralidade em Israel como acontece nas outras nações. No Knesset (Parlamento) ninguém se levanta e chama ao retorno para o Deus dos pais. Para onde isso vai levar? Para a "angústia de Jacó", a Grande Tribulação. Só se pode implorar: "Senhor, tenha misericórdia deles e abrevie esse tempo!" O próprio Deus é fiador da salvação e do renascimento de Israel, que o Messias, Yeshua, Jesus Cristo, trará. Então se cumprirá o que está escrito: "Eu, o Senhor, te chamei em justiça; tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios" (Is 42.6). Por isso: nós, que amamos o judeu Jesus, formemos uma muralha de orações ao redor do"vermezinho de Jacó"! Assim o problema com os vizinhos de Israel, hoje ainda inimigos, estará resolvido: "Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra das minhas mãos, e Israel, minha herança" (Is 19.25b).
Com absoluta certeza o "vermezinho de Jacó" pode contar com a ajuda do Senhor, pois seu Redentor, o próprio Santo de Israel, comprometeu-se com Sua promessa: "Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias; desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao Senhor" (Os 2.19-20).
Naquele tempo, segundo o direito judaico, o noivado era bem mais significativo do que nos costumes do Ocidente. Um casal de noivos ficava comprometido um com o outro, pois o noivo pagava um dote por ocasião do noivado. Com isso o acordo estava selado. Em que consiste o dote em relação a Israel? "Em justiça, em juízo, e em benignidade e em misericórdias... e em fidelidade!" Qual é o fundamento de um noivado? Evidentemente é o amor! Além disso, o Senhor ainda lhes deu Seu Filho unigênito. Portanto, o que mais Israel pode esperar de Deus? Encontramos a resposta em Romanos 11.29: "Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis" e: "se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (2 Tm 2.13).
Deus cumpriu Seu juramento e continua cumprindo-o. – E Israel? "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam" (Jo 1.11). E: "Não queremos que este reine sobre nós" (Lc 19.14b). Que tragédia para a própria desgraça! Que grande ofensa a Deus e a Seu Filho! Como deve ter sido dolorosa para Eles a recusa desse amor! Ouvimos como um lamento:"Estendi as mãos todo dia a um povo rebelde, que anda por caminho que não é bom, seguindo os seus próprios pensamentos" (Is 65.2). Por isso Israel ainda tem de passar pelo juízo redentor, pois Deus diz por meio de Samuel: "Se, porém, não derdes ouvidos à voz do Senhor, mas, antes, fordes rebeldes ao seu mandado, a mão do Senhor será contra vós outros, com foi contra vossos pais" (1 Sm 12.15). – "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça" (Is 59.1-2).
Poderíamos continuar jogando sobre Israel muitas outras passagens bíblicas que falam de condenação. Esta é a nossa tarefa? De maneira nenhuma! Isso não compete a nós! Nesse sentido nos chama a atenção a insistente exortação do apóstolo Paulo: "Não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará" (Rm 11.20b-21). Por acaso será que nós temos sido continuamente fiéis ao Senhor? Infelizmente, não! Somos nós melhores do que o "vermezinho de Jacó?" De modo algum! É vergonhoso constatar que o anti-semitismo não se alastra apenas nos círculos políticos, mas até em igrejas isso tem acontecido – e contagiado membros de grupos cristãos.
Desde a escolha de Israel, como povo de propriedade de Deus, o inimigo tem sempre procurado destruí-lo. Ele costuma usar dirigentes políticos como Hitler, Nasser, Kaddafi, Yasser Arafat, mas também a imprensa de esquerda.
Desde a escolha de Israel, como povo de propriedade de Deus, o inimigo tem sempre procurado destruí-lo. Ele costuma usar dirigentes políticos como Hitler, Nasser, Kaddafi, Yasser Arafat, mas também a imprensa de esquerda. O Holocausto começou com Faraó. Na peregrinação pelo deserto foi o rei Balaque que usou os serviços do renomado adivinho e "vidente" Balaão. Este era uma sumidade no terreno do ocultismo. Balaão deveria amaldiçoar Israel por meio de suas temidas maldições mágicas, o que falhou apesar de diversas tentativas. Contra a vontade de Balaque e Balaão, ao invés de maldição, esse falso profeta teve de pronunciar as mais gloriosas palavras de bênção: "Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem... uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro" (Nm 24.9b e 17a).
A história de Israel, em muitos trechos, é uma história de sofrimentos trágicos. Finalmente houve na Suíça e em alguns outros países uma disposição para rever a História e ressarcir danos materiais às vítimas do Holocausto e seus descendentes, e se fala de revisar o passado. Mas além disso também seria importante revisar a História de Israel, sua origem e suas promessas como são ensinadas em escolas e universidades. Para isso, porém, seria necessário estudar a Bíblia! Como, entretanto, as nações e seus dirigentes estão cegos e não têm mais compromisso com a Bíblia, continuam presos à velha e antiga culpa, que é impossível de ser reparada com quaisquer bens materiais. Ninguém pode resgatar sua culpa por meio de ouro ou dinheiro! Deus não aceita nenhuma negociação de indulgências. A Palavra de Deus diz que as nações se tornaram cegas: "obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração" (Ef 4.18).
Alguém que odiava os judeus perguntou a um velho judeu:
"O que você pensa que acontecerá com o seu povo se nós continuarmos perseguindo vocês"? O judeu respondeu: "Haverá um novo feriado para nós!" "O que você quer dizer com isso?", perguntou o outro, "como vocês podem ter um novo feriado se continuarmos perseguindo vocês?" O velho judeu disse: "Veja bem, Faraó quis nos exterminar – e nós recebemos um feriado: a Páscoa! Hamã quis enforcar Mordecai e exterminar todos os judeus – e nós recebemos um novo feriado: Purim! Antiôco, o rei da Síria, quis exterminar os judeus. Ele ofereceu um porco ao deus Júpiter no templo – e Israel recebeu outro feriado: Hanucah! Hitler quis nos exterminar – e nós recebemos mais um feriado: Yom Ha’atzmaut, o Dia da Independência! Os jordanianos ocuparam Jerusalém Oriental durante 19 anos, impedindo-nos de orar no Muro das Lamentações, até que, no ano de 1967, nossos soldados libertaram Jerusalém Oriental. Desde então festejamos anualmente o Yom Yerushalaym, o Dia de Jerusalém! E caso continuarem nos perseguindo, receberemos mais feriados da parte de Deus!" E o velho judeu tem razão!
Esta história continua sendo escrita: Israel receberá outro feriado. O monumento já foi levantado. No mundo inteiro só existe um único monumento a uma guerra que ainda não aconteceu. Qualquer um tem a oportunidade de vê-lo em Megido, e a placa indicativa diz que, de acordo com Apocalipse 16.16, Deus reunirá as nações para a guerra em Armagedom. Mas não somente isso. Também se cumprirá Zacarias 14.12 assim que os inimigos de Israel atacarem Jerusalém, e a sentença está lavrada: "Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-se-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca." Por causa das armas químicas, esse cenário apocalíptico se torna compreensível. Mas nós cremos na promessa divina: "Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te; por isso, darei cabo de todas as nações entre as quais te espalhei; de ti, porém, não darei cabo, mas castigar-te-ei em justa medida e de todo não te inocentarei" (Jr 30.11).
Da mesma maneira Deus procedeu com os israelitas na Pérsia. O livro de Ester relata uma história estranha, que soa como um conto de fadas das mil e uma noites. A vida majestosa e cheia de pompa do Oriente e as intrigas que faziam parte da corte real da Pérsia são descritas de maneira muito realista: uma grande parte de Israel não conseguia se decidir a obedecer aos profetas, Isaías e Jeremias, para deixar a Babilônia e voltar para a sua terra, embora a ordem do Senhor fosse clara: "Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus" (Is 48.20a), e "Saí do meio dela, ó povo meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor" (Jr 51.45). O período de 70 anos de cativeiro no exílio, conforme os profetas haviam anunciado, estava no fim. O templo deveria ser novamente edificado em Jerusalém e os sacrifícios reinstituídos. Mas os judeus que haviam ficado não mostraram nenhuma vontade nesse sentido. Obviamente eles preferiram se assimilar e se acomodar na terra próspera onde se encontravam. Aí se manifestou novamente a desobediência obstinada: "Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu. Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos" (Sl 81.11-12). Isso teve por conseqüência inevitável: "Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão, também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei" (Pv 1.24-26).
Esta não é uma séria advertência para nós? Quem pensa que sabe tudo melhor e persiste na teimosia, traz sobre si infortúnio e infelicidade. Foi a grande misericórdia de Deus que fez com que Ele, assim mesmo, aceitasse Seu povo desesperado e o salvasse para a Sua honra. A Sua misericordiosa providencial protegeu o resto do povo do aniquilamento total, e Ele também o fará no futuro! A decisão de Hamã de exterminar os judeus e enforcar Mordecai foi frustrada pelo corajoso ato da Hadassa (= Ester). "Se morrer, morrerei"! Com essa decisão corajosa ela não apenas frustrou o plano de Hamã, mas também do rei, agindo em favor do seu povo. E Hamã experimentou o dito: aquele que prepara uma forca para Israel será pendurado nela!
Mas hoje, quem tem coragem de falar a favor de Israel? Aquele que abençoa Israel será abençoado! Em memória do maravilhoso livramento da mão de Hamã, Israel festeja a cada ano, no dia 14 de adar, a Festa de Purim. Todavia, o dia de grande alegria ainda está por vir, pois Isaías anuncia ao "vermezinho de Jacó": "Em lugar da vossa vergonha, tereis dupla honra; em lugar da afronta, exultareis na vossa herança; por isso, na vossa terra possuireis o dobro e tereis perpétua alegria" (Is 61.7). (Burkhard Vetsch -http://www.chamada.com.br)
É om imenso pesar que comunicamos o falecimento do Pr. Otoniel Santos Leal(29/09/1956 - 01/08/2014), filho do Pr. José Santos e assessor especial da nossa igreja. A cerimônia fúnebre será as 8:00h de sábado (02/08) na ADVEC sede, Rua montevideu, 1.191, Penha, com sepultamento prevista para as 11:00h, no cemitério Jardim da Saudade em Sulacap

Tito 2

1  TU, porém, fala o que convém à sã doutrina.
2  Os velhos, que sejam sóbrios, graves, prudentes, sãos na fé, no amor, e na paciência;
3  As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem;
4  Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos,
5  A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.
6  Exorta semelhantemente os jovens a que sejam moderados.
7  Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade,
8  Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós.
9  Exorta os servos a que se sujeitem a seus senhores, e em tudo agradem, não contradizendo,
10  Não defraudando, antes mostrando toda a boa lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador.
11  Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,
12  Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente,
13  Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo;
14  O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.
15  Fala disto, e exorta e repreende com toda a autoridade. Ninguém te despreze.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Todo Dia Com Jesus

Apocalipse 20:7-15

Mil anos de bênçãos não terão mudado o coração do homem. Satanás, uma vez solto, conseguirá suscitar uma última e gigantesca rebelião das nações, à qual Deus reagirá com um juízo breve e fulminante. Agora é chegada a hora mais importante: cumpre-se Hebreus 9:27 (mas também João 5:24). Todos os mortos comparecem diante do grande Juiz. Houve muitas diferenças entre eles durante a vida na terra. Alguns foram grandes, honrados pelos seus semelhantes (Lucas 16:19), outros pequenos e até marginalizados pela sociedade (Lucas 23:39). Aqui estão todos reunidos sem nenhuma distinção, "pois todos pecaram..." (Romanos 3:23). Para provar isso são abertos livros, e cada um vai constatar, para seu terror, que todas as suas obras foram registradas ali, listadas uma por uma (Salmos 28:4). Quem pode suportar a leitura de uma única página do livro de suas obras? O livro da vidatambém se abre, mas só para confirmar que o nome desses não se acha nele. "Lançai-o para fora, nas trevas" (Mateus 22:13), é a sentença do supremo Juiz. Partilharão da mesma sorte que Satanás: um tormento sem esperança e sem fim...
Leitor, você será julgado segundo as suas obras ou segundo a obra do Senhor Jesus ?

Como Ter Fé

Randall Price
O que é fé? Como você sabe que tem fé? Será que ela vai fazer o que você espera que ela faça?
As pessoas exercem fé todos os dias sem perceberem. Elas vão ao médico, recebem as receitas que não conseguem ler e tomam os medicamentos sobre os quais pouco conhecem. Na verdade, a maior parte das pessoas faz isso sem examinar as credenciais do médico, sem questionar a validade da receita e sem investigar os efeitos do medicamento. Elas poderiam estar se matando, mas nunca pensam duas vezes sobre o assunto. Simplesmente confiam que o médico sabe o que está fazendo e que o medicamento vai ajudar. Isto é fé.
No entanto, tal fé é insuficiente quando se chega às grandes decisões da vida: qual faculdade freqüentar, que carreira seguir, com quem se casar. Estas não são coisas que a maioria das pessoas aceita cegamente. Elas estudam os benefícios de cada faculdade, preparam suas carreiras e pensam longa e seriamente sobre passar ou não o restante de suas vidas com alguém.
Uma das decisões mais importantes que tomaremos em nossa vida será onde passaremos a eternidade. Contudo, muitas pessoas nunca questionam sua fé nem avaliam em quem ou em quê estão confiando. Não obstante, se vamos tomar decisões espirituais – decisões de vida ou morte – que contam tanto para o tempo quanto para a eternidade, deveríamos ter certeza de que entendemos que tipo de fé Deus aceita.
O Novo Testamento define fé em Hebreus 11.1: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”. A fé é, primeiramente, um entendimento de que aquilo que nós cremos é real e não uma ilusão, um sonho ou um truque.
É por isso que, por todo o Novo Testamento, os escritores desafiaram as pessoas a examinarem as evidências da vida de Jesus, Sua morte e ressurreição. Lucas, um dos escritores dos Evangelhos, disse no início do livro que leva o seu nome: “A mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde a sua origem, dar-te por escrito (...) uma exposição em ordem, para que tenhais plena certeza das verdades em que foste instruído” (Lc 1.3-4).
Fé real é fé em coisas reais. Ela entende que aquilo que Jesus Cristo fez foi fato histórico, não ficção.
Fé real é fé em coisas reais. Ela entende que aquilo que Jesus Cristo fez foi fato histórico, não ficção. Mas a fé bíblica é ainda mais. Hebreus 11.1 a chama de “certeza”. Fé é certeza. Ela aponta para a realidade de uma garantia que repousa sobre o fundamento daquilo que se espera. É a convicção de que os fatos históricos não são meramente verdadeiros da mesma forma mundana como os fatos da história mundial que aprendemos na escola; eles são a verdade que Deus revelou para que possamos conhecê-lO pessoalmente.
Mas a fé real é ainda mais. Ela não é meramente saber – mesmo estando convicto – de que algo é verdadeiro; mas envolve aceitação de que aquilo é verdadeiro para você. Pode não ser verdadeiro para a igreja, nem para o pregador, nem para o seus pais, nem para seus amigos, mas é verdadeiro para você.
Em meados dos anos 1900, o ousado Charles Blondin freqüentemente espantava as audiências ao caminhar em uma corda-bamba sobre as Cataratas do Niágara, com um homem em seus ombros. Um dia, quando estava quase começando a travessia, perguntou a um homem da audiência se achava que seria bem-sucedido.
“Sim”, respondeu o homem. “Você consegue fazê-lo”. Então, Blondin perguntou-lhe se ele tinha certeza disso. “Sim”, disse o homem. “Tenho realmente certeza de que você conseguirá”.
“Bom”, disse Blondin, “como meu ajudante costumeiro não está aqui hoje, eu preciso que você vá em meus ombros”.
Aí o homem estava enfrentando uma questão real de fé. Ele disse que acreditava, mas será que estava disposto a colocar sua vida em risco?
Veja, a fé não é fé até que seja tudo com o que você pode contar. Nossa fé é apenas tão boa quanto aquilo em que ela está firmada. É por isso que devemos ter certeza que nossa fé está firmada em algo que pode fazer por nós aquilo que promete fazer. Não importa quanto você confie em seus pais, na sua religião, em sua igreja, nos seus rabinos, sacerdotes ou pregadores. Nenhum destes pode lhe dar vida eterna quando você morrer. Eles podem ser capazes de ajudar você agora, mas não poderão ajudá-lo depois, porque também irão morrer. O problema não é que não queiram ajudá-lo. O problema é que não têm poder para isso.
O Único que pode ajudá-lo é Deus. Ele mesmo, que veio aqui como Homem para morrer em seu lugar e pagar a penalidade por seus pecados. Deus provou que tem poder para dar-lhe vida além da sepultura, porque Ele mesmo derrotou a morte e vive para sempre. Deus fez o que prometeu que faria; e agora Ele pode fazer por você o que promete que fará: dar-lhe vida eterna se você crer.
Alguns podem dizer: “Não sei se consigo fazer isso. Minha fé não é forte o suficiente”. Deixe-me responder a isto com uma pequena história:
Um menino havia esperado pelo primeiro frio intenso do inverno para poder ir andar de patins no gelo. Agora que o dia havia chegado, ele correu pelas encostas cobertas de neve até o lago, que estava brilhando com uma camada de gelo recém-formada. Confiantemente, ele correu em cima do gelo. Mas, quando avançou apenas alguns metros para dentro do lago gelado, o gelo quebrou e ele caiu dentro do buraco até a altura da cintura. O que aconteceu de errado? Ele acreditava sinceramente que o gelo agüentaria seu peso. O problema, logicamente, não estava em sua fé, mas no objeto de sua fé.
Depois de mais alguns dias de frio, ele voltou ao lago por causa da insistência de amigos. Mas agora ele estava com medo de confiar novamente no lago. Relutantemente, ele começou a andar no gelo, nervoso e trêmulo. Mas, sabe o que aconteceu? A despeito de sua fé hesitante, o gelo agüentou firme.
Veja, não é a força da nossa fé que importa, mas a força dAquele em quem depositamos nossa fé. Uma fé fraca pode receber um Salvador forte, pois a salvação não depende do nosso poder, mas do poder dEle.
Você já confiou sua vida a Jesus Cristo, que pode sustentá-lo para todo o sempre? Para fazer isso, você precisa abandonar todas as outras coisas nas quais confia e confiar somente nEle. A fé em Cristo não é fé até que Ele seja tudo em quem você está se apegando. Cristo é capaz de sustentar você para sempre, o tempo todo, até à eternidade.(Randall Price - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Tito 1

1  PAULO, servo de Deus, e apóstolo de Jesus Cristo, segundo a fé dos eleitos de Deus, e o conhecimento da verdade, que é segundo a piedade,
2  Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos;
3  Mas a seu tempo manifestou a sua palavra pela pregação que me foi confiada segundo o mandamento de Deus, nosso Salvador;
4  A Tito, meu verdadeiro filho, segundo a fé comum: Graça, misericórdia, e paz da parte de Deus Pai, e da do Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador.
5  Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei:
6  Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.
7  Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;
8  Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante;
9  Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.
10  Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
11  Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.
12  Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos.
13  Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé.
14  Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade.
15  Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados.
16  Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra.

Doações para manutenção

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