terça-feira, 4 de maio de 2010

Profecia Cumprida ee Israel

Em Deuteronômio 32.8,9, Moisés declarou: “Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando dividia os filhos de Adão uns dos outros, estabeleceu os termos dos povos, conforme o número dos filhos de Israel. Porque a porção do Senhor é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança”.Deus tem um programa profético universal que, com freqüência, subdividimos em três planos distintos: um plano para Israel, um plano para a Igreja e um plano para as nações gentias. Todos esses três planos revolvem em torno do povo judeu.

Em conexão com Israel, o propósito soberano de Deus é concretizado por meio das alianças eternas e incondicionas que Ele fez com o povo judeu (a Aliança Abraâmica, a da Terra, a Davídica, e a Nova). Como, porém, o programa de Deus para a Igreja se relaciona com Israel? Paulo ensina que as bênçãos espirituais de que a Igreja desfruta são na verdade bênçãos espirituais advindas das alianças judaicas (Ef 2.11-16; 3.5,6; Rm 11.17; 15.25-27). O propósito-chave do Arrebatamento é remover a Igreja da terra antes que Deus derrame Sua ira contra Israel e os gentios impenitentes. Enquanto o derramamento da ira de Deus sobre o mundo gentio se deve à violação da Aliança Noaica (Is 24.5,6), o derramamento da ira de Deus sobre Israel tem como alvo conduzir Seu povo ao arrependimento nacional.

“...aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho” (Zacarias 2.8).

O modus operandi de Deus em relação às nações gentias tem sido constantemente o desenvolvimento de um princípio contido na Aliança Abraâmica:“E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem” (Gn 12.3).Na verdade, no julgamento dos gentios (ovelhas e bodes em Mt 25.31-46), somente as ovelhas, os gentios crentes cuja fé será evidenciada por seu tratamento amoroso para com os judeus durante a Tribulação, entrarão no Reino. Os bodes, que representam os gentios incrédulos, serão excluídos do Reino e irão para o castigo eterno (ver também Jl 3.1-3). Como Deus lidará com as futuras nações gentias no Reino, vai depender de seu relacionamento com Israel no passado. Seus julgamentos sobre elas e o cumprimento de Suas profecias concernentes a essas nações são baseados, com freqüência, em Sua declaração a Israel em Zacarias 2.8: “...aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho”.

Uma das profecias mais famosas relacionadas à questão do tempo, profecia e cronologia é a das “setenta semanas” em Daniel 9.24-27. Deus diz a Daniel que essas setenta semanas estão decretadas sobre “teu povo” e sobre “tua santa cidade”, isto é, Israel e Jerusalém. Esta profecia não se aplica à Igreja.

Israel é verdadeiramente o relógio histórico e profético. O programa profético universal de Deus, seja para Israel, seja para a Igreja, seja para as nações gentias, se desenvolve direta ou indiretamente por meio do povo judeu. Muito freqüentemente, os crentes tentam ver onde se acham no programa profético com base em como eventos mundiais afetam o país em que vivem. No entanto, a verdadeira determinação de nossa posição na história se baseia em como os eventos mundiais afetam a história judaica e o povo judeu. Assim, quando ocorrem eventos de repercussão mundial, os critérios para relacioná-los à profecia bíblica não são a maneira pela qual afetam a Igreja, nem o modo pelo qual afetam qualquer nação gentílica, não importa quão grande e poderosa, mas o modo pelo qual afetam a história judaica e o povo de Israel. (Arnold G. Fruchtenbaum - extraído da Bíblia de Estudo Profética - http://www.beth-shalom.com.br)

Arnold G. Fruchtenbaum, Th.M., Ph.D., é fundador e diretor do Ministério Ariel (Califórnia, EUA).

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, março de 2007.

Os Bilhões do Vaticano - parte 56

O resultado desta última prática perfeitamente legal, é claro, é que o Vaticano, ao contrário das grandes corporações da Europa e da América que se restringem aos seus governos, é totalmente livre para especular e transferir vastos fundos, aqui, ali e acolá, sempre que surge uma oportunidade proveitosa. E essas oportunidades nunca faltam. Consequentemente, as corporações mais potencialmente financeiras já foram “penetradas” ou são dirigidas através de potencial controle remoto pelos investimentos e política do Vaticano.

Isso quer dizer que o valor da propriedade da Igreja Católica está aumentando anualmente. Sua riqueza se espalha e atinge a maior parte dos canais da vida econômica da nação. Como tal ela está totalmente desvinculada da religião. Contudo é isenta de impostos sob o aspecto religioso. Os grupos de ação católica caem entram categoria. Estes são afiliados à Igreja e são ricos em seus próprios direitos. Típicos desses grupos são a Opus Dei e os Cristóvãos, para mencionar apenas dois.

Existem mais de 250 associações filiadas à Igreja Católica, todas elas enriquecidas com fundos financeiros. A maioria destas organizações quase religiosas operam comercialmente. Além disso, a Igreja Católica, do mesmo modo como as protestantes mantém negócios de seguros através de companhais relacionadas à Igreja. Uma destas companhias é a Catholic Association of Forresters “designada pela lei para servir somente os católicos”. Recentemente, ela declarou ter pago mais de 2 milhões em benefícios. Outra, a Cavaleiros de Colombo, têm muito mais de 1,5 bilhão de seguro “só para católicos”.

Outro aspecto comercial e cultural está no campo publicitário. Em 1972 havia 98 casas publicadoras e livros e mais de 517 periódicos católicos com circulação excedendo os 30 milhões. Junto com estes a Igreja lucra sobre os “negócios não relatados” tal como a propriedade dos cemitérios denominacionais. Então existem as chamadas agência intermediárias. Finalmente duas das maiores lixeiras de Chicago. Por exemplo são propriedade da arquidiocese de Chicago. A Arquidiocese de Nova Iorque, por outro lado vende metade de seus royaltes da Lisrterine por 25 milhões de dólares. Outro intermediário foi a Universidade Hill Fundadtion da Loyola Católica Romana de Los Angeles. Ela estava operando 24 negócios diferentes, tais como uma fundição, um hotel, uma imprensa, leiterias, queimadores a óleo e similares (6).

A De Rance Inc., de Millwalkee, era uma fundição intermediária das ordens da Igreja católica. Entre outras possessões a De Rance possuía 47% de interesse na Cervejaria Muller. No ano anterior a Muller atingiu 145 milhões de dólares em vendas. É o oitavo maior produtor de cerveja nos Estados Unidos (7).

Que a IC estarai envolvida em vendas de álcool por atacado não é de admirar. Várias de suas ordens religiosas fazem exatamente isso. Os Irmãos Cristãos, por exemplo, anunciam o brandy mais vendido nos Estados Unidos. A Ordem Cartusiana de Frades produz e vende o Chartreuse, que é um tipo de “super licor”. Frades e freiras americanos estão fortemente engajados em auferir lucros. Os frades trapistas da Abadia de São José, Massachussets, por exemplo, manufaturam 27 sabores diferentes de geleia em sua fazenda de 2.300 acres. Os monges da Abadia de N. S. do Getsêmani, Dard Stone, Kentucky, dirigem um próspero negócio de queijos, tortas, presunto, bacon e carnes enlatadas. A Abadia de São Benedito, Aspen, Colorado, possui 500 cabeças de gado, conduzidas por monges cow boys em seu rancho de 3.800 acres. Os frades Cistercianos têm um negócio de leite e carnes, perto de Dubuque, Iowa. Eles possuem 2.300 acres e grandes rebanhos de gado leiteiro e de corte. Elas operam também um moinho, uma pedreira e outros negócios. As Filhas de São Paulo têm um lucrativo negócio de impressão. Os padres Maristas têm uma empresa de discos no Havaí. Ordens religiosas têm possuído ou ainda possuem direta ou vicariamente lojas de departamentos em Saint Louis, Missouri, Camden, New Jersey, Filadélfia e Pensilvania. Em Hartford, Connecticut, elas compraram os hotéis Bonde Vendome; em Columbus, Ohio, o edifício Mont-Gomery Ward; Em New Port, Rod Island, o teatro Strand; em New Haven, Connecticut, o edifício do quartel general da ferrovia New Haven e o Hotel Sheraton; em Detroit, Michigan, o armazém da Companhia de Aço Crucible; em Chicago, Illinois, os edifícios Brunswick, Balke – Collander; em Bridge Port, Connecticut; um moinho de tubos de aço da Brigde Port Brass Company por 1.9 milhão de dólares (8).

A riqueza de uma dessas ordens, os Marianistas, serve para esclarecer. Em certa ocasião, tendo decidido circular uma emissão de títulos, eles enviaram um prospecto indicando que a sociedade possuía haveres de mais de 515 milhões de dólares, dos quais gozavam isenção de impostos no valor de 669 mil dólares anualmente.

Existem centenas de ordens religiosas similares, dirigindo prósperos negócios, e, sem pagar um único centavo de impostos, sob a alegação de serem instituições religiosas. Algumas delas, embora apenas parcialmente religiosas, ou mesmo mais leigas do que religiosas, são gigantes financeiros em seu próprio direito. Uma desta é a cavaleiros de Colombo. Os cavaleiros possuem haveres que excedem os 200 milhões de dólares. Seu portifólio inclui 55,5 milhões de dólares em seguridade; vários milhões em bônus do governo canadense; 4,8 milhões de dólares em emissões ferroviárias; 18 milhões de dólares em estoques utilitários e títulos; 12 milhões de dólares em seguridade undustrial e bônus do governo dos EU. Ela possui propriedades tais como o Estádio Ianque em Nova Iorque, o edifício do quartel general da ex ferrovia New Haven, os armazéns da companhia de Aços crucible, o edifício das Companhia Brunswick Balke-Collander em Chicago; o sítio de 5 milhões de dólares do Sheraton Hotem em New haven; lojas de departamento em Saint Louis (valor da propriedade 4,5 milhões); um nono moinho de tubos de aço da Bridge Port Brass Co. e outros (9). Eles dirigem uma vasta empresa de seguros. Em 1966 registraram haveres no valor de U$281.228.300. Agora estes excedem a 300 milhões.

A ordem mais importante, contudo, como uma verdadeira ordem religiosa, é a dos jesuítas. A Sociedade é importante nos campos educacional e financeiro. Ela opera 28 universidades católicas. Algumas destas como a Fordham, na cidade de Nova Iorque, e a Universidade da Louisiannia recebem enorme subsídio do governo, sem levar em conta que a ordem está engajada direta ou vicariamente em negócios muito vantajosos. Suas transações financeiras e ramificações cruzam-se com as fábricas americanas. Em São Francisco, algumas décadas atrás, a ordem financiou um siciliano, di Giorgio, na expansão de sua empresa de frutas. Hoje a ordem tem o controle de toda essa estrutura a Di Giorgio Fruit Co. opera na Califórnia, na Flórida, na América Central, e possui sua própria frota naval (10).

Muito mais impressionante é que há 50 anos atrás os jesuítas bancaram A. P. Gianninni, um promotor italiano com a metade do capital inicial do Bank of América do qual os jesuítas possuem hoje 51% das ações.

Conforme fonte confiável “os jesuítas são um dos maiores corretores da companhia de aço americana, Republic and National. Eles se encontram também entre os mais importantes proprietários das quatro maiores companhias fabricantes de aviões dos Estados Unidos – Boeing, Lockheed, Douglas e Curtis Wright. Além disso eles têm o controle da Philips Oil Company e da Creole Petrolium Co. que têm muitíssimas concessões na Venezuela (11).

Os jesuítas também possuem grandes interesse na TV e no rádio. A ordem é talvez a mais rica de todas as organizações religiosas com uma renda extra oficial, nos Estados Unidos oscilando entre 250 a 280 milhões de dólares por ano. E sem pagar um centavo de imposto.

Deve-se lembrar que existem centenas dessas ordens. Ao contrário da crença geral elas são tão numerosas quanto na Europa. De fato, nos Estados Unidosd existem 125 ordens de monges e 414 ordens de freiras, num total de 539 ordens católicas religiosas operando em todos os estados. Ao contrário dos seus contra-partidários europeus elas estão muito preocupadas com as finanças. Alguns exemplos dos haveres de algumas ordens femininas poderiam comprovar a exatidão desta declaração. Os haveres das Grey Nuns Charity são de 3,5 milhões. Os haveres das irmãs do Coração Imaculado da Califórnia chegam a 7,5 milhões de dólares. Das irmãs de São José, em Newark, chegam a U$17.899.384. Os das Irmãzinhas dos Pobres chegam a 25 milhões; os das Irmãs da Misericórdia chegam a U$39.754.132. das Irmãs de Caridade chegam a U$66.533.833. Das Irmãs da caridade da providência chegam a U$90.000.187. Das Irmãs da Mãe Dolorosa chegam a U$93.636.516. Das Irmãs da Santa Cruz chegam a U$110.892.759.

Martin Larson e Stanley Lowell, em seu livro Praise the Lord for Tax Exemption (Graças a Deus pela isenção de Impostos), dá uma lista de 23 ordens femininas e seus haveres. O total deste atinge a soma astronômica de U$705.968.300, uma média de U$30.695.513 para cada ordem. Estes autores concluem: “ extrapolando essas bases, os haveres das 414 ordens femininas dariam um total geral de 12,7 bilhões de dólares”. Uma destas, a Ordem das Irmãzinhas dos Pobres, controlando 3 províncias dos Estados Unidos e um hospital em quase cada diocese, tem uma riqueza totalizando pelo menos um bilhão de dólares.

A seguir vêem as ordens religiosas masculinas. Numa base de 90 milhões em média os mesmos escritores computaram que as 125 ordens masculinas apresentariam uma riqueza total de 23 bilhões de dólares. Desse modo, este autor acredita Ter sido essa computação grosseiramente minimizada, pois muitos haveres que estão à margem da propriedade legalizada não foram levados em conta.

Mencionaremos os haveres das ordens religiosas simplesmente por serem elas consideradas as mais “pobres”. Contudo, sua “pobreza” chega a 24 bilhões de dólares. Quais serão os haveres totais da Igreja Católica se alguém pudesse escrutinar suas propriedades, seus investimentos, suas ações industriais e semelhantes? Pode-se dar uma idéia: se mencionarmos apenas os valores das igrejas católicas e reitorias. Antes de 1936 o seu valor era de U$ 891.435.725. Quarenta anos mais tarde este já havia se multiplicado além de toda a compreensão. Como em 1968 a riqueza da Igreja Católica limitava-se apenas a função religiosa deve-se declarar que atualmente ela excede a 54 bilhões de dólares.

Esta é apenas a ponta do iceberg financeiro desta igreja, visível acima da água, visto como suas operações comerciais nos Estados Unidos são tão vastas e tão bem camufladas do público que é quase impossível trazê-las à luz. Recentemente por exemplo um projeto de residências de luxo em Washington D.C. avaliado em 75 milhões de dólares foi anunciado pela Societa General Immobiliare de Roma, a qual já vimos que é uma subsidiária do Vaticano, contudo nenhum só jornal mencionou este fato (12).

Se a estes haveres forem anexadas as propriedades de milhares de paróquias católicas através dos Estados Unidos chegaremos a um resultado verdadeiramente assustador, embora as somas jamais tenham sido reveladas. Contudo, uma idéia claramente exata pode ser alcançada através de consultas às declarações do imposto de renda se assim for, tais declarações jamais deveriam ser tomadas em seu valor apresentado visto como a avaliação de tais propriedades geralmente apresentam um valor muito inferior ao valor real de mercado.

SALMO 49

1 OUVI isto, vós todos os povos; inclinai os ouvidos, todos os moradores do mundo,
2 Tanto baixos como altos, tanto ricos como pobres.
3 A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento.
4 Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola; declararei o meu enigma na harpa.
5 Por que temerei eu nos dias maus, quando me cercar a iniqüidade dos que me armam ciladas?
6 Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas,
7 Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele.
8 (Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre),
9 Para que viva para sempre, e não veja corrupção.
10 Porque ele vê que os sábios morrem; perecem igualmente tanto o louco como o brutal, e deixam a outros os seus bens.
11 O seu pensamento interior é que as suas casas serão perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes.
12 Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem.
13 Este caminho deles é a sua loucura; contudo a sua posteridade aprova as suas palavras. (Selá.)
14 Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles.
15 Mas Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá. (Selá.)
16 Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa se engrandece.
17 Porque, quando morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará.
18 Ainda que na sua vida ele bendisse a sua alma; e os homens te louvarão, quando fizeres bem a ti mesmo,
19 Irá para a geração de seus pais; eles nunca verão a luz.
20 O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Meditação Diária

3 de Maio

"Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará." Efésios 5.14

Você caiu no sono espiritual? Isso se nota se você percebe ou não a miséria na Igreja de Jesus e a miséria no mundo. Muitos cristãos adormecem e nem se dão conta do que acontece ao seu redor; estão cegos e mudos ao mesmo tempo. Usando termos bíblicos, eles se tornaram "ricos e abastados". Assim diz o Senhor ressuscitado: "Pois dizes: Estou rico e abastado, e não preciso de cousa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu." Desperte! Ser despertado significa ver nossos próprios pecados assim como Deus os vê – e isso é terrível! Nesse momento vem o abatimento interior e o arrependimento, e é daí que resulta o verdadeiro despertamento.

Mas também precisamos saber o que um despertamento não é. Um despertamento não é um milagre de Deus, pois, nesse caso, nós não teríamos nenhuma responsabilidade e tudo dependeria unicamente do Senhor. A responsabilidade para um despertamento na família e na Igreja está com cada um de nós pessoalmente. A questão é se nós o desejamos ou não. Mas essa é a vontade de Deus!

Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

Os Bilhões do Vaticano - parte 55

uma tragédia inevitável e isto tem sido visto sempre e sempre na Europa. Agora ele se aproxima dos Estados Unidos com rapidez bem mais acelerada.

A Igreja Católica Americana sem dúvida alguma está marchando para a ruína espiritual. Sua expansão econômica prenuncia estrangulamento e isso criará problemas políticos e sociais. Os problemas políticos são perigosos quando interligados com controvérsias imponderáveis a nível local, estadual e federal, visto como sempre que uma igreja, ou talvez os seus interesses materiais assumidos estão intrinsecamente envolvidos na rede de conflitantes negócios, a Igreja inevitavelmente mergulha numa jangal onde a moral é adulterada pela vista grossa e alienação conjuntas. Desse modo as possessões materiais e a pujança financeira quando passam despercebidas, em vez de se tornarem benefícios poderão levar a Igreja ao lodaçal de um conflito secular e à verdadeira religião sempre tem sofrido as conseqüências ao se imiscuir no mesmo. Será que a hierarquia dos Estados Unidos vai se deter na preocupação do acúmulo econômico e das apropriações, aquisições poderosas, controle de terra e construções através do Continente Norte Americano? A julgar pelas suas atividades atuais a resposta retumbante parece ser apenas um não!

Capítulo 24

A mais Rica Teocracia Gigante das Américas

A Igreja Católica dos Estados Unidos é “uma nação dentro de uma nação”. Isso não é mera figura de linguagem. É um fato sólido e irrefutável na vida americana.

Quando os católicos dos Estados Unidos falam de liberdade americana, democracia americana, e coisas semelhantes, eles sempre querem dizer democracia católica americana, visto como o seu objetivo final é uma constituição católica nos Estados Unidos como estágio final e uma América totalmente católica.

Esse desejo deles não é uma mera abstração. O processo já está em operação e cresce assustadoramente. O Vaticano está construindo o seu império dentro dos Estados Unidos com tal sucesso que já não precisa temer competição alguma à expansão de sua inevitável apropriação.

A Igreja exerce atração em todos os setores da sociedade americana, horizontal e verticalmente. O resultado é que praticamente todas as estruturas dos Estados Unidos estão interligadas direta ou indiretamente com as estruturas católicas. As conseqüências dessa intimidade são como as de um velho carvalho abraçado por um parasita vigorosamente saudável.

As difundidas ramificações em nosso caso são as inúmeras instituições que penetram dentro da fábrica americana. Essas vão desde a Mãe Católica do Ano, Legião Católica Romana da Decência, Clube de Livro e Discos católicos Romanos, Associação dos Empregados Postais Católicos Romanos, Associações de Rádio e TV Católicas Romanas , Associação de Imprensa católica Romana, Companhias de Seguro Católicas Romanas, Veteranos de Guerra Católicos Romanos – e uma infinita variedade de agências semelhantes. Todas essas organizações católicas romanas são apoiadas por possessões financeiras os quais, quando tomadas num todo, devem somar milhões de dólares.

As mais impressionantes de todas essas unidades católicas se encontram nos campos educacionais e médicos. Aqui a Igreja Católica se tornou verdadeiramente, não uma nação dentro de uma nação, mas um império financeiro dentro da nação americana. Sua máquina educacional opera desde os jardins da inf6ancia até às universidades, passando por todos os estados intermediários. Sua máquina médica, das clínicas mais humildes aos hospitais mais atualizados. As posses financeiras dessas estruturas educacionais e médicas atingem as cifras de bilhões e esses bilhões não são apenas o resultado da energia católica. Uma parte substancial dos mesmos tem sido direta ou indiretamente “relegada” à Igreja Católica pela média dos pagadores de impostos protestantes.

Isso é feito através de um desvio aberto e ilícito da constituição dos estados unidos por meio da pressão oculta exercida dentro do governo federal e local com manipulações político financeiras legais, semi legais e duvidosas feitas por manipuladores católicos desonestos, operando incansavelmente nos campos legislativo, financeiro e imobiliário em favor da Igreja Católica.

Assim, por exemplo, em 1965 um programa patrocinado pelo governo, no Mississipi, no valor de 7 milhões de dólares foi dirigido por uma agência organizada por uma diocese católica romana. Esses 7 milhões foram financiados pelo governo. Na administração Johnson (1963-1969) centenas de programas federais proveram vastas quantias do governo americano à agências, na maioria católicas, ligadas à Igreja. Milhões de dólares passaram pelos cofres eclesiásticos.

Em 1954 o Hillburton Act deu permissão para prover um a dois terços do custo da construção de hospitais em geral. Em 1964 este Ato foi ampliado para conceder dinheiro aos centros de tratamento e reabilitação de doenças crônicas e semelhantes. De 1947 a 1964, nada menos de 7.372 projetos desse tipo foram aprovados. As igrejas dos estados Unidos coletaram uma fortuna com essas contas graças a uma destas já mencionadas, por exemplo, a Igreja Católica obteve 305 milhões de dólares, a parte do leão, contra 168 milhões de dólares concedidos às denominações protestante e judaica juntas.

Para citar apenas algumas cifras gritantes, em 1947 e 1948 a Igreja católica recebeu uma média de 14 milhões anuais provenientes dos pagadores de impostos, graças a essas contas. Isso quer dizer que ela coletou 1,2 milhão de dólares mensalmente, ou seja, 40 mil dólares diários. Dois cidadãos americanos, cuja maioria é constituída de protestantes. De 1961 a 1966 as quantias anuais haviam mais que dobrado para 30,5 milhões anuais ou 83.500 diários. A Associação de Hospitais Católicos registrou que os hospitais católicos em 1968/1970 possuíam um valor corrente de 1,5 bilhão. Os pagadores de impostos haviam contribuído com nada menos de 305 milhões desse total (1).

As propriedades da Igreja Católica através do seu programa de educação não ficam abaixo. A Igreja controla mais de 2.500 escolas secundárias, 300 colégios e universidades, seminários e semelhantes. Muitos de seus edifícios são valiosas possessões imobiliárias. Para comprar, financiar e dirigir estes a Igreja tem recebido do governo contínuos e crescentes volumes de dinheiro que supõe-se ficarem à parte da religião organizada.

O Senador Wyne Morse de Oregon, para citar apenas um caso típico, introduziu no senado uma emenda especial solicitando 75 milhões de dólares anuais para a construção de escolas particulares e paroquiais, a maioria destas católicas.

A verdade é que milhões de dólares dos protestantes americanos e até mesmo agnósticos contribuam anualmente para aquisições e manutenção de propriedades católicas, sob uma variedade de programas federais. Subsídios chamados de “concessões de pesquisa” são obtidos através de duvidosos desvios legais e semi legais pela Igreja Católica através dos Estados Unidos.

Uma instituição católica de educação mais graduada, o Marymont College em Boca Ratton, Flórida, é típica. Embora em 1968 ela tivesse um corpo estudantil de apenas 350 alunos e fosse fundada em 1963, conseguiu do governo 2 milhões de dólares em concessão para construir dormitórios, uma doação de 55 mil dólares para combate à pobreza dos estudantes filhos de imigrantes, e uma concessão educacional semelhante de 10 mil dólares (2).

As escolas paroquiais estão crescendo mais depressa do que as escolas públicas, o que significa novamente que a Igreja Católica está conseguindo concessões cada vez maiores e subsídios desse país predominantemente protestante. Isso foi descoberto pelo fato de que em 1968 por exemplo uma taxa de 10% de sobrecarga foi posta ao cidadão, embora as igrejas já estivessem recebendo 16 milhões de dólares diários, só de impostos federais. A Igreja Católica nos Estados Unidos contudo, exigia mais. As exigências dos seus bispos custariam aos pagadores de impostos americanos uma doação compulsória de 280 dólares federais diários, ou seja 70 dólares per capta de cada pessoa na América (3).

Para se ter uma idéia da riqueza da Igreja Católica apenas nos campos educacional e médico, um jornal de classe média comercial mostrou que o valor anual das construções de escolas, colégios, hospitais e igrejas católicas (nessa ordem) chega ao montante de 1,75 bilhão anualmente.

As concessões financeiras do Vaticano e empresas geradoras de lucros são tão variadas como as dos mais enérgicos e avançados gigantes comerciais do globo. Como já vimos, suas ramificações financeiras da Societa General Immobiliare na Itália, cujo capital bruto é de 170 milhões de dólares (1967) controlando mais de 50 companhias italianas, e até as suas filiais em Washington, Paris e Nova Iorque. Também no Canadá, onde há uma companhia Edilltecno e uma filial latino-americana Edilltecno em México City .

O Vaticano controla vastas empresas de construções e especulação, desde aquelas de foggy botton do capital americano, atingindo 70 milhões de dólares. À Montreal Redbrook Estate, edifícios no passeo de Las Palmas, e imóveis em México City e na Europa, inclusive na chique avenida Champes Elyseées em paris. Na própria Roma o Vaticano possui há muito tempo mais de 100 milhões de pés quadrados em propriedades “dentro dos limites da cidade”. Nino Lo Bello, jornalista do New york Herald Tribune, especializado em assuntos econômicos, um católico liberal, teve de admitir, após anos de pesquisa, dentro do poder econômico do Vaticano, que “as empresas de fazer dinheiro do Vaticano são tão difundidas que é quase impossível obter um quadro claro de todas elas”(4).Ele tinha razão, particularmente em vista do fato de que ele descobriu, para o seu espanto, que a Montecatine Edison “uma das maiores corporações italianas e talvez mundiais que negocia com produtos de minas e metalurgia, fertilizantes, resinas sintéticas, texteis, fibras e produtos farmacêuticos, bem como energia elétrica... era... ligada ao Vaticano com cadeias de aço”.

O quadro não é diferente – de fato se torna cada vez mais significativamente nebuloso – quando entramos puramente no campo financeiro. Aqui os investimentos do Vaticano são cada vez mais difundidos. A maior parte de seus milhões está depositada em bancos não italianos. “Alguns estão na América e muitos na Suíça, onde o Vaticano mantém os seus fundos em contas numeradas. Ninguém sabe a quanto monta o seu dinheiro guardado nos cofres da Suíça... o Vaticano usa também suas contas suíças para manter o seu anonimato, quando consegue o controlo de corporações financeiras”(5). Essa prática tem dado ao Vaticano vastos lucros não revelados, nestas últimas décadas.

SALMO 48

1 OUVI isto, vós todos os povos; inclinai os ouvidos, todos os moradores do mundo,
2 Tanto baixos como altos, tanto ricos como pobres.
3 A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento.
4 Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola; declararei o meu enigma na harpa.
5 Por que temerei eu nos dias maus, quando me cercar a iniqüidade dos que me armam ciladas?
6 Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas,
7 Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele.
8 (Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre),
9 Para que viva para sempre, e não veja corrupção.
10 Porque ele vê que os sábios morrem; perecem igualmente tanto o louco como o brutal, e deixam a outros os seus bens.
11 O seu pensamento interior é que as suas casas serão perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes.
12 Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem.
13 Este caminho deles é a sua loucura; contudo a sua posteridade aprova as suas palavras. (Selá.)
14 Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles.
15 Mas Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá. (Selá.)
16 Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa se engrandece.
17 Porque, quando morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará.
18 Ainda que na sua vida ele bendisse a sua alma; e os homens te louvarão, quando fizeres bem a ti mesmo,
19 Irá para a geração de seus pais; eles nunca verão a luz.
20 O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem.

domingo, 2 de maio de 2010

Meditação Diária

2 de Maio

"...O qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade." 1 Timóteo 2.4

Aqui temos uma visão bem profunda da vontade de Deus. Ele quer salvar a todos. Se você confessa os seus pecados diante do Senhor, você sabe: o sangue de Jesus Cristo purifica de todo pecado e leva você a andar como Deus quer. Também conhecemos a vontade de Deus em relação à nossa santificação: "Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação." Nas Escrituras, santificação significa um passo além do perdão do pecado. Perdão significa afastamento do pecado, santificação significa andar em direção a Jesus. Quem não vive na santificação já se afasta da santa vontade de Deus. É inevitável que em nossa vida como cristãos existam sempre as duas alternativas. Ou vivemos no âmbito da vontade de Deus e somos felizes, abençoados e consolados, ou estamos na esfera da vontade de Satanás e fazemos coisas que não gostaríamos de fazer. Você é obrigado a ceder à pressão dos seus vícios e paixões mesmo que não o queira, você mente embora gostaria de dizer a verdade, você é impuro embora gostaria de ser puro. O motivo é a sua desobediência, pois ainda não se entregou decididamente à vontade de Deus. Faça-o agora mesmo!

Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

A Segurança da Bíblia: Consideremos essas palavras de Allan Kardec: "No cristianismo encontram-se todas as verdades" (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5). A Bíblia sempre foi a única base doutrinária e regra de fé e conduta dos verdadeiros cristãos. Em 2ª Timóteo 3.16 está escrito: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça".

Jesus Cristo, tido pelo Kardecismo como a segunda revelação de Deus aos homens (Moisés seria a primeira), afirmou a solidez e a inspiração plenária da Bíblia. Em João 17.17, orando ao Pai, Ele diz: "A tua palavra é a verdade" (cf. Salmo 119.160). Quando tentado, sempre usando a expressão"está escrito", Ele respondeu citando o texto de Deuteronômio 8.3: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mateus 4.4). Em Mateus 24.35 diz: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão". Ele sempre usou a Bíblia para ensinar, redargüir, corrigir ou instruir em justiça.

Aos saduceus, que não criam na ressurreição, Jesus respondeu: "Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mateus 22.29).Jesus ainda nos manda examinar as Escrituras, pois são elas que testificam da Sua obra redentora: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida" (João 5.39-40).

Na parábola do rico e de Lázaro (Lucas 16.19-31), Jesus mais uma vez demonstra a Sua convicção nas Escrituras ao narrar a resposta dada pelo patriarca Abraão ao rico, quando este, no Sheol-Hades (inferno), lhe pedira que enviasse Lázaro aos seus irmãos: "Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos" (versículo 29). Jesus reporta-se a Moisés e aos Profetas para nos informar que nenhuma outra forma de revelação poderia ser apresentada aos homens (inclusive a mediúnica), pois, por meio de ambos, foi-nos dada a verdadeira revelação – a Bíblia.

O Que a Bíblia diz Sobre Reencarnação? O Minidicionário Aurélio conceitua o verbo Reencarnar da seguinte forma: "1. Reassumir (o espírito) a forma material. 2. Tornar a encarnar". Ao contrário da ressurreição, que é a volta do espírito ao mesmo corpo, a reencarnação significa o retorno do espírito a um novo corpo, sucessivamente, até alcançar a evolução.

Na verdade, a não ser por meio de uma exegese forçada, não há na Bíblia qualquer referência direta ou indireta à reencarnação. Ao contrário, as Escrituras ensinam que, da mesma maneira como Jesus veio ao mundo uma só vez, também ao homem está ordenado morrer uma única vez: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hebreus 9.27). O sacrifício único de Jesus, ao morrer na cruz, é mais que suficiente para nos libertar dos pecados e nos conduzir a Deus: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).

Todo o ensinamento bíblico é no sentido de que só poderemos morrer uma única vez até o juízo final de Deus. Jesus não somente ressuscitou três dias após Sua morte, como também incluiu a ressurreição entre os Seus milagres (João 11.11-44). Diversas outras passagens da Bíblia demonstram a realidade da ressurreição (Daniel 12.2; Isaías 26.19; Oséias 6.2; 1 Coríntios 15.21-22; João 5.28-29; Atos 24.15; Apocalipse 20.6). Em todos esses textos, ressuscitar significa o retorno do espírito ao seu próprio corpo (ver também 1 Coríntios 15.12-22).

Então, se não Existe Reencarnação, o que Faço Para ser Salvo? A resposta está em Atos 16.31: "...Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa". Somente através da nossa fé, pura e incondicional, é que obteremos a salvação, mediante Jesus Cristo. Ele mesmo disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá" (João 11.25). Não há outro caminho e nenhuma outra verdade além desta (veja João 14.6). Não adianta esperar uma outra existência, pois esta é a única oportunidade. Jesus, somente Ele, é quem nos dá a vida eterna: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão" (João 10.28). Então, busque hoje mesmo a Jesus Cristo, entregue-Lhe seu coração e Ele o ouvirá: "Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Romanos 10.13). (M. Martins -http://www.chamada.com.br)

Os Bilhões do Vaticano - parte 54

em Long Island, onde uma parte do suprimento foi concedida isenta de taxas ao cardeal Spellman para as escolas paroquiais. Em Queens os oficiais do empréstimo adquiriram o campo de golfe North Hills para transformar em “parque”, e em seguida entregaram 27 acres do mesmo ao cardeal Spellman para a diocese de Brooklin.

As operações jesuítas em toda a sua mortal eficiência foram observadas em Chicago, onde o departamento de H.E.W. doou, isentos de taxa, 60 acres de terra no valor de 4,5 milhões de dólares, no sítio do Hospital Hines da Administração dos Veteranos, a Universidade Jesuíta Loyola. Anteriormente esta havia tentado conseguir o terreno por um direto patrocínio legislativo, através de contas introduzido no congresso pelo senador Paul Douglas, Senador Everett Mckinley Dirksem e o representante E.R. Finnegan. Quando a reação pública tornou-se hostil as contas foram retiradas e um outro método mais tranqüilo de doação administrativa foi arranjado. O Pe. James F. Maguire, Presidente da Loyola, aproximou-se do administrador dos Veteranos, John S. Gleason Jr., um católico romano, servindo naquele tempo no Escritório de Aconselhamento do Pe. Maguire. Mr. Gleason prometeu conseguir o sítio de Hines para a Loyola, isento de taxas. Então Mr. Gleason se moveu para conseguir uma declaração do governo de que o sítio de Hines era supérfluo às necessidades da Associação dos Veteranos. Fred B. Rhodes Jr., conselheiro geral da Associação dos Veteranos, era um batista que acreditava na separação entre a Igreja e o Estado, portanto recusou-se a aceitar a proposta. Logo em seguida ele foi demitido do cargo e substituído por um devoto católico romano. Logo que o novo conselheiro geral tomou posse veio uma decisão favorável à liberação. Outro devoto católico era o chefe da G.S.A, que tinha de passar a proposta à frente. G.S.A declarou imediatamente que o sítio Hines era desnecessário ao governo.

Nesse tempo não havia católico algum na direção do H.E.W. Contudo, o Secretário Abraham Ribicoff providenciou o assunto. Mr. Maguire e Mr. Gleason foram direto ao topo e conseguiram o engajamento de Ribicoff. O forte apoio católico que sustentou Mr. Ribicoff em sua campanha eleitoral como senador por Connecticut não foi acidental, como os eventos subseqüentes provariam. Ribicoff no devido curso tornou-se o senador Ribicoff. Ele chegou ao senado não apenas através dos votos dos judeus mas principalmente através do patrocínio político católico interligado com o do Senador Edward Kennedy.

Isso foi demonstrado em várias ocasiões. Os dois senadores foram apoiados muito freqüentemente em suas respectivas políticas, mesmo que isso parecesse absurdo. Um exemplo típico foi o de 1971, durante a guerra civil na Irlanda do Norte.

A guerra irlandesa é apenas um problema puramente religioso, visto como é basicamente um conflito entre católicos e protestantes. A República Irlandesa, que é 95% católica, deseja a unificação total da Irlanda. A isto se opõe a Irlanda do Norte ou Ulster, dois terços da qual é fanaticamente protestante. O problema é amplamente discutido pelo autor em seu livro Religgions Terror in Ireland (Terror Religioso na Irlanda) (4)

Em outubro de 1971 o senador Kennedy interveio abertamente nos assuntos irlandeses, ao solicitar que o exército britânico, então “ocupando a Irlanda do Norte para proteger os protestantes”, fosse retirado. Ele até mesmo introduziu uma resolução no senado americano. Isso foi feito junto com o Senador Ribicoff. Era uma estranha parceria conjugal, tendo em vista que enquanto Keneddy poderia ser desculpado por ser de origem católica irlandesa, Robicoff não tinha interesse algum nessa disputa religiosa na Irlanda em razão de sua religião judaica.

A aliança política entre o senador católico e o senador judeu foi outra demonstração clara da realidade de que os interesses econômicos revestiam a vida política da nação, ao ponto de dar apoio financeiro a vários estabelecimentos religiosos.

Resumindo o enredo da nossa narrativa original, o resto foi mera rotina. Os oficiais da H.E.W. foram levados quase cordialmente a rever as “contas” da terra e logo foi anunciada a permissão para a Loyola. Loyola, que já havia acumulado milhões na construção de seus edifícios, recebeu o sítio de graça. Somente os pagadores de impostos ficaram de fora. Num golpe contra o público indignado, ao estado de Illinois foram entregues cerca de 30 acres de terreno da Associação dos Veteranos para um hospital psiquiátrico.

À audaciosa apropriação do sítio de Hines pelos jesuítas segue-se uma aquisição ainda mais desavergonhada por parte da Igreja. Em 1959 uma área de 30 acres num programa de redesenvolvimento em Chicago, a qual havia sido programada para a construção de casas populares foi vendida pelas autoridades ao arcebispo de Chicago – para ali ser instalado um seminário de futuros sacerdotes católicos.

Em Saint Louis, Minesotta o grande programa de renovação Mill Creek foi concebido e executado em benefício da Universidade Saint Louis, uma instituição jesuíta. Centenas de pessoas foram evacuadas de seus lares e negócios, para promover o novo campus para a escola.

A Universidade Saint Louis e 27 outros colégios jesuítas nos Estados Unidos foram todos organizados exatamente deste modo. Todos os monopolizadores dessas instituições são padres jesuítas e todas as operações estão sob o rígido controle católico. A propriedade pertence finalmente ao papa. No projeto do Mill Creek a escola pagou uma pequena parte do custo do terreno, como costumeiramente acontece nos projetos de renovação. Os pagadores de impostos arcaram com o resto da conta a fim de acumular o férreo desenvolvimento e ampliação da Universidade Saint Louis, o Cardeal Ritter emitiu uma ordem aos estudantes católicos exigindo que freqüentassem um colégio católico, a não ser que obtivessem permissão escrita do mesmo para fazer o contrário.

Em Filadélfia a Igreja Católica anunciou ter adquirido dos pagadores de impostos um velho campo depredado, não apenas o terreno para uma escola paroquial, mas também U$300.771 dólares em fundos federais para limpar e desenvolver o terreno. A Igreja repassou U$60.350 dessa quantia. A felizarda escola foi o Colégio São José, outra instituição jesuíta. Antes disso a igreja paroquial de São José já havia se beneficiado com U$100.200 num programa de reurbanização, com um adicional de U$46.200, em ato especial do Congresso. Esses fundos foram gastos para limpar o terreno e erguer a igreja.

Em Milwalkee, a Universidade Jesuíta Markette conseguiu 35 acres através de condenação pública, pagos pelo governo federal e municipal, os quais lhe foram entregues sem despesa. Os jesuítas de Milwalkee acrescentaram um novo incentivo à técnica das doações – não só tiravam as terras do público, mas começaram também a tirá-las dos luteranos, quando planejaram a desapropriação de um hospital luterano de muitos milhões de dólares, antes mesmo deste ser construído. O hospital como um memorial luterano, estava para ser construído segundo os termos do testamento do rico luterano, Kurtis R. Froedterte. Os monopolizadores planejaram completá-lo e o entregaram à Universidade Jesuíta Markette.

Em Pitsburgo, os Padres do Espírito Santo que operavam na Universidade Duquesne, anunciaram planos para um programa de expansão de 21 acres que custaria 9,2 milhões aos fundos públicos. O projeto seguiu longo período de confraternização entre o diretor da autoridade do redesenvolvimento e o presidente da Duquesne. Nada foi dito sobre os competidores pelo terreno nem sobre qualquer reembolso ao governo.

Boston, Massachussets, é uma das mais conhecidas áreas de atividades da Igreja Católica. A Igreja e o Estado se tornaram quase indistintos, pois o último tem sediado à primeira. A legislação autorizou os comissários do Condado de Middlesex a transferir para o Cardeal Cushing 40 acres de terreno público para construção de uma igreja e uma escola. Aparentemente o terreno foi uma doação, embora todos os detalhes financeiros fossem guardados em completo sigilo. Aos pesquisadores foi dito jocosamente que não era de sua conta. Em Boston e arredores tem sido quase rotina entregar as propriedades de escolas públicas ao cardeal católico por um dólar apenas.

Outras sessões de Massachussets copiaram a visão. Em Fall River, 37,66 acres de terreno de propriedade municipal foram “vendidos” ao Bispo Connolly, católico romano, que pagou apenas um dólar pela terra. O bispo disse que pretendia usá-la para uma escola de meninos e um mosteiro.

No Distrito de Columbia, a Societa General Immobiliare de Roma, uma subsidiária financeira do Vaticano, como já vimos, foi permitido comprar uma área substancial para construir um projeto de 75 milhões de dólares. Supunha-se que seria uma unidade de casas luxuosas, mas organizações isentas de lucro poderiam ser também ali instaladas sem problemas, conforme a regulamentação da zona. É verdade que o preço correto foi pago pela terra, mas o Vaticano logo recebeu tratamento preferencial, com as facilidades nas restrições de construção que lhe facilitaram edifícios atingindo 130 pés.

Em New Jersey a Universidade Católica Romana de Setton Rol foi levada ao coração de certos oficiais, que decidiram entre si anular as exigências públicas. A maior apropriação pela escola foi o centro médico de New Jersey, num valor de 40 milhões, junto com concessões públicas para operar e ampliar o mesmo.

A apropriação de hospitais públicos pela Igreja Católica Romana tem se tornado uma prática normal. Aqui estão alguns: Silver Spring, Marilland; Baldett, Minesotta; Irvine, Kentucky; Katchikan, Alaska; West Allis; Wisconsin; Opelousas, Lousiannia; New Castle, Wyoming; South Saint Paul., Minesotta; Jeannette, Pennsyilvania; Iberia, Louisiannia.

Outra substancial fonte de concessões de terras públicas tem sido os atos do Congresso. Na 87ª Congresso, por exemplo: 39 acres de terreno pertencentes aos índios Chippewa na Reserva Fond Dulac foram doados à Igreja Católica Romana de Santa Maria e São José, por H. R. 10459. Essa mesma tribo de índios foi obrigada a entregar 4,78 acres de sua terra tribal a Little Flower Mission da diocese de S. Claude por S. 2895 (3).

O ímpeto das aquisições da Igreja Católica de terras valiosas, tem crescido mais rapidamente do que nunca. Se pudermos parafrasear o velho ditado, o apetite cresce com o comer, a fome da Igreja Católica por terras parece crescer diariamente à medida em que ela consegue mais terras. Os exemplos que temos mencionado são típicos à medida em que ocorrem através dos Estados Unidos. Vemos isso em New Jersey, Hold Island, Massachusets e Nova Iorque. Vemos um dos mais valiosos sítios em Manhattan ser tirado e entregue por preço mínimo à Igreja Católica Romana para possuí-lo, isenta de impostos em perpétua operação pela mesma. A entrega de propriedades públicas à Igreja está acima, e os desvios dos subsídios públicos para operações da Igreja já começaram a fluir. Através de gerações o processo cumulativo se move rapidamente em direção a um final trágico. Esse final sempre prenunciou

SALMO 48

1 GRANDE é o Senhor e mui digno de louvor, na cidade do nosso Deus, no seu monte santo.
2 Formoso de sítio, e alegria de toda a terra é o monte Sião sobre os lados do norte, a cidade do grande Rei.
3 Deus é conhecido nos seus palácios por um alto refúgio.
4 Porque eis que os reis se ajuntaram; eles passaram juntos.
5 Viram-no e ficaram maravilhados; ficaram assombrados e se apressaram em fugir.
6 Tremor ali os tomou, e dores como de mulher de parto.
7 Tu quebras as naus de Társis com um vento oriental.
8 Como o ouvimos, assim o vimos na cidade do Senhor dos Exércitos, na cidade do nosso Deus. Deus a confirmará para sempre. (Selá.)
9 Lembramo-nos, ó Deus, da tua benignidade, no meio do teu templo.
10 Segundo é o teu nome, ó Deus, assim é o teu louvor, até aos fins da terra; a tua mão direita está cheia de justiça.
11 Alegre-se o monte de Sião; alegrem-se as filhas de Judá por causa dos teus juízos.
12 Rodeai Sião, e cercai-a, contai as suas torres.
13 Marcai bem os seus antemuros, considerai os seus palácios, para que o conteis à geração seguinte.
14 Porque este Deus é o nosso Deus para sempre; ele será nosso guia até à morte.

sábado, 1 de maio de 2010

Meditação Diária

1 de Maio

"Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor..." Jeremias 29.13-14

Deus quer dar um avivamento ainda hoje. Muitos cristãos estão preocupados com essa questão, sobre a qual há distintas opiniões. Existem pessoas excelentes e consagradas a Deus que pensam que o Senhor não mais manda um avivamento hoje em dia. Mas eu creio de todo o coração que um despertamento é a única preparação correta da Igreja de Jesus para a vinda do Senhor. Porém, temos efetivamente um motivo para supor que é vontade de Deus enviar um avivamento? Sim, pois a Bíblia promete avivamento!

É sempre fundamental que se descubra a vontade de Deus, inclusive para a nossa própria vida, pois uma pessoa somente pode ser feliz quando vive na esfera e no âmbito da vontade de Deus. É possível perder o melhor que Deus quer nos dar quando, por desobediência, nos recusamos a fazer a vontade de Deus. Como Deus nos revela a Sua vontade? Pela direção do Espírito Santo. O próprio Senhor Jesus disse que o Espírito Santo nos guiaria a toda a verdade. Todos aqueles que, de fato, quiserem se deixar dirigir serão guiados por Ele. O pressuposto para isso é que você queira fazer a vontade do Senhor a qualquer preço. Assim você nunca vai errar, pois o Espírito de Deus o guia a toda a verdade.

Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

Pastor Silas Malafaia entrevista Joide Miranda ex-travesti parte final

Os Bilhões do Vaticano - parte 53

Durante o seu governo, Cushing foi o responsável por pelo menos 250 a 270 milhões de dólares em construções, incluindo quatro modernos hospitais católicos, noventa novas paróquias e 130 escolas católicas secundárias e elementares. Ele organizou o seu próprio sistema bancário, além de estabelecer um esquema de segurança para os imóveis arquidiocesanos, através do qual economizou para as suas paróquias pelo menos doze milhões de dólares.

A reputação do cardeal como ganhador de dinheiro era tal que as cartas endereçadas à sua residência traziam os dizeres; “Avenida Venha e Enriqueça”. Ele se especializou em pequenas contribuições de meio dólar, 25 centavos, as quais chamava de “poderosas contribuiçõezinhas”, que chegavam junto às contribuições milionárias. Em 1963, sob o incentivo de um dos seus protegidos católicos, o senador Robert Kennedy, ele levantou um milhão de dólares dentro de poucos dias. Foi também um fabuloso arrecadador de fundos para o próprio Vaticano. As somas que enviou aos cofres deste jamais foram reveladas, mas chegavam a um milhão de dólares (6). Multiplique-se esta enérgica coleta de dinheiro por 200 ou 300 (havia 235 bispos católicos, em 1970), e teremos a mais irresistível brigada de comando eclesiástico mundial entrincheirada sobre a fortuna colossal da Igreja Católica.

Seus métodos não se limitam ao levantamento de fundos dos membros de suas congregações, mas são constantemente dirigidos no sentido de coletar dinheiro também dos não católicos, muitas vezes por meios ilícitos, conforme seja ou não de acordo com a clareza e o senso normal.

Alguns dos meios empregados são perfeitamente legais e legítimos, outros não. Muitos negócios são realizados na fronteira da ilegalidade. Não poucos podem ser classificados no campo da crassa desonestidade. Talvez seja este o preço pago, visto como inúmeros indivíduos e organizações – religiosos, eclesiásticos e leigos – que operam para a igreja não podem ser completamente supervisionados. Junte-se a isto o fato de que o volume de negócios é praticamente ilimitado e se torna totalmente impossível, até mesmo para uma Igreja, conferir todas as operações realizadas em seu nome.

Talvez seja essa a penalidade do sucesso, mas poderia ser uma política deliberada de proveito pela imunidade prática de uma Igreja cujos tentáculos de influência podem atingir as cabeças e mentes mais sensíveis da sociedade americana. Seja como for, permanece o fato de que o polvo católico eclesiástico opera em quase todos os campos e níveis da estrutura econômica americana.

Suas atividades vão desde redes de escolas e hospitais até o esporte e a publicidade; da fabricação de bebidas alcoólicas até a propaganda de aço e química; da compra de terras e aquisições de blocos de ações, em todos os escalões financeiros, até o mais hábil manejo das complacentes corporações gigantes. Tudo isso encabeçado por uma imunidade de impostos, que provoca crescente descontentamento, visto como as igrejas protestantes também gozam desse privilégio. Em comum com outras igrejas, a Igreja Católica goza da isenção de impostos sobre os seus imóveis. Também deve-se lembrar, sobre todo o seu lucro comercial passivo e ativo.

A significação disto se torna clara se tomarmos um exemplo da riqueza diocesana. Embora esta riqueza seja raramente revelada, contudo pode-se ter acesso à sua totalidade. Numa declaração publicada em conexão com a prospecção de bônus, por exemplo, a arquidiocese de Boston (7) apresentou suas posses no valor de 635.891.004, que é 9.9 vezes sua taxação. Isso deixa um valor líquido de 571.704.953 (8).

Não é difícil descobrir a riqueza verdadeiramente espantosa da Igreja, se juntarmos as riquezas 28 arquidioceses e de 122 dioceses dos Estados Unidos, algumas das quais até mais ricas que a de Boston.

Alguma idéia dos bens imóveis e outras formas de riqueza controlados pela Igreja Católica pode ser deduzida pela observação de um membro da Conferência Católica de Nova Iorque, a saber: “que sua Igreja provavelmente é secundada no que se refere a aquisição de imóveis apenas pelo governo americano” (9).

Porém outra declaração feita por um padre católico sindicalizado talvez diga mais: “a Igreja Católica deve ser a maior corporação dos Estados Unidos. Temos ramificações em todos os países vizinhos. Nossas posses e bens imóveis excedem até mesmo os da Standard Oil, a AT&T e a United States Steel combinados. E nossa folha de pagamento aos membros é secundada apenas pela do governo americano (10).

O Vaticano, independentemente de cada papa sucessivo tem sido orientado sensivelmente para os Estados Unidos e em particular os magos financeiros e econômicos da igreja americana têm confundido sua administração. De fato, a hierarquia americana, ou quem sabe, seus métodos, têm sobrepujado a máquina interna do próprio Vaticano – não em assalto aberto, mas através do irresistível mecanismo posto à sua disposição – o sucesso!

Não é de admirar que o secretário de Estado sob o governo de Pio XII, Monsenhor Dell’Acqua, depois de examinar certas especulações administrativas e financeiras recentes realizadas pela Igreja nos Estados Unidos, não se conteve em exclamar uma palavra raramente ouvida no Vaticano – espantoso! De fato após ter dado uma olhada em sua riqueza total ele foi ouvido quando dizia outro adjetivo jamais falado, conforme a memória de qualquer um dos presentes: incrível! E tinha razão.

Capítulo 23

O Controle Católico Urbano nos Estados Unidos

Conta-se que três clérigos, certa vez, estavam jantando juntos: um protestante, um católico e um rabino – diga-me, Pr. Smith, falou o padre Obrien:

O que faz o senhor com a sua coleta religiosa?

Divido em três partes iguais, respondeu o Pr. Smith: Dou uma aos pobres, uma à Igreja e a outra a mim mesmo. E você?

Pois eu divido em duas partes, disse o Pe. Obrien: dou uma à Igreja e fico com a outra.

Pois eu apanho toda a coleta, disse o rabino: depois oro assim: Ó Senhor, tire o que precisar e deixe o resto para mim.

Isto é apenas uma anedota, mas em nosso contexto, os personagens assumem uma significação especial, até o ponto em que nos último anos tem mudado sua prioridade particular.

O rabino agora se torna aquele que faz a pergunta vital, com a implícita divisão em três partes da coleta da igreja. O Pr. Smith fica em segundo lugar. E o Pe. Obrien é quem faz a oração: “Ó Senhor, tira o que precisares e deixa o resto para mim”. De fato tem sido este o slogan adotado pela Igreja Católica nos Estados Unidos.

Portanto, se o Todo Poderosos se agrada com a parte que lhe cabe nessa coleta não se pode garantir. A hierarquia americana é enfática neste ponto. Ela sempre tem-se dado parte Dele. Com interesse. Então tem-na multiplicado, não nas clássicas dez vezes, nem nas fabulosas cem vezes, mas em milhares de vezes. E sem imposto algum.

Para os incrédulos tomés, outra prova é que o representante de Cristo na terra, o papa, jamais fez objeção alguma quanto aos dilúvios de dólares que vêm dos Estados Unidos. A máquina financeira do Vaticano tem aderido tranqüilamente à fórmula do sucesso americano, e de fato o Santo Padre é um dos maiores beneficiados da espetacular Igreja americano. Quando, durante uma de suas visitas à Nova Iorque, o Papa Paulo VI celebrou missa no famoso estádio Yankee, muitos dentre os milhões de católicos ficaram surpresos.

- O que? Replicou um prelado americano, às inocentes observações de alguns correspondentes da imprensa européia, que haviam ficado espantados: “vocês não sabiam que esse estádio também é nosso? “(1)

Esse casual “também” era mais que significativo. Era portentoso em sua implicação de que, visto como para aquele prelado tinha se tornado como o ar que ele respirava, que além de todos as posses eclesiásticas e semi eclesiásticas, o famoso estádio, célebre pelos seus eventos esportivos devia ser também propriedade da Santa Madre. As transações desta são ilimitadas. Tabus de natureza religiosa ou moral são relevados com a maior facilidade, sempre que haja um bom resultado financeiro.

Os mais notórios batalhões a se especializar nesse campo são os jesuítas. Se a sua reputação tradicional no exterior é ou não justificada, não sabemos. Contudo, nos Estados Unidos ela é confirmada pelos seus exercícios altamente duvidosos, mas bem sucedidos no que diz respeito a apropriação de bens imóveis e terras.

Todo o clero tem se especializado em captar as boas graças individuais e coletivas das personalidades chaves do governo civil, econômico, administrativo, político, e urbano, local e estadual, que ocupam cargos importantes. Muitos desses subornados e subornadores são leigos católicos e graças a estes, a hierarquia dos Estados Unidos e seus agentes leigos têm possibilidade de controlar cada acre de terra que desejam conseguir, pagando o menor preço possível – e até mesmo, em alguns casos nada pagando (2).

Vamos nos confinar a citar poucos exemplos concreto, visto como estes

demonstram mais do que tudo o modelo de negócios, especulações, controle de imóveis e aquisições de terras, que têm se tornado uma prática comum das sessões grandemente poderosa da hierarquia dos Estados Unidos, do clero e de vários segmentos religiosos e leigos do catolicismo. Mencionaremos casos registrados por um cuidadoso e documentado exame do assunto (3).

A habilidade católica romana para adquirir terra pública jamais foi tão convincentemente demonstrada, do que na cidade de Nova Iorque, onde um sítio tremendamente valioso – na Lincoln Square, foi parar nas mãos da Universidade Jesuíta Fordham. A escola pagou apenas uma fração do valor correto do terreno, e em seguida obteve mais ajuda federal para desenvolver o campus.

O Manhattan College, uma instituição dos “Irmãos Cristãos” famoso por seus vinhos e brandy, obteve uma grande fábrica e assistência para remodelar o mesmo aos propósitos colegiais, do Dormitory Authority do governo Rockfeller. O departamento do H.E.W. veio elegantemente para a Igreja Católica

SALMO 47

1 BATEI palmas, todos os povos; aclamai a Deus com voz de triunfo.
2 Porque o Senhor Altíssimo é tremendo, e Rei grande sobre toda a terra.
3 Ele nos subjugará os povos e as nações debaixo dos nossos pés.
4 Escolherá para nós a nossa herança, a glória de Jacó, a quem amou. (Selá.)
5 Deus subiu com júbilo, o Senhor subiu ao som de trombeta.
6 Cantai louvores a Deus, cantai louvores; cantai louvores ao nosso Rei, cantai louvores.
7 Pois Deus é o Rei de toda a terra, cantai louvores com inteligência.
8 Deus reina sobre os gentios; Deus se assenta sobre o trono da sua santidade.
9 Os príncipes do povo se ajuntam, o povo do Deus de Abraão; porque os escudos da terra são de Deus. Ele está muito elevado!

Doações para manutenção

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Ag. 0387 c/c 25770-2


104 - Caixa Econômica Federal

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